14 de dez. de 2017

CTB Minas unifica forças aos alunos da Faculdade Estácio de Sá




Alunos pedem a reintegração dos 1200 professores demitidos.



Na última semana, a Universidade Estácio de Sá anunciou a demissão de 1200 professores de sua rede em todo o país. Entretanto, alunos de diversos campis e as Entidades Sindicais correspondentes estão se mobilizando a favor dos docentes. 





Em Minas Gerais, na noite de ontem (11), dezenas de alunos, representantes de movimentos sindicais e sociais se uniram em um ato que pedia a reintegração dos 60 professores demitidos. Os alunos afirmam que caso não haja o retorno pedido, não haverá matrículas para o próximo semestre.





É importante ressaltar que a central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) Minas está unificando forças junto aos alunos, professores e funcionários da Universidade, pois acredita que educação é necessidade básica e não deve ser tratada como comércio. 

A presidenta da CTB Minas, Valéria Morato, falou sobre a forma com a qual as instituições de ensino têm lidado com a relação aluno cliente. “A educação não pode ser tratada como mercadoria. Um país que se quer soberano constrói um projeto educacional que valoriza os profissionais da educação. Não é possível tratar alunos como números para serem vendidos em bolsa de valores. Escola que trata educação dessa forma não pode ser levada a sério”, disse a presidenta.





A Universidade teria afirmado internamente que a demissão dos 1200 profissionais se deve ao fato de que todos recebiam salários acima do mercado, portanto, novos profissionais seriam contratados para diminuir o valor das remunerações.



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CENTRAIS SINDICAIS SE REÚNEM NA SEDE DA CTB MINAS PARA DISCUTIREM PRÓXIMAS AÇÕES




Dois atos foram deliberados, hoje as Centrais, movimentos sociais e estudantil se reuniram para uma manifestação durante a inauguração do Hospital do Barreiro.





Na manhã dessa terça-feira (12/12) as Centrais Sindicais do estado, movimentos sociais e estudantis se reuniram na sede da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) Minas para discutir quais serão as próximas ações unificadas na capital mineira. Dois atos serão realizados nos próximos dias, o primeiro foi hoje (14/12) durante a inauguração do Hospital do Barreiro, em Belo Horizonte. Já o segundo ato ocorrerá na próxima semana. Ambos os atos têm como foco principal a Reforma da Previdência.

As centrais sindicais não permitirão mais esse retrocesso e estão unidas para lutar contra a reforma da Previdência. Essa reforma dificulta a aposentadoria e não atende as necessidades dos trabalhadores brasileiros.

E é pensando em unificar ainda mais forças, que as centrais, os movimentos sociais e estudantis estão organizando um encontro estadual dos trabalhadores para continuar lutando contra o governo ilegítimo de Michel Temer que visa apenas retirar direitos historicamente conquistados pelos trabalhadores.

Para a próxima semana, será convocado um ato estadual contra a Reforma da Previdência. Para definir a organização e planejamento desse ato, uma nova reunião foi marcada para sexta-feira (15/12).


INAUGURAÇÃO DO HOSPITAL DO BARREIRO






Lideranças das centrais sindicais mineiras se encontraram na manhã desta quinta-feira (14/12) na inauguração do Hospital Metropolitano Doutor Célio de Castro, conhecido popularmente como Hospital do Barreiro. Autoridades municipais, estaduais e federais eram esperadas para o evento.





Um panfleto com as cinco principais mentiras do governo federal foi distribuído em diversos pontos do Barreiro, inclusive na portaria do novo hospital. 





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12 de dez. de 2017

CTB Minas participa de ato em defesa da UFMG e do Memorial da Anistia


Houve ainda um abraço simbólico no Coleginho, local escolhido para a construção do Memorial.






No último domingo (10), entidades de classe, movimento sindical, estudantil e social, além de representantes da classe política se reuniram em um ato contra a forma com a qual a Polícia Federal conduziu a operação “Esperança Equilibrista” na Universidade Federal de Minas Gerais. O ato também foi uma forma de defender a instituição de ensino e o Memorial da Anistia.





Na semana passada, a PF conduziu coercitivamente representantes da academia para investigar a construção do memorial, que está com as obras paralisadas. Entretanto, a ação das autoridades foi considerada desonrosa e com o intuito de denegrir a imagem da universidade.





Os manifestantes deram um abraço simbólico no Coleginho, local escolhido para abrigar o Memorial da Anistia. 





Veja abaixo o vídeo do momento do abraço simbólico.







































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Fetaemg leva milhares às ruas da capital mineira em ato público contra a Reforma da Previdência


Mais de 6 mil pessoas demonstraram sua indignação contra a reforma.






A voz de milhares de trabalhadores e trabalhadoras rurais mobilizados pela Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado de Minas Gerais (Fetaemg) ecoou nas ruas de Belo Horizonte na manhã dessa segunda feira (11). Mais de 6 mil pessoas de todas as regiões do estado vieram a capital mineira para manifestar e mostrar sua indignação contra a reforma da previdência social e todos os desmontes propostos pelo presidente Temer e sua equipe. 





