10 de mar. de 2018

CTB Minas participa do evento promovido pela ALMG, entidades sindicais e movimentos sociais em comemoração ao Dia Internacional da Mulher


Programação especial do evento teve como tema as Mulheres na Luta por Direitos: Resistência, Poder e Democracia.





A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) Minas, participou, durante a quinta-feira (8) das atividades promovidas pelas Centrais Sindicais, Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) e movimentos sociais pelo Dia Internacional da Mulher. A Praça Sete foi o grande palco do evento, assuntos como a violência e a perda de direitos, a luta pela inclusão nos espaços de poder e de decisão, além do atual momento político do país e suas consequências para as mulheres foram alguns dos temas abordados na audiência pública promovida pela Comissão Extraordinária das Mulheres. Além disso, ocorreram diversas apresentações culturais para os presentes.





A presidenta da CTB Minas, Valéria Morato ressaltou a importância de refletir nessa data tão importante para as mulheres, mas lembrou que é o momento de se manterem unidas e lutar para garantir direitos.





A secretária adjunta de mulheres da CTB Minas, Terezinha Avelar esteve à frente da organização do evento. 




A CTB Minas e o Fórum estadual das Mulheres Trabalhadoras das Centrais Sindicais participaram da Comissão de Organização do ato unificado. As centrais sindicais, ALMG e movimentos sociais realizam, todos os anos, uma audiência pública no Dia Internacional da Mulher. Este ano foi a primeira vez que esse evento ocorreu fora da ALMG e tomou as ruas da capital mineira.













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8 de mar. de 2018

Todo repúdio à tentativa de golpe nas eleições do Sindicato dos Servidores Públicos de Nova Lima pela chapa 2






Os candidatos derrotados no pleito para a eleição da direção do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Nova Lima apelaram à justiça contra a decisão dos trabalhadores (as) na eleição deste sindicato, em uma tentativa desesperada e inconsequente de reverter o resultado das urnas. Com tal ação, demonstram seu total desprezo tanto pela democracia como pelo resultado e vontade dos trabalhadores (as). Recorrem para que a justiça interfira na autonomia do sindicato, querendo suprimir a conquista legítima e democrática da paridade nas eleições do sindicato.     

Eleição esta, que ocorreu de forma transparente e democrática, respeitando o estatuto e envolvendo os trabalhadores (as) nas decisões, onde todos os interessados participaram em assembleias desde a aprovação de calendário eleitoral até o fim da eleição que é o resultado eleitoral.  

Em um cenário onde os (as) servidores (as) estão sendo gravemente ameaçados (as) em seu caráter e sua própria existência, através de uma crise planejada e do projeto reacionário encampado pelo governo ilegítimo de Temer, e do governo municipal de Nova Lima, os direitos dos servidores sendo atacados onde não cabe a imprudência da chapa 2 que só contribui para o enfraquecimento e o desmonte da unidade dos servidores. Perdedores inconformados.

A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) Minas, coerente com o princípio da unidade dos trabalhadores e respeitando sua vontade no resultado da eleição, envidará todos os esforços políticos e jurídicos contra esse ataque. Denunciaremos incansavelmente a toda comunidade e servidores públicos de Nova Lima este golpe e intervenção no sindicato.

E, desde já, conclamamos em especial todos (as) os (as) servidores (as), para que repudiem esse ato de desrespeito as suas decisões, inequivocamente manifestadas nos pleitos democráticos realizados.


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7 de mar. de 2018

CTB Minas divulga agenda de lutas para o Dia das Mulheres


Praça 7 será o centro das mobilizações do dia 8 de março.




A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) Minas divulgou, nesta quarta-feira (07), a agenda de lutas para o Dia das Mulheres, sob o tema: Resistência, poder e democracia. 

iversas ações simultâneas ocorrerão em Belo Horizonte, tendo como o principal “palco”, a Praça 7.

