14 de mai. de 2014

Terceirizada fecha as portas e 12 mil pessoas perdem o emprego

Por não terem recebido o contracheque de abril, empregados da prestadora de serviços lotados no Ministério das Relações Exteriores fizeram protesto no Eixo Monumental  (Ed Alves/CB/D.A Press)
Por não terem recebido o contracheque de abril, empregados da prestadora de serviços lotados no Ministério das Relações Exteriores fizeram protesto no Eixo Monumental


Campeã de faturamento entre as empresas com contratos de terceirização de mão de obra na Esplanada, a PH Serviços fechará as portas por problemas de caixa. A decisão afetará os 12 mil empregados da prestadora que estão lotados no setor público, incluindo 44 órgãos do governo federal, entre ministérios, agências reguladoras, autarquias e fundações (veja quadro). O Ministério Público do Trabalho (MPT) abriu inquérito civil para apurar denúncias de que a firma deixou de pagar o salário dos funcionários referente a abril. Para isso, convocou representantes da companhia para uma reunião na próxima quinta-feira. A Controladoria-Geral da União (CGU) informou que a corregedoria da pasta vai instaurar um processo de responsabilização, do qual poderá resultar a declaração de inidoneidade da empresa.

Conforme o Correio denunciou na semana passada, empregados da PH lotados na Advocacia-Geral da União, nos ministérios da Fazenda e de Relações Exteriores e na Universidade de Brasília UnB) não receberam o contracheque do mês passado. Dados do Portal da Transparência mostram que, somente em 2013, a prestadora recebeu R$ 254 milhões do governo federal, e mais R$ 48,2 milhões nos três primeiro meses de 2014. Mas nem esse faturamento robusto impediu que a empresa quebrasse. O presidente da firma, Hélio Chaves, afirmou que encerrará as atividades porque tem um rombo de R$ 17,1 milhões nas contas, resultante de atrasos de pagamentos de clientes.

Ele detalhou que 60 órgãos públicos municipais, estaduais e federais estão com os repasses atrasados, e a maior dívida, de R$ 4,7 milhões, é a da Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais. “São R$ 2 milhões da fatura de março, R$ 2 milhões de abril e R$ 700 mil em diferenças de reajustes. A falta desses recursos desencadeou o problema na empresa porque lá tenho cerca de 600 vigilantes que trabalham nas escolas estaduais”, sustentou.

Versões
A secretaria informou que já emitiu ordem de pagamento referente aos serviços prestados pela empresa em março. A pasta informou que tem 30 dias para quitar as faturas e, como recebeu o boleto somente no início do mês passado, não cometeu nenhuma ilegalidade contratual. Com relação a abril, o governo de Minas explicou que tem até o fim de maio para desembolsar o dinheiro. Chaves ainda argumentou que o Ministério do Planejamento atrasou os repasses de fevereiro e março. Em nota, o Planejamento esclareceu que já fez o pagamento da fatura de fevereiro e foi autorizado pela PH a usar o valor de março para quitar diretamente os salários dos funcionários. 


Fonte: Correio Brasiliense

13 de mai. de 2014

20º Grito da Terra contará com mobilizações em todo o Brasil

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Em 2014, Ano Internacional da Agricultura Familiar, o Movimento Sindical de Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais se lança ao desafio de realizar o maior Grito da Terra Brasil (GTB) dos últimos 20 anos. “Por se tratar de um ano especial, o Conselho Deliberativo da onfederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag) definiu pela realização de um GTB com a participação direta dos trabalhadores e trabalhadoras rurais da base, reafirmando para o governo e a sociedade a nossa representação e representatividade no campo brasileiro”, explicou a secretária-geral da Contag, Dorenice Flor da Cruz.
Nesse 20º Grito da Terra Brasil, os temas em destaque são a Questão Agrária e a Organização Sindical. “Podemos adiantar que o peso das mobilizações em todo o País se dará, principalmente, a partir das negociações sobre esses temas. Tenho certeza que este será um grande Grito da Terra”, afirmou o presidente Alberto Broch.
A característica principal desse GTB será garantir a unidade do MSTTR mesmo com a diversidade de mobilizações em todo o País. “O Grito da Terra Brasil é uma marca registrada do nosso movimento sindical. E muitas conquistas só foram possíveis por causa da ousadia e persistência de homens e mulheres que vislumbraram no GTB um instrumento de luta da categoria trabalhadora rural, por isso ele se fortaleceu. Nesse sentido, no 20º GTB, convocamos a participação e envolvimento de todos(as) para garantirmos mais conquistas”, convocou Dorenice.
Agenda do GTB
A abertura do GTB ocorrerá em 12 de maio, em Brasília, com a presença da Comissão Nacional de Negociação – composta por cerca de 200 representantes das 27 Fetags. As negociações com o governo acontecerão de 13 a 19 de maio, envolvendo 19 ministérios e diversos órgãos governamentais e autarquias.
Já os atos serão realizados de forma descentralizada em todo o País – regionais, estaduais e municipais, concentrando esforços na Semana Nacional de Mobilização – 19 a 22 de maio, semana que Dilma Rousseff se comprometeu a dar uma resposta à pauta de reivindicações. No entanto, 20 de maio foi escolhido como o Dia D para a grande mobilização e pressão junto ao governo.
Pauta do 20º GTB
A pauta de reivindicações conta com 23 pontos centrais, que tratam da reforma agrária, fortalecimento da agricultura familiar, meio ambiente, juventude e sucessão rural, assalariamento rural, Plano Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica (Planapo), políticas sociais, relações internacionais, e organização e enquadramento sindical. Ao todo, são mais de 300 reivindicações, entre elas: assentamento de 150 mil famílias; e um montante de R$ 51,4 bilhões para o desenvolvimento sustentável da agricultura familiar, sendo R$ 30 bilhões para crédito de investimento e custeio do Pronaf e R$ 21,4 para as demais políticas e programas.
Clique AQUI para baixar a pauta na íntegra.
Fonte: Contag

12 de mai. de 2014

#NãoVaiTerAula: Professores da rede particular organizam paralisação na terça-feira (13)




Os professores de escola particulares de Belo Horizonte paralisam as atividades, nesta terça-feira, 13 de maio.

No mesmo dia, a categoria fará assembleia na Associação Médica (Av. João Pinheiro, 161, centro) às 9 horas, para discutir os próximos passos da campanha reivindicatória 2014.

Os professores reivindicam 10% de reajuste, entre outras questões que valorizam a profissão docente – como a equiparação dos pisos da educação básica.  