A presidenta da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) Minas esteve presente nesse grande ato e falou com os manifestantes sobre a importância de se manterem firmes nessa luta contra a reforma da Previdência.





O ato público, idealizado pelo presidente da Fetaemg, Vilson Luiz da Silva, sua diretoria e as lideranças sindicais, começou por volta das 6h da manhã, com concentração na Praça da Estação. Em seguida os manifestantes seguiram para a agência do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) onde o presidente Vilson , junto a diretora da políticas sociais da Fetaemg, Maria Alves, protocolaram um documento que será entregue ao superintendente do órgão. Este documento é dirigido ao presidente Temer e o Congresso Nacional, e seu conteúdo representa a indignação da classe trabalhadora com vários pontos da reforma previdenciária. A Fetaemg há 50 anos luta pelos trabalhadores e trabalhadoras rurais de Minas Gerais e jamais desistirá da luta. São quase 600 sindicados que sabem que tem uma representação forte e pode contar com a Fetaemg. 

“Vamos lutar enquanto é tempo. A previdência social é um patrimônio dos trabalhadores do campo e da cidade, todos nós contribuímos. Se o governo quer cobrar, que seja dos banqueiros e dos grandes empresários que estão devendo, e não dos mais pobres. O governo não quer reformar a previdência e sim acabar com ela, para atender aos interesses de uma minoria. Nós, puxadores de enxada, não vamos aceitar essa reforma. Enquanto houverem trabalhadores e sindicatos fortes e organizados, vamos lutar para que este governo ilegítimo e impopular não retire mais nenhum direito nosso”, afirmou o presidente durante a caminhada.

Vilson reforça que a manifestação não é somente em defesa da previdência social, mas também para resgatar bandeiras de lutas históricas que estão paradas no país. “Hoje estamos aqui também para defender a reforma agrária, o crédito fundiário. Vamos lutar pelo nosso direito de ir e vir, pela democracia e pelo Brasil”, disse. O presidente ainda alerta para que todos observem bem os deputados federais mineiros que estão votando a favor do governo, para que nas próximas eleições sejam eleitos somente aqueles que de fato representam a classe trabalhadora.

A diretora da pasta de previdência social da Fetaemg, Maria Alves, destaca a grandiosidade do ato público promovido pela Federação. “ Hoje Minas Gerais ouve nossa voz, e damos aqui a certeza de que existem trabalhadores que querem viver no campo e acreditam que viver com dignidade é um direito. Por isso vamos continuar nos organizando, fortalecendo nossos sindicatos e continuando em marcha, até que todos os nossos direitos sejam mantidos”, falou.



Fonte: Fetaemg



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7 de dez. de 2017

Nota de indignação das Centrais Sindicais Mineiras em relação à atitude da Polícia Federal na UFMG


  
As Centrais Sindicias de Minas Gerais vêm a público demonstrar sua indignação com a forma com a qual a Polícia Federal (PF) realizou a ação na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) na manhã de ontem (06/12). Gestores da Universidade foram conduzidos coercitivamente e midiaticamente espetaculosa para a sede da PF, em Belo Horizonte para tratar sobre as investigações na construção do projeto do Memorial da Anistia.

A Constituição da República de 1988 assegura a qualquer cidadão o devido processo legal e a presunção de inocência – preceitos que não foram respeitados. Também não existe, por parte dos citados, nenhuma obstrução às investigações ou escusa a depoimentos esclarecedores, não existindo nenhum motivo concreto à ação ostensiva e deletéria da Polícia Federal.

Para as centrais houve exagero por parte da PF, o que leva a crer que há um viés político e mercadológico com o objetivo de desconstruir a imagem da instituição de ensino e a partir daí justificar a privatização e o desmonte das universidades públicas do país. As centrais reiteram sua indignação e repudiam veemente as ações abusivas e ratificam o compromisso em defesa da educação pública, gratuita e de qualidade bem como a restauração da democracia.

Centrais Sindicais.

CTB Minas,

Belo Horizonte, 07 de dezembro de 2017.





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5 de dez. de 2017

CTB Minas realiza ato nacional contra a reforma da Previdência em Belo Horizonte



Representantes do movimento sindical e social distribuíram cartilhas e panfletos informativos com os danos que a reforma causará aos trabalhadores e às trabalhadoras.





A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) Minas realizou junto às centrais sindicais do estado o ato nacional contra a reforma da Previdência, chamado de Greve Nacional, na manhã desta terça-feira (05/12), na Praça 7, em Belo Horizonte. Entidades sindicais e movimentos sociais aderiram a convocação feita pelas centrais e também participaram do ato. Um carro de som foi posicionado na praça, que é considerada o coração da capital mineira, e diversos líderes do movimento sindical e social distribuíram panfletos e cartilhas informativas sobre a reforma e os danos que essa poderá causar aos trabalhadores e trabalhadoras do país.






O ato teve como principal objetivo alertar a população de todo o país sobre os perigos da reforma que prevê o fim da aposentadoria. O Congresso deverá votar a reforma da Previdência nas próximas semanas. Por se tratar de uma Proposta de Emenda à Constituição, o governo federal precisa de no mínimo 308 para conseguir a aprovação da reforma.