Veja abaixo a programação completa:

Dia 08/03 – quinta-feira
Local: Praça Sete

10h – Polícia Militar – Apresentação do Quarteto Musical – (1 viola, 2 violinos e 1 violoncelo)

10h15 a 10h50 Abertura Oficial – Audiência Pública “Mulheres na Luta por direitos: resistência, poder e democracia” – Comissão Extraordinária das Mulheres – Vereadoras Áurea Carolina e Cida Falabella, Secretária de Estado de Trabalho e Desenvolvimento Social (SEDESE)R – Rosilene Cristina Rocha, Secretária Municipal de Assistência Social, Segurança Alimentar e Cidadania (SMASAC) – Maíra Colares, Movimento de Mulheres Olga Benário e Casa Tina Martins (representando a soc. civil), Indira Xavier – Representante do Parlamento Jovem

10h50 a 11h – MOBSPBH – Grupo teatral da SMASAC

11h a 11h15 – Diretoria de Política para as Mulheres – PBH – Centro de Referência e Atendimento à Mulher em Situação de Violência (Benvinda)
Apresentação da Diretoria de Política para as Mulheres – PBH
Fala institucional do Benvinda – divulgação e explicação dos serviços prestados e panfletagem/explicação aos transeuntes.

11h15 a 11h30  – Aconchego –  Fala sobre a superação da mulher portadora do câncer nos aspectos emocional e físico

11h30 a 11h50 – Defensoras Populares  – Fala sobre a atuação como defensoras populares e a importância dessa iniciativa da defensoria pública

11h50 a 12h25  – Rede de Enfrentamento à Violência Contra a Mulher – Espaço aberto para representantes de todas as entidades que compõem a Rede de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres

12h25 a 12h30 – Associação das Caminhantes da Estrada Real (ACER) – Trata-se de grupo de mulheres que abraçaram um projeto maravilhoso, de proteção ao meio ambiente e o plantio de árvores, no entorno da Estrada Real e outros municípios de Minas, algumas atividades em acordo de cooperação com o governo de Minas.

12h30 a 13h – Frente Brasil Popular Mulheres na Luta pela Autonomia, Soberania Democracia – Fala sobre a organização das mulheres na luta do povo brasileiro, resgatando a luta das mulheres ao longo dos anos de maneira lúdica trazendo o projeto das “Mulheres Cabulosas da História”.

13h a 13h30 –  Microfone Aberto As mulheres e suas lutas (deixar este espaço para acolher as demandas que surgirem)

13h30 a 14h10 – Rede Feminista Nacional de Saúde, Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos – Fala sobre a defesa dos Direitos sexuais e reprodutivos no contexto capitalista.

14h10 a 14h20 – Associação Mães que Informam (AMI) – Oficina de Turbante (ao longo do evento) – Fala: Mãe de pessoa com deficiência sim, mas mulher também: como cuidar sem esquecer de si.

14h20 a 14h40 – Conselho Regional de Psicologia (CRP) –  Fala: Mulheres e Violência Institucional

14h40 a 15h15 – #PartidA MG Roda de Conversa: “Mulheres na Política: reinventar a democracia”, com a representante da #PartidA MG e professora da UFMG, Marlise Matos.

15h15 a 15h20 –  Visibilidade Feminina – Fala sobre visibilidade/invisibilidade das mulheres e suas pautas, sobre a necessidade de ocuparmos mais cargos de liderança e termos maior participação nas tomadas de decisões que afetam a vida de todos.

15h20 a 15h50 – Subsecretaria de Políticas para as Mulheres e Coordenadoria de Diversidade Sexual da Secretaria de Estado de Direitos Humanos, Participação Social e cidadania (SEDPAC) – “Às mulheres, todos os Direitos. Nenhum a menos” – conversar sobre os direitos das mulheres na perspectiva das mulheres negras, ciganas, indígenas, quilombolas, jovens, cis, trans, bissexuais, lésbicas, adolescentes, deficientes, idosas e de assentamentos, conforme a estrutura das Subsecretarias da SEDPAC.

15h50 a 16h – Fórum Estadual das Mulheres Trabalhadoras das Centrais Sindicais – CTB: Valéria Morato, Nova Central: Heloísa, CESP: Joelisia, SINDISEP: Maria Aparecida, Vigilantes/MG: Vera, Força Sindical: Kelli, Associação dos Aposentados: Claudete, Intersindical Químicos: Andreia

16h a 16h10 –  Conselho de Igualdade Racial Mulheres Negras, Indígenas e Ciganas

16h10 a 16h40 – Coordenação Nacional de Entidades Negras (CONEN) – “O aumento da Violência com as Mulheres Negras”: Ayana Amorim “Ataque as religiões de matriz africana, que traz um grande sofrimento para as mães de santo e demais praticantes das religiões”: Makota Celinha