CTB conquista assento no Conselho Nacional dos Direitos da Mulher



Na última quinta-feira (08), as mulheres trabalhadoras conquistaram mais uma vitória com eleição da CTB para o Conselho Nacional dos Direitos da Mulher (CNDM). Tanto a campanha como votação foram feitas pela internet.

Para a secretária da Mulher Trabalhadora da CTB, Ivânia Pereira, que terá a missão de representar as trabalhadoras cetebistas, a conquista representa uma vitória.

“Foi um momento de democracia. O Conselho é um espaço qualificado de debate das políticas públicas para mulheres sobre a emancipação, a evolução das políticas públicas e, principalmente, em relação à desigualdade enfrentada pelas trabalhadoras do campo e da cidade”, afirma a sindicalista.

Ivania revela que além disso o órgão tem a função de fiscalizar e acompanhar a implantação e evolução dessas políticas. “O plano nacional é debatido e aprovado no Conselho, mas depois vem a etapa da execução e monitoramento”, destacou a sindicalista.

O resultado da eleição está publicado no portal da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM-PR).

A posse das novas conselheiras está prevista para acontecer na 16ª reunião ordinária do Conselho, marcada para 20 de maio, em Brasília.

O Conselho Nacional dos Direitos da Mulher (CNDM) foi criado em 1985, vinculado ao Ministério da Justiça, para promover políticas que visassem eliminar a discriminação contra a mulher e assegurar sua participação nas atividades políticas, econômicas e culturais do País.

Em 2003, passou a integrar a estrutura da Secretaria Especial de Políticas para Mulheres da Presidência da República, contando em sua composição com representantes da sociedade civil e do governo, o que amplia o processo de controle social sobre as políticas públicas para as mulheres.

Redes e articulações feministas têm 14 vagas de defesa dos direitos das mulheres. Mais sete lugares estão destinados para as organizações do movimento sindical.

Fonte: Portal da CTB

1º Congresso da Fitmetal será nos dias 30 e 31 de maio



Há quase quatro anos (1º de junho de 2010), nascia a Federação Interestadual dos Metalúrgicos e Metalúrgicas do Brasil (Fitmetal), entidades de abrangência nacional. A fundação se deu em função das necessidades objetivas e subjetivas de parcela bem representativa de operários conscientes de oito estados do Brasil, onde dirigimos sindicatos bastante expressivos que representam setores chaves da economia nacional como o automotivo, naval, siderúrgico, eletroeletrônico e máquinas (bens de capital).

A necessidade de uma referência nacional para organizar a luta dos metalúrgicos começou em 2007, com um grupo de lideranças de diversos estados, que queriam fundar uma entidade classista, plural, politizada, democrática e de luta. Hoje contamos com uma base de aproximadamente 400 mil metalúrgicos e metalúrgicas.

O trajeto percorrido pela Fitmetal nestes anos é vitorioso e está inserido nas lutas políticas (eleição de Dilma em 2010), eleições sindicais – não perdemos nenhum sindicato – e avançamos com o trabalho de oposições. A maioria dos sindicatos da entidade é filiado à CTB, mas participam também os metalúrgicos da CSB – tendo como principal dirigente o companheiro José Avelino Pereira, conhecido como “Chinelo”. 

Todos são filiados à UIS Metal, que, por sua vez, representa o braço da Federação Sindical Mundial (FSM) no ramo metalúrgico. Vale destacar o fato de a Fitmetal ter hoje na FSM o principal dirigente da UIS Metal, o secretário geral, o companheiro baiano Francisco Souza e Silva.

Lembramos que o 1º Congresso, que ocorrerá nos dias 30 e 31 de maio, em São Paulo, discutirá a política conjuntural, situação internacional, nossas lutas e irá renovar a diretoria para comandar a entidade nos próximos anos. Assim, pedimos o empenho de todos e todas para a mobilização deste magno acontecimento. À luta companheirada!


Por Marcelino da Rocha, presidente da CTB Minas e da Fitmetal (foto)

Congresso da Fetaemg termina com saldo positivo




Após quatro dias de intensas atividades, o 9º Congresso Estadual de Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Minas Gerais termina com saldo positivo na avaliação do presidente da Fetaemg, Vilson Luiz da Silva que destaca o nível elevado dos debates e a participação efetiva dos delegados e delegadas. “O desafio agora é implementar todas as propostas que foram aprovadas pelo plenário. Destaco com uma importante meta o avanço na organização política das nossas lideranças que estão na base. Logo que iniciar o mandato da nova diretoria, em 14 de junho, vamos traçar o nosso planejamento estratégico,” explica o dirigente.

Durante dois dias de debates, os cerca de 600 delegados e delegadas presentes no Congresso – representando os Sindicatos de Trabalhadores Rurais de todas as regiões do Estado, aprovaram propostas nas oito comissões temáticas: auto Sustentação Financeira e Gestão Sindical; Reforma Agrária e Meio Ambiente; Política Agrícola e Cooperativismo;; Assalariados e Assalariadas Rurais; Políticas Públicas e Sociais, Previdência e Assistência Social; Contra a discriminação da mulher, sua emancipação e ampliação de sua participação na sociedade e no MSTTR; Estrutura, Organização, Formação e Comunicação Sindical; Ampliação da participação de jovens e 3ª idade e políticas de igualdade racial. 

O próximo passo é sistematizar todas as propostas aprovadas para formular o Anais do 9º Congresso Estadual de Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Minas Gerais que nortearão as ações da Fetaemg nos próximos quatro anos. 

Nesta sexta-feira (09/05), encerrando o 9º CETTR  acontece a eleição da nova direção da Fetaemg para o mandato de junho de 2014 a junho de 2018.

A realização do 9º Congresso contou com as parcerias da Contag, Sindicatos dos Trabalhadores Rurais, Central dos Trabalhadores do Brasil (CTB) e Serviço Nacional de Aprendizagem Rural em Minas Gerais (Senar-MG).


Fonte: Imprensa Fetaemg

8 de mai. de 2014

Servidores do Hospital Municipal de Governador Valadares em GREVE




Os servidores do Hospital Municipal entraram em GREVE POR TEMPO INDETERMINADO a partir do plantão noturno do dia 07/05/2014(ontem). Apesar das ameaças, pressões e intimidações, a adesão dos funcionários do Hospital Municipal supera 70% de participação, sendo mantida apenas escala mínima para atendimento á população conforme determina a legislação.

