14 de dez de 2017

CTB sobre adiamento da votação da reforma da Previdência: "A luta segue mais que nunca"



Governo anuncia: reforma da Previdência vai a votação em fevereiro. O recuo do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, se converte em uma vitória parcial do conjunto da classe trabalhadora brasileira.

Há de se destacar que mesmo pressionado pelo mercado, financiado pelo rentismo e despejando as burras de dinheiro, o ilegítimo governo Temer não conseguiu votos suficientes pra colocar em votação a contrarreforma da Previdência.

Vencemos uma batalha, mas a guerra continua. E a saída do governo foi anunciar que a reforma da Previdência vai a votação no dia 19 de fevereiro de 2018.

Vitória do povo

O adiamento só reforça a centralidade da agenda unitária da Centrais Sindicais. A manutenção do ESTADO DE GREVE PERMANENTE e a mobilização total nos estados será fundamental. Ganhamos forças para fazer mais pressão junto aos parlamentares e se o governo insistir em colocar para votar, seja em qualquer dia de fevereiro de 2018, “O BRASIL VAI PARAR”.

2018 já sinaliza os desafios que teremos e nós estaremos vigilantes não só em defesa dos direitos da classe trabalhadora, mas na luta pela elevação de uma projeto de Brasil que tenha por centro a geração de emprego, com valorização do trabalho e distribuição de renda.

É unânime nas bases que a proposta de reforma do governo é inaceitável. A CTB reitera a orientação para as suas bases de resistência total. Iremos manter nossa agenda de mobilização e nos manteremos em estado de alerta contra o desmonte da previdência.

Adilson Araújo
presidente nacional da CTB


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CTB Minas unifica forças aos alunos da Faculdade Estácio de Sá




Alunos pedem a reintegração dos 1200 professores demitidos.



Na última semana, a Universidade Estácio de Sá anunciou a demissão de 1200 professores de sua rede em todo o país. Entretanto, alunos de diversos campis e as Entidades Sindicais correspondentes estão se mobilizando a favor dos docentes. 





Em Minas Gerais, na noite de ontem (11), dezenas de alunos, representantes de movimentos sindicais e sociais se uniram em um ato que pedia a reintegração dos 60 professores demitidos. Os alunos afirmam que caso não haja o retorno pedido, não haverá matrículas para o próximo semestre.





É importante ressaltar que a central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) Minas está unificando forças junto aos alunos, professores e funcionários da Universidade, pois acredita que educação é necessidade básica e não deve ser tratada como comércio. 

A presidenta da CTB Minas, Valéria Morato, falou sobre a forma com a qual as instituições de ensino têm lidado com a relação aluno cliente. “A educação não pode ser tratada como mercadoria. Um país que se quer soberano constrói um projeto educacional que valoriza os profissionais da educação. Não é possível tratar alunos como números para serem vendidos em bolsa de valores. Escola que trata educação dessa forma não pode ser levada a sério”, disse a presidenta.





A Universidade teria afirmado internamente que a demissão dos 1200 profissionais se deve ao fato de que todos recebiam salários acima do mercado, portanto, novos profissionais seriam contratados para diminuir o valor das remunerações.



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CENTRAIS SINDICAIS SE REÚNEM NA SEDE DA CTB MINAS PARA DISCUTIREM PRÓXIMAS AÇÕES




Dois atos foram deliberados, hoje as Centrais, movimentos sociais e estudantil se reuniram para uma manifestação durante a inauguração do Hospital do Barreiro.





Na manhã dessa terça-feira (12/12) as Centrais Sindicais do estado, movimentos sociais e estudantis se reuniram na sede da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) Minas para discutir quais serão as próximas ações unificadas na capital mineira. Dois atos serão realizados nos próximos dias, o primeiro foi hoje (14/12) durante a inauguração do Hospital do Barreiro, em Belo Horizonte. Já o segundo ato ocorrerá na próxima semana. Ambos os atos têm como foco principal a Reforma da Previdência.

As centrais sindicais não permitirão mais esse retrocesso e estão unidas para lutar contra a reforma da Previdência. Essa reforma dificulta a aposentadoria e não atende as necessidades dos trabalhadores brasileiros.

E é pensando em unificar ainda mais forças, que as centrais, os movimentos sociais e estudantis estão organizando um encontro estadual dos trabalhadores para continuar lutando contra o governo ilegítimo de Michel Temer que visa apenas retirar direitos historicamente conquistados pelos trabalhadores.

Para a próxima semana, será convocado um ato estadual contra a Reforma da Previdência. Para definir a organização e planejamento desse ato, uma nova reunião foi marcada para sexta-feira (15/12).


INAUGURAÇÃO DO HOSPITAL DO BARREIRO






Lideranças das centrais sindicais mineiras se encontraram na manhã desta quinta-feira (14/12) na inauguração do Hospital Metropolitano Doutor Célio de Castro, conhecido popularmente como Hospital do Barreiro. Autoridades municipais, estaduais e federais eram esperadas para o evento.





Um panfleto com as cinco principais mentiras do governo federal foi distribuído em diversos pontos do Barreiro, inclusive na portaria do novo hospital. 





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