16h40 a17h –  Frente de apoio ao Movimento de Humanização do Parto e Nascimento – Rede de Médicos Populares – Movimento BH pelo Parto Normal Humanização da Assistência ao Parto e Nascimento: ISHTAR/ Bem Nascer/ Doulas/ONGs de Aleitamento Materno e pela Primeira Infância / Sentidos do Nascer/ Somos Sofia / Nasce Leonina

17h a 17h30 –  Política de Prevenção à Criminalidade: Programas Mediação de Conflitos e Fica Vivo! “Aulão aberto de funk” e empoderamento feminino. Será realizado por uma oficineira do Fica Vivo! do Morro das Pedras e outros jovens do programa. Fala: “Mulher e periferia”. Será realizado por uma ou mais mulheres (Jovem do FV! ou oficineira e/ou atendida do Programa “Mediação de Conflitos.”

Os seguintes grupos farão intervenção ao longo do dia na Praça Sete: Coletivo Linhas do Horizonte, Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), Movimento do Graal no Brasil, Rede de Educadores de Economia Popular Solidária – REMEEPS/MG, PBH, PMMG, Programa Mediação de Conflitos, Política de Prevenção à Criminalidade.

Programações do Circuito Integrado

Dia 05/03 – segunda-feira
Horário: das 18h30 às 20 horas
• Aula inaugural do ciclo de palestras e debates Mulheres na Política: Histórias, Lutas, Conquistas e
Perspectivas
*Acompanhe a aula ao vivo pelo Facebook da Assembleia

Dia 06/03 – terça-feira
Horário: A partir das 9 horas, até o dia 8/3
Local: Praça da Assembleia
• Acampamento das mulheres do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) pela aprovação
da política estadual de tratamento dos atingidos por barragens e outros empreendimentos

Dia 07/03 – quarta-feira
Horário: das 8 às 18 horas
Local: Praça da Assembleia
• Acampamento das mulheres da Frente Brasil Popular de Minas Gerais
Informação completa do evento: https://www.facebook.com/events/1384176818360838/
• Roda de conversa com as mulheres do campo sobre o tema “Às mulheres, todos os direitos:
nenhum a menos”, realizada pela Subsecretaria de Políticas para as Mulheres, da Secretaria de
Estado de Direitos Humanos, Participação Social e Cidadania
• Tenda com oficinas, debates e apresentações culturais – Secretaria de Mulheres – Diretório
Estadual do Partido dos Trabalhadores Minas Gerais

Horário: 18 horas
Local: Assembleia Legislativa de Minas Gerais
• Noite Cultural Mulheres na Luta


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Centrais Sindicais se reúnem na CTB Minas para organizar o Encontro Estadual da Classe Trabalhadora de Minas Gerais

Encontro ocorrerá no dia 27 de abril, de 9h às 17h, no Hall das Bandeiras da ALMG, em Belo Horizonte.




A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) Minas se reuniu na manhã desta quarta-feira (07) com as centrais sindicais do estado para discutir e organizar o Encontro Estadual da Classe Trabalhadora de Minas Gerais. O Encontro está marcado para o dia 27 de abril, no Hall das Bandeiras da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), em Belo Horizonte, a partir das 9h.

Com o objetivo de ampliar os debates sobre os efeitos das reformas promovidas pelo Governo Federal (sancionadas e aguardando votação) na vida do trabalhador e da trabalhadora, esse Encontro contará com especialistas de diversas áreas para enriquecer as discussões.





Para o secretário geral da CTB Minas, Gelson Alves, esse momento é importante para a classe trabalhadora pois há muito o que discutir, principalmente após a aprovação de medidas que causam retrocessos nos direitos de todas as categorias.

“O Encontro Estadual da Classe Trabalhadora é um evento unificado, promovido pelas centrais sindicais mineiras. Será um dia inteiro de debates e discussões, há ainda a possibilidade de passeatas”, disse Gelson.

Uma nova reunião para a organização do evento ocorrerá no dia 21 de março, às 10h, na sede da CTB Minas.





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22 de fev. de 2018

Resistir para Reexistir





O movimento sindical vem se posicionando contrário à proposta de reforma da previdência, desde que a mesma foi apresentada em início de 2017. Entendemos que o teor da reforma é totalmente maléfico aos trabalhadores e trabalhadoras.


Foram convocados movimentos grevistas por categorias e até um dia de greve geral em abril de 2017. Os (as) representantes dos (as) trabalhadores (as) estiveram junto as suas bases dialogando sobre os impactos da fatídica proposta do governo na vida de todo o povo brasileiro. A ofensiva sindical foi também no sentido de pressionar os deputados, denunciando como votaram contra os trabalhadores e trabalhadoras na reforma trabalhista e na lei da terceirização irrestrita.