Hoje (08/05) haverá diversas atividades na portaria do Hospital Municipal e ainda reunião com alguns vereadores(as) que em apoio aos servidores aprovaram Audiência Pública na Câmara Municipal de Governador Valadares. Os servidores aprovaram também participação nas atividades do Dia Nacional de Luta da Enfermagem que será realizada no dia 12 de maio em todo território nacional.

Vale ressaltar que os servidores municipais lotados no Hospital Municipal têm como princípio a ética profissional e o cuidado com a vida, e a despeito de todas as dificuldades profissionais sempre procuraram atender da melhor maneira possível a população.

Além da regularização da jornada 12 x 36, buscamos também salários dignos e melhoria nas condições de trabalho para TODOS e que o Hospital Municipal tenha condições de atender dignamente ao cidadão valadarense.

O SINSEM-GV reitera a sua disposição ao diálogo e à negociação e ressalta: A greve dos servidores municipais da saúde está sendo realizada dentro dos marcos do bom senso e da legalidade. Portanto, quaisquer prejuízos à população serão de inteira responsabilidade do Poder Público.

Os servidores sabem que a diretoria atuante do SINSEM-GV sempre tem feito a sua parte no processo de mobilização e conscientização dos Servidores. Mas é preciso aumentar nossa voz para que toda a categoria seja ouvida. Neste momento de LUTA, existem boatos de toda natureza e movimentos para tentar desmobilizar a categoria. Quaisquer denuncias ou informações, procure imediatamente orientações do seu sindicato.

7 de mai. de 2014

Unicidade Sindical é destacada durante abertura do 9º Congresso da Fetaemg



Cerca de 700 participantes, entre delegados e delegados representantes dos Sindicatos, autoridades e parceiros da Fetaemg prestigiaram a abertura do 9º Congresso Estadual de Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais, na noite desta terça-feira (06/05), em Caeté.

Em seu discurso, o presidente da Fetaemg, Vilson Luiz da Silva destacou a importância de se trabalhar para garantir a unicidade sindical e cobrou das autoridades presentes ações em benefício às famílias do meio rural.”A minha avaliação é positiva neste primeiro dia de Congresso, pois tivemos um número signficativo de participantes e espero que nos próximos dias possamos debater e aprovar propostas que realmente possam trazer benefícios para a categoria.” O presidente destacou como ponto forte dos debates no Congresso a questão da unicidade e estrutura sindical. “Neste momento que estamos vivendo, a classe trabalhadora precisa buscar a unicidade. Precisamos avançar também na reforma agrária e também em outras áreas.”

Já o presidente da Contag, Alberto Ercílio Broch destacou a importância do Congresso como um momento democrático para debater sobre questões de interesse dos trabalhadores e trabalhadoras rurais. “Esse Congresso tem como principais diretrizes discutir a unicidade sindical e avaliar sobre as ações da Fetaemg, os desafios para o próximo período e a importância política que os temas que serão debatidos têm a nível nacional.”

O secretário geral da Central dos Trabalhadores do Brasil (CTB), Wagner Gomes,que também participou da abertura, destacou a significativa participação dos rurais na Central e afirmou que o momento é de grande importância, não só para o Movimento Sindical, mas também para CTB, pois os temas que serão debatidos fazem parte da luta da Central. “Hoje os trabalhadores rurais signficam quase a metade da base da CTB e estamos conseguindo que eles trabalhem no mesmo rumo da nossa Central.”


Também participaram da abertura o secretário de Formação e Organização Sindical da Contag, Juraci Moreira Souza, o vice-presidente da Fetag São Paulo, Elias David de Souza, além de representantes dos Governos Federal e Estadual e entidades parceiras.

Durante os próximos dois dias os delegados e delegadas, divididos em grupos por comissões temáticas, irão debater os temas: Auto Sustentação Financeira e Gestão Sindical; Reforma Agrária e Meio Ambiente; Política Agrícola e Cooperativismo;; Assalariados e Assalariadas Rurais; Políticas Públicas e Sociais, Previdência e Assistência Social; Contra a discriminação da mulher, sua emancipação e ampliação de sua participação na sociedade e no MSTTR; Estrutura, Organização, Formação e Comunicação Sindical; Ampliação da participação de jovens e 3ª idade e políticas de igualdade racial.

As propostas aprovadas definirão as diretrizes operacionais da Fetaemg para os próximos quatro anos.
No último dia do Congresso (09/05) acontece a eleição da nova diretoria da Fetaemg para o mandato de junho de 2014 a junho de 2018.

A realização do 9º Congresso tem as parcerias da Contag, Sindicatos dos Trabalhadores Rurais, Central dos Trabalhadores do Brasil (CTB) e Serviço Nacional de Aprendizagem Rural em Minas Gerais (Senar-MG).


Fonte: Imprensa Fetaemg

Servidores de BH entram em greve

A CTB Minas divulgou nota de apoio aos servidores públicos de Belo Horizonte que decretaram greve geral. A decisão foi tomada pela categoria em assembleia na manhã desta terça-feira (06/05). Os servidores mantém a reivindicação de 15% de reajuste salarial e aumento do vale-alimentação para R$ 28,00, além de outros pontos gerais e da pauta de reivindicações específicas.


Veja abaixo a integra da nota assinada pela CTB-Minas:

TRABALHADORES  DA PREFEITURA DE BELO HORIZONTE APROVAM GREVE.

Todos os anos os trabalhadores do serviço público da prefeitura de Belo Horizonte fazem assembléias de aprovação da pauta de interesse dos trabalhadores: aumento salarial, melhores condições de trabalho, entre outros.

Esta assembleia aconteceu no dia 19/03/2014,foi aprovada a pauta de reivindicações, entre elas reajuste de 15%sobre os salários dos servidores.

Esta pauta foi entregue ao prefeito de Belo Horizonte no dia 09/04/2014 e a contra proposta aos trabalhadores veio somente ontem, dia 05/05/14, quase um mês após, com um misero reajuste de 5,56%, a ser pago em outubro de 2014.

É visível a precária situação do servidor publico e a perda gradativa do nosso poder de compra. Acumulamos perdas históricas  por reajustes abaixo da inflação. A piora das políticas públicas de segurança,saúde,educação,lazer e mobilidade urbana refletiram no ambiente de trabalho, trazendo aos servidores doenças e instabilidade emocional por más condições de trabalho.