Durante seu momento de fala, a presidenta da CTB Minas, Valéria Morato, citou as propagandas caluniosas veiculadas na grande mídia pelo governo ilegítimo de Michel Temer. Para a líder sindical, o objetivo da propaganda falaciosa é dividir a população para impedir a unidade na luta contra a reforma da Previdência. “O governo Temer gasta dinheiro para nos enganar, foram 90 milhões de reais gastos em propaganda para dizer que a Previdência Social é deficitária, fato que foi desmentido pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Previdência. Agora ele quer colocar trabalhador contra trabalhador e dizer que o funcionalismo público é privilegiado. É privilegiado? Privilegiado, meus amigos, é um presidente que se aposenta aos 55 anos e recebe 30 mil reais por mês”, citou.






Servidores do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) montaram uma tenda na Praça 7 para que a população pudesse esclarecer dúvidas e realizar agendamentos. 






PANFLETAGEM

Representantes da CTB Minas realizaram desde a semana passada panfletagens em locais de grande concentração de pessoas para convidar a população a participar do ato contra a reforma da Previdência. Na tarde de ontem, foi feita uma ação na portaria da Fiat e no início da manhã desta terça-feira representantes da CTB Minas se mobilizaram nas estações do BHBUS.
















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4 de dez. de 2017

CTB Minas reforça a convocação da sua base para a Greve Nacional, na próxima terça-feira


Concentração será na Praça 7, às 9h.





Na última sexta-feira (01/12) A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB Minas) convocou as centrais para uma reunião emergencial para definir sobre a programação em Minas Gerais da Greve Nacional. O ato ocorrerá nessa terça-feira (05/12), às 9h, na Praça 7.

O ato e as ações que já haviam sido deliberadas em reuniões das centrais anteriores também continuam sendo realizadas. Houve apenas a alteração do local de concentração, da Praça da Estação para a Praça 7.



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1 de dez. de 2017

CTB: Continuaremos nas ruas contra a Reforma da Previdência no dia 5 de Dezembro






A luta contra a Reforma da Previdência é uma luta estratégica para o nosso povo, a vigilância e resistência são fundamentais e a CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil) sabe da centralidade desta luta.

Nossa Central sempre defendeu e defenderá a unidade das centrais sindicais, por entender que a nossa luta segue comum objetivo: a defesa dos interesses da classe trabalhadora.

Diante da posição adotada pela maioria das Centrais, da qual discordamos profundamente, e entendendo ser estratégico aprofundar a dificuldade do governo em arregimentar apoio para votar o projeto que acaba com o direito à aposentadoria do nosso povo, a CTB orienta sua base a permanecer em luta DIA 5 DE NOVEMBRO e realizar ATOS na porta das sedes do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) em todas as cidades do país.

E mais, pela dinâmica dos estados, acreditamos que é possível ampliar esses atos com a participação de outras centrais sindicais, os movimentos sociais e a sociedade de forma geral, que está inconformada com a onda de ataques deste governo.

A CTB conclama à unidade e entende ser necessário uma reunião urgente das Centrais, confederações, federações e os Sindicatos das principais categorias para uma discussão sobre a construção da GREVE NACIONAL.

Entendemos que se o governo insistir em votar não nos restará outra alternativa que não seja parar o país.

Agora é a hora de mobilizar a sociedade para a resistência contra o desmonte da Previdência e em defesa dos direitos. Resistir a todo custo está no DNA da CTB e seguiremos firmes em nossa luta pela classe trabalhadora e pelo futuro do nosso povo.

Se botar pra votar, o Brasil vai parar!

01 de dezembro de 2017


Adilson Araújo
Presidente Nacional da CTB

Centrais Sindicais e movimentos sociais unificados lançam material para desmistificar falácias do governo federal sobre a Reforma da Previdência


Governo ilegítimo usa cinco mentiras para enganar a população brasileira.



As Centrais Sindicais e os movimentos sociais unificados lançaram um material com as cinco principais mentiras que o governo ilegítimo de Michel Temer está divulgando para enganar a população brasileira sobre a Reforma da Previdência.






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Justiça concede liminar que impede a veiculação da propaganda enganosa do governo federal sobre a Reforma da Previdência


Servidores públicos foram “usados” de forma indevida em propagandas do governo federal. Magistrada do Distrito Federal atendeu ao pedido das Entidades Sindicais e concedeu a liminar.


Nos últimos dias o governo federal passou a veicular nas grandes mídias propagandas alegando que o falso déficit previdenciário é causado por benefícios concedidos aos servidores públicos, sem ao menos citar que existem regimes de previdência diferentes. Além disso, foi citado que com o “corte de benefícios desses servidores”, haveria mais recursos para cuidar da saúde e educação, entretanto as fontes de custeio desses serviços são diferentes.

A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) Minas comemora a decisão da magistrada Rosimayre Gonçalves de Carvalho, do Distrito Federal, que retira a veiculação das propagandas mentirosas do governo ilegítimo de Michel Temer.

Veja abaixo a decisão da magistrada.







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