Todo esse esforço foi no sentido de dialogar com a população e desmentir toda a lorota apresentada pelo governo na tentativa de justificar a necessidade da tal reforma da previdência. O povo foi para as ruas e disse NÃO àqueles que pretendiam votar contra os trabalhadores e trabalhadoras mais uma vez. Como consequência, uma grande derrota foi imposta ao governo e à mídia golpista. A mídia não engoliu isso e decidiu que nesta semana os sindicatos e as centrais serão o alvo. Com inverdades e de forma unilateral, quer repassar a informação de desonestidade e de oportunismo por parte dos sindicatos sobre o imposto sindical.


O fato é que, antes da reforma trabalhista, a contribuição sindical constituía-se em parcela compulsória devida por todo integrante da categoria. O art. 513, “e” da CLT não foi alterado pela reforma, sendo de competência do sindicato a prerrogativa de propor contribuições a todos aqueles que participam de determinada categoria. A partir da Lei 13.467/2017 a cobrança dessa contribuição torna-se facultativa. Isso é o que de fato preconiza a Lei sobre o imposto sindical. O que tem circulado na mídia é uma falácia e tem a intenção, mais uma vez, de desestabilizar a organização dos trabalhadores e trabalhadoras.


O que também não está posto é que são preceitos legais e Constitucionais a convocação, por parte dos sindicatos, de assembleias gerais extraordinárias que autorizam as entidades sindicais a instaurarem dissídios coletivos, assinar convenções coletivas de trabalho, dentre outras prerrogativas estabelecidas no inciso IV do artigo 8º.


Cumpridos todos os requisitos, não há nenhuma ilegalidade como quer mostrar a mídia golpista.


Os trabalhadores e trabalhadoras organizados (as) podem alterar o rumo desse golpe. E é isso que querem impedir.


Pela dignidade da classe trabalhadora, RESISTIREMOS.


Valéria Morato, Presidenta da CTB/Minas


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21 de fev. de 2018

Centrais Sindicais se reúnem na sede da CTB Minas para realizar um balanço do Dia Nacional de Luta


Ações contra a Reforma da Previdência ocorreram em todo o país na última segunda-feira.






As Centrais Sindicais do estado mineiro se reuniram na sede da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) Minas, na manhã desta quarta-feira (21), para realizar um balanço do Dia Nacional de Luta, ocorrido na segunda-feira (19) e todo o país. Foram realizadas ações em diversas cidades de Minas Gerais, em Belo Horizonte houve panfletagem, atos em locais de trabalho e uma mobilização na Praça 7. Além do balanço, as lideranças sindicais também discutiram a organização do encontro da classe trabalhadora, organizado pelas Centrais Sindicais.


Para os presentes, de forma geral o Dia Nacional de Luta foi um sucesso, visto que após as manifestações contrárias à Reforma da Previdência, o governo federal recuou e afirmou que por enquanto não colocará em votação.





Os sindicatos ligados à CTB Minas aderiram à convocação da central e realizaram ações em diversos pontos do estado, como: Juiz de Fora, Varginha, Pouso Alegre e Montes Claros.


O secretário geral da CTB Minas, Gelson Alves conduziu a reunião das Centrais já com o intuito de traçar novas ações. “Estamos organizando um encontro da classe trabalhadora para discutir, junto às lideranças sindicais, a situação atual da classe trabalhadora sobre as perdas promovidas pelo governo ilegítimo do presidente Michel Temer”, disse. 


Uma nova reunião foi marcada para terça-feira (06/03), às 10h, para deliberar sobre o Encontro.


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19 de fev. de 2018

CTB Minas participa do Dia Nacional de Luta contra a Reforma da Previdência


Panfletagens ocorreram durante todo o dia e no final da tarde as centrais sindicais se reuniram na Praça 7, em Belo Horizonte.





A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) Minas participou do Dia Nacional de Luta contra a Reforma da Previdência, nesta segunda-feira (19), em todo o estado houve panfletagens e atos para informar a população sobre as mentiras ditas pelo governo ilegítimo para tentar aprovar essa reforma.