Diante da insensibilidade e intransigência do prefeito de BH, não resta outra alternativa senão a greve geral, conforme a decisão legítima e soberana dos servidores em assembléia geral.
Conclamamos todos os setores do serviço publico de BH, saúde,educação,administração etc   a aderirem à greve geral.
Todos na luta
Unidade para a vitória.

A CTB se solidariza com os servidores e está junto nesta batalha.

Até a vitória
Quem participa decide

Quem luta conquista


Sindicalistas cobram aprovação imediata de proposições da pauta trabalhista

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A Câmara dos Deputados realizou, na terça-feira (6), no Plenário Ulysses Guimarães, comissão geral dos trabalhadores para discutir temas relacionados à classe com representantes das sete centrais sindicais (CTB, CGTB, CSB, CUT, FS, NCST, e UGT). 

O debate foi articulado pelo presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJC), deputado Vicente Candido (PT-SP), em razão do Dia Internacional do Trabalhador, celebrado em 1º de Maio.

Falaram em nome da CTB a secretária de Imprensa e Comunicação, Raimunda Gomes (Doquinha), e o vice-presidente da entidade, Joílson Cardoso. Também participaram da comissão os dirigentes cetebistas, Francisco Chagas (Chaguinha), secretário de Política Sindical e Relações Institucionais; e Pascoal Carneiro, secretário de Previdência, Aposentados e Pensionistas.

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Raimunda Gomes lembrou que, nos últimos dez anos, a classe trabalhadora vem dialogando com a sociedade e o Parlamento no sentido de imprimir uma agenda positiva que valorize os trabalhadores, que desenvolva o Brasil e priorize a distribuição de renda.
“Estamos aqui hoje para cobrar desta Casa agilidade na votação dos projetos que são de interesse dos trabalhadores e das trabalhadoras. Entendemos que a 8ª Marcha, realizada em abril, em São Paulo, e o evento de 1º de Maio, o Dia do Trabalhador, realizado no último final de semana, imprimem uma agenda em que a classe trabalhadora como um todo, unida em torno das centrais, defende bandeiras unitárias e viáveis”, disse a dirigente.
A dirigente ressaltou a expectativa das centrais com a realização da comissão geral. “Esperamos que este mês de maio realmente traga para a pauta os projetos que interessam a classe trabalhadora e melhoram a condição de vida de cada um, que desenvolva este País e que distribua renda.”
As centrais sindicais esperam que nesta semana e na próxima alguns projetos com tramitação conclusiva presentes na pauta dos trabalhadores sejam votados. Hoje, somente na CCJ da Câmara, existem mais de 150 proposições em tramitação.
Posição da CTB
O vice-presidente da CTB, Joilson Cardoso ressaltou que a pauta trabalhista apresentada é uma proposta viável para o desenvolvimento brasileiro. “Não há desenvolvimento sem que haja ao mesmo tempo distribuição de renda e justiça social. Fruto da nossa unidade em defesa da classe trabalhadora, da cidade e do campo, a pauta [trabalhista] representa a redefinição do pacto social com vistas ao desenvolvimento com justiça social.”
Ele também cobrou dos parlamentares uma resposta às manifestações populares. “Votar essas medidas é colocar a Câmara Federal em sintonia com as vozes das ruas, que cobrou a reforma urbana e, nós da CTB, enfatizamos a importância da reforma agrária e o fortalecimento da agricultura familiar, que está paralisada.”
O dirigente destacou o impacto positivo na vida dos trabalhadores com a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais, e falou sobre a importância da aprovação do projeto que acaba com o fator previdenciário. “O fim do fator previdenciário tem que ser combinado com a política de recuperação do salário dos aposentados, pois significa seguridade social para as famílias e para as crianças, afinal, o aposentado não especula na bolsa [de valores], e esse orçamento retorna a economia.”
E acrescentou: “É muito oportuna a realização desta comissão geral no mês em que comemoramos o 1º de Maio [Dia do Trabalhador] e os 71 anos da criação da CLT”, disse o dirigente, que parabenizou os líderes dos partidos que tiveram está iniciativa junto com as centrais sindicais, em especial os deputados Glauber Braga (PSB-RJ), Assis Melo (PCdoB-RS), e Roberto Santiago (PSD-SP).
Debate permanente
O dirigente da CTB e deputado federal Assis Melo (PCdoB-RS), enfatizou que o debate da pauta dos trabalhadores não pode acontecer só no mês em que se comemora do Dia do Trabalhador.
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“Aqui é uma Casa de debates e tem [por esta razão] que estar em debate permanentemente as questões do mundo do trabalho, os direitos dos trabalhadores. E não sonegar, quase por completo, este debate ou de avanços quase insignificantes do ponto de vista daquelas questões históricas, como é a questão da redução da jornada de trabalho”, disse o deputado.
E acrescentou: “Temos que garantir avanços. Precisamos, com esse movimento, fazer com que esse debate traga resultados. O importante, para nós, é que, neste mês de maio de 2014, consigamos pôr em pauta as discussões dos trabalhadores.”
Desenvolvimento
Segundo o diretor técnico do Departamento Intersindical de Estatística e Estudo Socioeconômicos (Dieese), Clemente Ganz Lúcio, a agenda trabalhista contribui para o desenvolvimento do País. “É muito importante que esta sessão construa essa agenda [dos trabalhadores], seja dos direitos, seja da organização sindical, e se faça presente desde o local de trabalho como instrumento de regulação das relações de trabalho. Que elas possam, na medida da regulação e da disputa na sociedade, constituir a estratégia de desenvolvimento do nosso País”, afirmou.
Na avaliação de Antônio Augusto de Queiroz, diretor do Departamento Intersindical e Assessoria Parlamentar (Diap), o debate sobre temas do mundo do trabalho significa tomar posições, escolher lados e fazer escolhas. “Sempre que os trabalhadores brasileiros, por meio de suas entidades de classe, apresentam uma pauta legislativa para garantir direitos que outros países já praticam, logo vêm com o argumento de que isso vai quebrar as empresas ou gerar desemprego. Nada mais falso. Esse mesmo argumento foi utilizado na Constituinte e naquela oportunidade houve redução da jornada de 48 para 44 horas; foi instituída a jornada de 6 horas para turnos ininterruptos de revezamento; houve aumento de um terço no valor das férias; houve ampliação da licença maternidade; foi instituída a licença paternidade; houve ampliação do aviso prévio, e nenhuma empresa quebrou. E olha que naquela época o país estava em profunda recessão”, explicou Queiroz.
O diretor do Diap resumiu os anseios da classe trabalhadora. “O que as entidades sindicais desejam é uma relação de emprego justa e digna. E isso pressupõe proibir despedidas imotivadas, jornada máxima de 8 horas diárias e 40 horas semanais, condições de proteção no trabalho, como forma de evitar estresse, doenças ou acidentes nos locais de trabalho, salário digno e aposentadoria.”
Projetos prioritários
Em todos os pronunciamentos, as centrais sindicais e os deputados da Bancada Sindical foram unânimes ao destacar as prioridades da pauta trabalhista, são elas: continuidade da política de valorização do salário mínimo (PL 7.185/14); redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais (PEC 231/95); o fim do fator previdenciário (PL 3.299/08); o fim da contribuição previdenciária dos aposentados (PEC 555/06); a destinação de 10% do PIB para a Educação Pública, como está previsto no Plano Nacional de Educação (PNE – PL 8.035/10); 10% do orçamento da União para a saúde (PLP 123/12); correção da tabela do Imposto de Renda; rejeição ao projeto que amplia a terceirização (PL 4.330/04); e regulamentação de duas convenções da Organização Internacional do Trabalho (OIT), a 151, prevista no PL 5.261/13, que normatiza a organização sindical dos servidores públicos, e a 158, prevista no PLP 8/03, que regulamenta a demissão sem justa causa.

Votação urgente

Na quinta-feira (8), os sindicalistas e deputados de diversas comissões permanentes da Câmara vão se reunir com o ministro da Secretaria de Relações Institucionais, Ricardo Berzoini, para apresentar o resumo da comissão geral dos trabalhadores e indicar ao governo as proposições que são prioritárias, passíveis de aprovação urgente, após avaliação do cenário de tramitação. A expectativa é alcançar consenso e destravar a votação dessas proposições consensuais.
De Brasília, 
Daiana Lima - Portal CTB 
Fotos: Valcir Araújo e Santa Alves 

6 de mai. de 2014

Servidores do Hospital Municipal de Governador Valadares decidiram por greve

Descrição: http://www.sinsemgv.com.br/imgnews/ft_greve_saude.jpg

Diante do não cumprimento por parte da administração municipal de Governador Valadares (MG), especialmente sobre a regularização da jornada 12x36, conforme previsto na LC 170/14 e Decreto 9.979, os servidores do Hospital Municipal da cidade, reunidos em Assembleia Geral convocada pelo Sindicato dos Servidores Municipais de Governador Valadares (Sinsem-GV), decidiram por unanimidade por decretar greve geral no Hospital Municipal a partir do plantão das 18h30min da quarta-feira (7).

O Sinsem-GV alertou por diversas vezes e cobrou providências para a administração municipal sobre o descontentamento dos servidores municipais lotados no Hospital Municipal de Governador Valadares sobre a esta situação.

Com este impasse e transcorridos 90 dias sem o cumprimento da nova jornada, não restou alternativa que não seja a greve geral. O movimento paredista poderá ser suspenso caso a Administração neste prazo de 7 dias cumpra a jornada aprovada no Plano de Carreira enviado pelo próprio executivo municipal e recém aprovado pelos (as) vereadores(as).

O Sinsem-GV já tomou todas as medidas para cumprimento da legislação em vigor e já comunicou oficialmente esta decisão dos servidores do Hospital Municipal junto ao Ministério Público, administração municipal, Secretaria Municipal de Saúde e demais autoridades competentes sobre a greve geral.

Desde já, o sindicato pede apoio da população valadarense para esta justa luta dos funcionários do Hospital Municipal e reitera a sua disposição ao diálogo e à negociação e ressalta que a greve dos servidores municipais do Hospital Municipal está sendo realizada dentro dos marcos do bom senso e da legalidade. Portanto, quaisquer prejuízos à população serão de inteira responsabilidade do Poder Público.

Além disso, foi decidido que será formada uma Comissão Especial de Greve com participação dos servidores e da diretoria do Sinsem-GV, bem como apoio total do Departamento Jurídico do sindicato que acompanhará de perto todo o processo do movimento grevista.

Fonte: Sinsem-GV

5 de mai. de 2014

Fetaemg realiza seu 9º Congresso Estadual de Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais




Começa nesta terça-feira, o 9º Congresso Estadual de Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Minas Gerais, que tem como tema central “Unidade para o Fortalecimento do Movimento Sindical”.  A abertura oficial do evento acontece às 18:30 horas no Hotel Tauá, no município de Caeté-MG. Participam o presidente da Contag, Alberto Ercílio Broch, o secretário de Formação e Organização Sindical, Juraci Moreira Souza, o vice-presidente da Fetag São Paulo, Elias David de Souza, além de representantes dos Governos Federal e Estadual e entidades parceiras.

São esperados cerca de 600 delegados e delegadas representando os Sindicatos de Trabalhadores Rurais de todas as regiões do Estado. Durante três dias serão debatidas e aprovadas propostas para as novas diretrizes operacionais do Movimento Sindical de Minas Gerais. Estão na pauta temas relacionados à valorização da mão de obra no campo, fortalecimento da agricultura familiar, políticas públicas, acesso à terra e estrutura e organização sindical, entre outros temas também importantes. No último dia do Congresso (09/05) acontece a eleição da nova diretoria da Fetaemg para o mandato de junho de 2014 a junho de 2018.  

As propostas para serem votadas durante o Congresso serão apresentadas em um documento base, divididas por áreas de atuação, organizadas em oito Comissões Temáticas: Auto Sustentação Financeira e Gestão Sindical; Reforma Agrária e Meio Ambiente; Política Agrícola e Cooperativismo;; Assalariados e Assalariadas Rurais; Políticas Públicas e Sociais, Previdência e Assistência Social; Contra a discriminação da mulher, sua emancipação e ampliação de sua participação na sociedade e no MSTTR; Estrutura, Organização, Formação e Comunicação Sindical; Ampliação da participação de jovens e 3ª idade e políticas de igualdade racial. 

As propostas aprovadas definirão as diretrizes operacionais da Fetaemg para os próximos quatro anos. 

O presidente da Fetaemg, Vilson Luiz, diz que o Congresso é também o momento para avaliar a atuação do MSTTR nos últimos quatro anos. Ele explica que o desafio é mais do que eleger uma nova diretoria da Fetaemg, é também traçar uma mudança de postura do Movimento Sindical, voltada para a necessidade de apresentar projetos e propostas que realmente venham de encontro às necessidades da categoria. “O Congresso é o momento para refletirmos sobre a atuação do Movimento Sindical de Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais, levando em conta os desafios que exigem uma postura mais firme para defender os interesses da categoria e lutar por políticas públicas para o campo.” 