Nas primeiras horas, metalúrgicos se reuniram nas portas das fábricas para lembrar aos trabalhadores e trabalhadoras sobre os impactos da Reforma da Previdência. As Centrais Sindicais também se reuniram bem cedo para iniciar panfletagens em diversos locais do estado, como: estações de metrô e ônibus, aeroportos, universidades e postos de trabalho, com o objetivo de alertar a população.











Em Belo Horizonte, as Centrais Sindicais se uniram junto a movimentos sociais e estudantis, na Praça 7, na Praça 7 para protestar contra a Reforma da Previdência desse governo ilegítimo que só prejudica a classe trabalhadora, que pretende acabar com a previdência pública. Centenas de pessoas ocuparam a praça e seguiram em caminhada até a Previdência Social, na avenida Amazonas. Os manifestantes organizaram ainda um abraço simbólico em frente a previdência.







De acordo com a presidenta da CTB Minas, Valéria Morato, a resistência é importante para mostrar aos representantes políticos que estamos atentos e não aceitaremos essa reforma. “O que nós queremos desde sempre é dialogar com a população para romper essas mentiras que o governo tem tentado fazer, essa reforma não é necessária, o Brasil vive sem essa reforma e a Previdência Social não é deficitária. Por isso nós estamos nas ruas e não vamos sair enquanto essa reforma não for retirada de pauta”, disse.










PRÓXIMAS AÇÕES

Uma reunião das Centrais Sindicais será convocada para deliberar sobre quais serão as próximas ações.





Dia Nacional de Luta em Minas Gerais.

Pouso Alegre






Montes Claros






Juiz de Fora




Varginha








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8 de fev. de 2018

CTB Minas repudia a tentativa de censura dos deputados federais mineiros Newton Cardoso Junior, Raquel Muniz e Jaime Martins na campanha contra a Reforma da Previdência



Deputados judicializam a campanha nacional “Se votar, não volta”.


A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) Minas repudia veementemente a tentativa de censura provocada pelos deputados federais mineiros Newton Cardoso Junior, Raquel Muniz e Jaime Martins a partir da judicialização da campanha de esclarecimento nacional das centrais sindicais “Se votar, não volta”. Vale ressaltar que a campanha visa esclarecer à população sobre os efeitos da malfadada PEC 287, que prevê a Reforma da Previdência.

Tal atitude dos deputados mineiros citados demonstra a falta de comprometimento com a população mineira, com uma postura lamentavelmente antidemocrática, na tentativa de impedir que as centrais sindicais abordem junto aos trabalhadores e trabalhadoras as consequências do posicionamento favorável desses parlamentares frente a Reforma da Previdência.

Por fim, a CTB Minas reafirma seu compromisso com a população mineira e vai manter suas ações na luta para impedir que haja prejuízos aos trabalhadores e trabalhadoras de todo o país, mantendo sua postura contra a aprovação da Reforma da Previdência e denunciando os parlamentares que mantiverem votos favoráveis a essa PEC.




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CTB Minas adere ao Dia Nacional de Lutas, em 19 de fevereiro


Ações serão realizadas ao longo de todo dia, às 16h haverá ato na Praça 7.



A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) Minas aderiu ao Dia Nacional de Lutas, contra a Reforma da Previdência, em 19 de fevereiro. A Central convoca ainda sua base a participar desse Dia tão importante em defesa da aposentadoria dos trabalhadores e trabalhadoras de todo país.

A presidenta da CTB Minas, Valéria Morato, orienta a base a realizar atos em seus municípios, com o objetivo de denunciar à população os impactos da Reforma da Previdência.

Em Belo Horizonte, o ato está agendado para às 16h, na Praça 7. Vale ressaltar que haverá panfletagens ao longo de todo o dia.


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7 de fev. de 2018

Centrais sindicais mineiras se reúnem na sede da CTB Minas para discutir o Dia Nacional de Luta



CTB Minas convoca sua base a aderir ao movimento e realizar ações nesse dia em seus municípios.





As centrais sindicais nacionais deliberaram, na última semana, o Dia Nacional de Luta contra a Reforma da Previdência, no dia 19 de fevereiro. Em Belo Horizonte, as centrais mineiras se reuniram nesta quarta-feira (07/02) para discutir e organizar as ações para esse ato. 



“Unificar forças é fundamental nesse período em que a Reforma volta a tramitar no Congresso Nacional”, disse a presidenta da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) Minas. Essa reforma acaba com a aposentadoria de milhares de trabalhadores e trabalhadoras do país, por isso, a presidenta da CTB Minas, Valéria Morato, reafirma o compromisso da Central em lutar contra a Reforma da Previdência.