Vilson ressalta ainda que diante da atual conjuntura, é fundamental aprofundar o debate em relação à unicidade sindical. “Nesse momento, em especial, é muito importante buscarmos a unidade dos trabalhadores e trabalhadoras rurais e o fortalecimento dos Sindicatos, pois assim vamos avançar em nossas lutas, seja na questão agrária, agrícola, valorização dos assalariados rurais e previdência social. Para isso, vamos chamar a atenção para a necessidade dos trabalhos junto às bases, pois o sindicalismo, a militância são feitos pela base. E o trabalhador precisa compreender a importância de se garantir a unicidade sindical, com estruturas fortes que possam representá-lo.” 

A realização do 9º Congresso tem as parcerias da Contag, Sindicatos dos Trabalhadores Rurais, Central dos Trabalhadores do Brasil (CTB) e Serviço Nacional de Aprendizagem Rural em Minas Gerais (Senar-MG).

Fonte: Imprensa Fetaemg

Grande Festa dos Sócios e posse da diretoria do Sindicato reuniram mais de 4 mil trabalhadores no Clube dos Metalúrgicos


















Mais de 4 mil associados prestigiaram a Festa dos Sócios e a solenidade de posse da nova diretoria do Sindicato dos Metalúrgicos de Betim, Igarapé e São Joaquim de Bicas, no Clube dos Metalúrgicos, em Betim, nesta quinta-feira, 1º de maio – Dia do Trabalhador.

Durante a posse, o presidente reeleito do Sindicato, João Alves de Almeida,  fez um agradecimento especial aos metalúrgicos sócios da entidade pela votação expressiva, de 98,7% dos votos válidos, nas recentes eleições, que garantiram um novo mandato à diretoria.

João Alves também fez uma saudação particular a todos os trabalhadores pelo Dia do Trabalhador, afirmando que a classe trabalhadora brasileira, embora com inúmeros desafios a enfrentar, têm motivos para comemorar.

“Com Lula e Dilma, os trabalhadores obtiveram grandes avanços, como, por exemplo, a política de valorização do salário mínimo, a legalização das centrais, os programas sociais como o ‘Bolsa Família’, ‘Mais Médicos’ e a construção de universidades e escolas técnicas por todo o país, para citar apenas alguns pontos positivos destes governos”, enumerou.

O presidente do Sindicato disse, também, que um dos principais desafios para os trabalhadores neste ano é, nas eleições gerais de outubro, garantir a reeleição de Dilma Rousseff para a presidência do Brasil.

“Temos que continuar este ciclo de mudanças implantadas no país para melhor, apostando numa política desenvolvimento com valorização do trabalho, dos trabalhadores, com mais empregos e mais renda para a classe trabalhadora”, afirmou.

Ele acrescentou que os metalúrgicos, em particular, devem estar unidos para lutar pelo fim do Fator Previdenciário, em favor da redução da jornada de trabalho, sem diminuição dos salários, e contra a aprovação do Projeto de Lei 4330, que permite a terceirização sem limites.

Para João Alves, no plano local, os metalúrgicos de Betim devem centrar esforços na luta pela conquista de salários mais dignos, com um piso salarial decente, contra o ritmo acelerado e desumano de produção implantando nas linhas de produção das fábricas, principalmente para acabar com as ocorrências de acidentes e doenças profissionais que atingem os trabalhadores da categoria.

“Além disso, temos que lutar para eleger Comissões Internas de Prevenção de Acidentes (CIPAs) mais combativas e com maior autonomia dentro das fábricas”, destacou.

Jô Moraes

Presente na solenidade de posse, a deputada federal Jô Moraes (PCdoB) saudou a diretoria do Sindicato pela vitória nas eleições, fez uma menção especial pela passagem do 1º de maio e reforçou a necessidade da unidade dos trabalhadores para vencer os desafios que estão pela frente.

“Temos que enfrentar as mentiras e deformações daqueles que querem interromper o mais belo ciclo de desenvolvimento iniciado pelo presidente metalúrgico Luiz Inácio Lula da Silva, que tem continuidade com o governo Dilma”, afirmou.

“Por isso, é importante que os trabalhadores estejam incorporados nesta luta para defender um Brasil desenvolvido, com valorização do trabalho, porque está nas mãos de cada um de vocês a continuidade de um país com melhores dias para o povo”, conclamou Jô Moraes.

A necessidade de mobilização e unidade dos trabalhadores também dominou o discurso do presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB Minas), Marcelino da Rocha, para quem a classe trabalhadora têm o desafio de, além de reeleger Dilma Rousseff, assegurar a presença de representantes da classe trabalhadora na Câmara dos Deputados e no Senado Federal. “É preciso que o trabalhador acredite no trabalhador, ou seja, temos que eleger políticos que representem os interesses da nossa classe”, ressaltou.

Já o secretário-geral do Sindicato dos Metalúrgicos de Caxias do Sul, Luiz Carlos de Oliveira, parabenizou a direção do sindicato de Betim pela vitória expressiva nas eleições. “Sabemos da importância desta entidade nas lutas a favor dos trabalhadores  metalúrgicos. Este é um Sindicato de ponta e de luta, que merece o nosso respeito”.

Festa

Após a solenidade de posse, os metalúrgicos associados e seus familiares curtiram a grande festa preparada pelo Sindicato e a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil em Minas Gerais (CTB Minas).

Ao som da Banda Êxito, que fez um grande show durante toda a tarde, os trabalhadores e familiares puderam se divertir num dia de alegria e descontração, no qual o Sindicato distribuiu refrigerantes, chope, picolés, pipoca e algodão doce à vontade, além de churrasquinhos.

As crianças tiveram direito a um kit com alimentos especialmente para elas e rua de lazer com diversos brinquedos e brincadeiras. Para o conforto de todos, foram instaladas enormes tendas com mesas e cadeiras em diversos pontos do Clube dos Metalúrgicos.

Nos intervalos do show da Banda Êxito, diretores do Sindicato fizeram o sorteio de inúmeros brindes aos sócios, como TVs de LED de 42 polegadas, micro-system, máquinas fotográficas digitais, ventiladores, fornos elétrico e de micro-ondas, escovas de cabelos elétricas, entre outros.

O sucesso do evento foi manifestado nas redes sociais. “Parabéns, festa linda! “Que essa direção seja coroada de muitas vitórias”, disse Rogéria Cássia. “Festa muito boa e bonita. Parabéns a todos os trabalhadores e ao Sindicato de Betim pela festa”, postou Maicon Jeanes no página do Sindicato no Facebook.

Confira a cobertura fotográfica da Festa dos Sócios e posse da diretoria no Facebook do Sindicato.


Fonte: Departamento de Imprensa – Sindbet

2 de mai. de 2014

Servidores do Hospital Municipal de GV decidem por greve geral



A partir do plantão das 18h30min do dia 07/05/2014 (quarta)



Diante do NÃO cumprimento por parte da Administração Municipal, especialmente sobre a regularização da jornada 12x36, conforme previsto na LC 170/14 e Decreto 9.979, os servidores do Hospital Municipal de GV, reunidos em Assembleia Geral convocada pelo SINSEM/GV, decidiram por unanimidade por decretar GREVE GERAL no Hospital Municipal a partir do plantão das 18h30min do dia 07/05/14 (quarta-feira).

O SINSEM/GV alertou por diversas vezes e cobrou providencias para a Administração Municipal sobre o descontentamento dos servidores municipais lotados no Hospital Municipal de Governador Valadares sobre a esta situação.

Com este impasse e transcorridos 90 dias sem o cumprimento da nova jornada, não restou alternativa que não seja a greve geral. O movimento paredista poderá ser suspenso caso a Administração neste prazo de 7 dias cumpra a jornada aprovada no Plano de Carreira enviado pelo próprio Executivo Municipal e recém aprovado pelos vereadores(as).

O SINSEM/GV já tomou todas as medidas para cumprimento da legislação em vigor e já comunicou oficialmente esta decisão dos servidores do Hospital Municipal junto ao Ministério Público, Administração Municipal, Secretaria Municipal de Saúde e demais autoridades competentes sobre a Greve Geral.

Desde já, o SINSEM/GV pede apoio a população valadarense para esta justa luta dos funcionários do Hospital Municipal e reitera a sua disposição ao diálogo e à negociação e ressalta: A greve dos servidores municipais do Hospital Municipal está sendo realizada dentro dos marcos do bom senso e da legalidade. Portanto, quaisquer prejuízos à população serão de inteira responsabilidade do Poder Público.

Além disso, foi decidido que será formada uma Comissão Especial de GREVE com participação dos servidores e da diretoria atuante do SINSEM/GV, bem como apoio total do Depto. Jurídico do SINSEM/GV que acompanhará de perto todo este processo junto ao MP, Administração Municipal, SMS e demais autoridades competentes.

Continuem apoiando e fortalecendo o SINSEM/GV.

Sindicato somos todos nós juntos.

O SINSEM/GV como sempre está fazendo sua parte.

Participe e venha para esta luta junto com o SINSEM/GV.

Quando lutamos juntos, a vitória é certa. Vem aí Campanha Reivindicatória 2014 - Aguardem!



Fonte: SINSEM/GV

30 de abr. de 2014

Sindicalistas pedem reestruturação do Ministério do Trabalho durante audiência sobre acidentes de trabalho


Mais um pedido de socorro de todos os trabalhadores de todas as categorias profissionais. Assim o presidente da CTB-Minas, Marcelino Rocha, considerou a realização da audiência pública da Comissão da Comissão do Trabalho, da Previdência e da Ação Social  da Assembleia Legislativa (ALMG) que aconteceu na tarde desta terça-feira (29/04). Convocada a requerimento do deputado Celinho do Sinttrocel (PCdoB), a audiência fez parte das atividades que  marcam o Dia Mundial em Memória das vítimas de acidentes de trabalho, celebrado em 28 de abril.
A audiência também serviu para confirmar o desmantelamento do Ministério do Trabalho. Marcelino chamou a atenção para a necessidade de um governo que tenha compromisso com a classe trabalhadora e faça os investimentos necessários para que a fiscalização e estruturação do Ministério do Trabalho para que possa ser um suporte no combate aos acidentes e doenças do trabalho.

“As novas formas de adoecimento físico e mental combinado com os velhos acidentes de mutilações e mortes, colocam uma necessidade urgente de um enfrentamento mais organizado contra a sanha capitalista de tudo que visa o lucro sem respeito a vida” alertou Marcelino. 
Só em 2012, mais de 705 mil pessoas foram vítimas de acidentes de trabalho no País; desse total, 2.731 morreram e 14.755 ficaram permanentemente incapacitadas. Isso significa que, por dia, 30 trabalhadores sofrem sequelas definitivas e oito morrem. O Brasil possui a quarta taxa de mortalidade decorrente de acidentes laborais no mundo. Os dados, da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e do Anuário Estatístico da Previdência Social de 2012, foram apresentados na audiência pública. 
A audiência, que reuniu todas as Centrais Sindicais, auditores fiscais, juízes do trabalho e trabalhadores em geral, teve o objetivo de debater as condições de trabalho em Minas Gerais.
O deputado Celinho do Sinttrocel chamou a atenção para o lobby de empresários do agronegócio interessados em promover mudanças na Lei Federal 12.619, que regulamenta a jornada dos motoristas profissionais. As alterações, segundo ele, trarão prejuízos para a categoria, que ocupa o segundo lugar em índices de acidentes no País e o primeiro no Estado de Minas Gerais.
Segundo o deputado, o aumento da jornada de trabalho dos motoristas se configura como uma ameaça e um retrocesso. “O Brasil é hoje a sexta economia mundial e possui a quarta taxa de mortalidade decorrente de acidentes do trabalho do planeta”, denunciou. Ele ressaltou que a maioria das pessoas vitimadas são jovens adultos entre 20 e 35 anos, 31% dos quais na faixa até 29 anos, “no auge de sua força produtiva e com famílias recém-criadas”.
O deputado citou dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) segundo os quais na região Sudeste, a cada grupo de 100 trabalhadores, um é portador de lesões por esforço repetitivo (LER). “Minas Gerais ocupa o segundo lugar no vergonhoso ranking nacional”, disse. Além da LER e dos acidentes de trabalho, asmas, dermatoses, distúrbios mentais, lesões osteomusculares, perdas auditivas induzidas por ruídos e pneumoconioses estão entre as doenças laborais mais recorrentes.
Ele ainda apontou dados divulgados pelo senador Paulo Paim (PT-RS), segundo os quais as doenças ocupacionais e os acidentes de trabalho geram, por ano, um gasto superior a R$ 70 bilhões em saúde. Segundo o Anuário Estatístico da Previdência Social, existem hoje mais de 200 patologias relacionadas ao mundo do trabalho.