Valéria ressaltou a importância de realizar panfletagens nos locais de trabalho, aeroportos, estações de ônibus e metrô, e propôs que o Dia Nacional de Lutas tenha diversas ações, no sentido de esclarecer a população brasileira sobre os riscos dessa reforma.



Durante a reunião foi deliberado que em Belo Horizonte, o Dia Nacional de Luta será 19 de fevereiro, a partir das 16h, na Praça 7.





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6 de fev. de 2018

CTB Minas realiza panfletagem na manhã desta terça-feira no aeroporto de Confins



Ato contra a Reforma da Previdência ocorre em aeroportos de várias capitais do Brasil.





A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) Minas realiza, desde às 5h desta terça-feira (6), uma panfletagem no aeroporto de Confins contra a Reforma da Previdência. O objetivo é denunciar à sociedade a crueldade da proposta que visa acabar com a aposentadoria dos trabalhadores.





O ato ocorre em muitas capitais brasileiras desde o início da manhã de hoje sob a palavra de ordem “Se botar pra votar, o Brasil vai parar”. As centrais orientaram suas bases a entrarem em estado de alerta e ocupar os aeroportos, para iniciar o esquenta para o Dia Nacional de Luta convocado para o próximo dia 19 de fevereiro.





As agendas foram aprovadas na última reunião das centrais sindicais (CSB, CTB, CUT, Força Sindical, Nova Central, UGT, Intersindical), realizada dia 31 de janeiro, na sede da Força Sindical em São Paulo.


#CTBOcupaAeroporto em defesa da aposentadoria!








*Com informações do Portal CTB.




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1 de fev. de 2018

CTB Minas recebe lideranças sindicais para o Encontro pelo Combate ao Trabalho Análogo ao Escravo Contemporâneo e Ato Alusivo à Chacina de Unaí


Livro produzido pela Clínica de Trabalho Escravo e Tráfico de Pessoas da UFMG, "Trabalho Escravo: entre os achados da fiscalização e as respostas judiciais" foi lançado durante o encontro.






“Chacina de Unaí completa 14 anos. Mandantes, já condenados, mas ainda estão em liberdade”, assim abriu-se os trabalhos do ato solene que o Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho, que em conjunto com lideranças sindicais e de movimentos sociais, lembraram da Chacina de Unaí que ocorreu na cidade de Unaí, Minas Gerais, em 28 de janeiro de 2004, quando quatro funcionários do Ministério do Trabalho e Emprego foram assassinados na região, durante uma fiscalização de rotina em fazendas. Unanimemente o auditório lotado da sede da CTB, em BH, pediu a prisão dos mandantes da chacina, que continuam livres. O ex-prefeito de Unaí Antério Mânica, seu irmão Norberto, Hugo Alves Pimenta e José Alberto de Castro foram julgados e condenados em 2015. Somadas, as penas ultrapassam 220 anos, mas eles recorrem em liberdade. Na oportunidade, foi lançado o livro produzido pela Clínica de Trabalho Escravo e Tráfico de pessoas da UFMG, com o título "Trabalho escravo: entre os achados da fiscalização e as respostas judiciais", um resumo de ações e estatística da pasta.





Integraram a mesa organizadora do evento: a presidenta da CTB Minas, Valéria Morato; a procuradora-chefe do Ministério Público do Trabalho (MTP-MG), Adriana Augusta de Moura Souza; o procurador federal do Trabalho, José Eduardo de Resende; o auditor fiscal do Ministério do Trabalho e Previdência Social (MTPS); o juiz federal e coordenador da Clínica de Trabalho Escravo e Tráfico de Pessoas da Faculdade de Direito da UFMG, Carlos Haddad. 





O secretário geral da CTB Minas, Gelson Alves e a representante do Comitê Estadual de Atenção ao Migrante, Refugiado e Apátrida, Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas e Erradicação do Trabalho Escravo (Comitrate), Ana Paula dirigiram os trabalhos. 

Além dos citados, também estiveram presentes ao encontro os representantes das centrais sindicais: Central Única dos Trabalhadores (CUT), Rosângela; Nova Central Sindical dos Trabalhadores (NCST), Everson; Intersindical, Silvana e a União Geral dos Trabalhadores (UGT), Eduardo.


*Reportagem jornalista Rogério Reis


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