O deputado Celinho do Sinttrocel e vários convidados também defenderam a preservação da NR12, norma regulamentadora do Ministério do Trabalho que dispõe sobre referências técnicas, princípios fundamentais e medidas de proteção para garantir a saúde e a integridade física dos trabalhadores e estabelece requisitos mínimos para a prevenção de acidentes e doenças do trabalho. Segundo denunciaram, há também um forte lobby de parte do patronato que busca flexibilizar essa norma.



A coordenadora do Fórum Sindical e Popular de Saúde e Segurança do Trabalhador de Minas Gerais, Marta de Freitas, e o auditor fiscal Marcos Ribeiro Botelho, do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho, denunciaram “o sucateamento do Ministério do Trabalho e do Emprego” e defenderam mais investimentos no setor, inclusive com a abertura de mais vagas em concursos para auditores fiscais.
“Os auditores, que têm o dever de fiscalizar as condições de trabalho nas empresas, estão trabalhando em condições indignas”, acusou Marta de Freitas. Segundo ela, o Brasil conta com apenas 2.800 auditores fiscais, dos quais somente 2.000 estão nas ruas - os demais trabalham em atividades internas, igualmente importantes e necessárias.
País gasta R$ 100 bilhões por ano com acidentes de trabalho

Outro auditor fiscal do trabalho, Ricardo Ferreira Deusdará, os acidentes de trabalho consomem de 3% a 4% do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil - cerca de R$ 100 bilhões por ano. “Esse dinheiro poderia ser aplicado em saúde, educação, transporte e habitação para melhorar as condições de vida da população”, disse. Segundo ele, o trauma decorrente “é terrível porque envolve perdas, mutilações e sofrimento psíquico intenso”.
Ricardo Deusdará denunciou ainda que as empresas, de modo geral, se eximem da obrigação de investir em segurança coletiva, fixando-se apenas nos equipamentos de proteção individual, os chamados EPIs, como capacetes e máscaras, que são necessários mas nem sempre resolvem o problema. Muitas indústrias, segundo ele, trabalham com máquinas e equipamentos obsoletos.
Com informações da ALMG




29 de abr. de 2014

Protestos realizados pelo Sindicato marcam o Dia Mundial em Memória das Vítimas de Acidentes de Trabalho em Betim






O Sindicato dos Metalúrgicos de Betim e Região realizou dois atos públicos pelo fim dos acidentes e por melhores condições de trabalho e segurança nas fábricas da base, na tarde da última segunda-feira (28) - Dia Mundial em Memória das Vítimas de Acidentes de Trabalho.
Os atos públicos, nas portarias das metalúrgicas Tower Automotive e  Nemak/Teksid do Brasil, reuniram dirigentes da entidade e representantes da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil em Minas Gerais (CTB Minas) e do Fórum Sindical e Popular de Saúde e Segurança do Trabalhador (FSPSST).
Portando faixas com dizeres como “Basta de acidentes, melhores condições de trabalho já!” e “Menos doenças e mais saúde nas fábricas”, os dirigentes do Sindicato e das demais entidades denunciaram as más condições de trabalho nas fábricas da região e cobraram medidas imediatas das empresas para garantir a saúde e a segurança dos trabalhadores.
“Saímos de casa para trabalhar, mas não sabemos se vamos voltar. Alguns voltam mutilados e outros nem voltam. Temos que responsabilizar a ganância patronal e estas empresas que mutilam e matam trabalhadores”, disse o vice-presidente do Sindicato, Paulo Moreira dos Santos.
Ele lembrou que a luta não deve ser apenas para melhorar as péssimas condições das máquinas causadoras de doenças e acidentes no trabalho. “Também é preciso combater o assédio moral e a pressão por horas extras nas empresas, que têm abalado psicologicamente os trabalhadores, contribuindo significativamente para a ocorrência de doenças e acidentes”, observou.
O vice-presidente do Sindicato defende que os trabalhadores não se submetam a condições precárias de trabalho e, além de denunciar os casos de precariedade ao Sindicato, devem exigir da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa) e da Segurança do Trabalho da empresa em que trabalham medidas de prevenção às doenças e acidentes.
“A cada dia, tem se tornado mais comum operários trabalharem com remédios e atestados médicos no bolso. Temos que acabar com isso. Precisamos trabalhar sim, mas com respeito, dignidade e democracia nas fábricas.       
Para que isso aconteça, nós, trabalhadores e Sindicato, temos que nos manter unidos e mobilizados”, sinalizou o vice-presidente.


Exército de inválidos

Presente na manifestação na Tower, a coordenadora do Fórum Sindical e Popular de Saúde e Segurança do Trabalhador, Marta de Freitas, considera que as empresas, ao impor más condições de trabalho a seus empregados, têm criado “um exército de inválidos”.
“São jovens de até 29 anos que estão perdendo seus dedos, mãos e braços e a própria vida nas fábricas, quando deveriam estar ali para ganharem o pão de cada dia para sustentar suas famílias e serem felizes. É hora de darmos um basta nisso, não podemos mais conviver com esta situação”, enfatizou.
Segundo Marta de Freitas, o 28 de abril, antes de ser o dia em memória às vítimas de doenças e acidentes do trabalho, deve ser um momento de reflexão e de luta de todos os trabalhadores por melhores condições de trabalho.



Risco na Tower

Escolhida para receber a primeira das manifestações do Dia Mundial em Memória das Vítimas de Acidentes de Trabalho, a Tower Automotive voltou a ser motivo de preocupação para os trabalhadores da empresa e a direção do Sindicato.
Nesta segunda-feira, o Sindicato recebeu denúncia de um trabalhador relatando que uma prensa (foto), instalada próximo do local do acidente ocorrido no dia 13 de março, estava com duas tampas presas somente por um parafuso cada, colocando em risco os inúmeros trabalhadores que transitam próximo à máquina.
“As tampas poderiam se soltar e cair na cabeça de alguém, causando mais um grave acidente. O fato foi comunicado pelos trabalhadores à manutenção do 3º turno da Tower por volta de 3 horas da manhã, mas, até o final do turno, o problema permaneceu sem solução”, criticou o diretor do Sindicato Robson Teixeira, que trabalha na empresa.
No dia 13 de março, um metalúrgico perdeu as duas mãos numa prensa da Tower.

Fonte: Departamento de Imprensa – Sindbet