22 de ago de 2017

Contra leilão, movimento realiza abraço simbólico na Cemig



Um dos patrimônios dos mineiros  e do Brasil no estratégico setor de energia está sob ataque do governo golpista. Para impedir o leilão de quatro usinas da Cemig propostas pelo governo Temer, movimentos sociais, sindicais e segmentos políticos se mobilizam e realizaram na tarde desta segunda-feira (15) um abraço simbólico na sede da empresa estatal de Minas Gerais. O futuro das usinas de Jaguara, São Simão, Miranda e Volta Grande que representam 50% de toda a energia elétrica gerada pela Cemig está ameaçado.



Depois do cordão humano em volta da Cemig, os manifestantes fizeram um ato com a presença de diversas lideranças políticas. A CTB-MG participa das atividades em defesa da Cemig. A campanha “mexeu com Minas, mexeu comigo” já conta com apoio de diferentes representações e lideranças.  Para a CTB, a venda das usinas é o ponta-pé para privatizações e o projeto entreguista desejado por Temer e os usurpadores do poder. 


CTB-MG acompanha em Ouro Branco providencias para responsabilização de mortes de metalúrgicos




Garantir a assistência às vítimas e familiares dos(as) trabalhadores(as) que estavam na usina da Gerdau  quando explodiu na última terça-feira (15/08). Foi com esse objetivo que a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil em Minas Gerais (CTB-MG) e a Federação Intermunicipal dos Metalúrgicos (Fitmetal) acompanharam a visita da Comissão de Trabalho da Câmara dos Deputados na cidade de Ouro Branco na manhã de hoje (21). A deputada federal Jô Moraes (PCdoB) representou os parlamentares da comissão. A explosão matou dois trabalhadores e feriu 12. No ano passado outro “acidente” provocou cinco mortes.

A exposição dos(as) trabalhadores(as) ao risco de morte durante o exercício do trabalho preocupa. O grupo de sindicalista e a deputada Jô Moraes se reuniram com a direção do Sindicato dos Metalúrgicos de Ouro Branco e estiveram na Câmara dos Vereadores da cidade. Uma audiência pública está agendada para o dia 4 de setembro.

Os(as) sindicalistas cobram a definição de medidas  que responsabilize a Gerdau e estabeleça a prevenção da saúde e segurança dos(as) trabalhadores(as). O presidente da Fitmetal Marcelino Rocha afirma que um documento que envolve diferentes entidades está sendo articulado nacionalmente para   exigir “da Gerdau plano de ação para minorar os acidentes de trabalho e evitar mortes como tem ocorrido nesses 12 meses”, enfatiza.

Já a presidenta da CTB-MG Valéria Morato reforça que com o histórico de acidentes na planta da usina, essa última explosão se torna um crime que expõe a vida do trabalhador.  “Isso demonstra o descompromisso da Gerdau com a saúde e segurança dos(as) trabalhadores(as)”.

Valéria também chama atenção para o grave momento político do Brasil e o impacto deste crime com a devastação dos direitos trabalhistas. A reforma trabalhista expõe ainda mais a situação da classe trabalhadora com a perda de direitos como a pensão por morte. “A vida do trabalhador é medida pelo seu salário, diferenciando e estabelecendo cada vez mais a divisão de classes em nosso país” explica Valéria.


Até o momento a Gerdau não apresentou nenhuma resposta e o sindicato não teve sequer autorização para visitar o local da explosão. Uma das reivindicações dos dirigentes do sindicato é criar um comitê de emergência para evitar essas fatalidades.


Essas medidas também estão sendo cobradas pela deputada Jô Moraes. “Em nome da Comissão do Trabalho estamos aqui acompanhando esta proposta para que a Gerdau garanta um plano de ação emergencial de prevenção do acidente de trabalho. Não queremos mais vítimas. Queremos além do emprego, também as vidas”, afirmou Jô em uma transmissão ao vivo que fez pelo Facebook.  


21 de ago de 2017

Diversidade e defesa do SUS marcam Conferência da Saúde da Mulher



As diretrizes para a política nacional de atenção à saúde das mulheres foram debatidas por 1.800 delegadas e delegados de todo o país na segunda edição da Conferência Nacional da Saúde da Mulher que terminou ontem (20) em Brasília. A defesa do Sistema Único de Saúde (SUS) e a democracia, ameaçada com o governo golpista, também nortearam o evento.

Para debater os pontos essenciais do atendimento à saúde da mulher a marca da Conferência foi a diversidade, com presença forte de indígenas, negras, população trans, quilombolas, ribeirinhas e todas minorias sociais. Representando a União Brasileira das Mulheres (UBM) e a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil em Minas Gerais (CTB-MG), Terezinha Avelar analisa positivamente o resultado da Conferência. Terezinha destaca a aprovação de temas que estão na ordem do dia das lutas feministas como o parto humanizado e a descriminalização do aborto. Apesar de conquistarem o eixo para descriminalizar o aborto no país, Terezinha chama atenção para o embate conservador orquestrado por uma minoria na Conferência.

O relatório final da conferencia ainda será divulgado e trará os temas aprovados durante os dois dias de intensos debates. A UBM e a CTB estavam organizadas em todos os eixos e com participação na relatoria da Conferência.

Essa edição da Conferência acontece 31 anos depois da realização da primeira. Foram quatro eixos discutidos durante o encontro: o papel do Estado no desenvolvimento socioeconômico e ambiental e seus reflexos na vida e na saúde das mulheres; o mundo do trabalho e suas consequências na vida e na saúde das mulheres; vulnerabilidades nos ciclos de vida das mulheres na Política Nacional de Atenção Integral a Saúde das Mulheres e políticas públicas para mulheres e participação social.

Além dos grupos de debate e plenária final, as delegadas e delegados participaram da manifestação com tema “Pela vida e pela saúde das mulheres”. Outro momento marcante da Conferência foi a presença do ministro da saúde, Ricardo Barros, que durante toda sua fala recebeu as vaias da platéia. Uma demonstração da rejeição às políticas golpistas e de ataque ao SUS promovidas pelo (des)governo federal.  

CTB-MG participará do 4º Congresso com 122 delegados do campo e da cidade



122 delegados, entre trabalhadores e trabalhadoras do campo e da cidade - esta é a caravana da CTB-MG, que vai participar do 4º Congresso Nacional da CTB com sua nova presidenta, Valéria Morato.
“O Congresso da CTB será muito importante para que possamos discutir e encontrar as melhores formas de enfrentamento a essa ofensiva de desmonte da capacidade de representatividade dos trabalhadores através da inviabilidade dos sindicatos, federações, confederações e centrais”, explicou a sindicalista.
Entre as categorias representadas pela estadual de Minas Gerais, encontram-se professores, metalúrgicos, vigilantes, auxiliares em administração escolar, servidores públicos e muitos outros. “Trabalhadores do campo e da cidade farão a discussão, unificando-se aos demais trabalhadores do Brasil para o enfrentamento do golpe dado aos trabalhadores por esse governo ilegítimo”, concluiu Morato.
O 4º Congresso Nacional da CTB acontece entre os dias 24 e 26 de agosto, em Salvador. O evento reunirá mais de 1.200 delegados e delegadas de todo o Brasil e do mundo para um debate amplo e democrático, que definirá os caminhos da Central.
Portal CTB

16 de ago de 2017

Repúdio CTB-MG: Explosão na Gerdau mata dois operários e expõe irresponsabilidade na segurança dos trabalhadores



Dois trabalhadores morreram e outros dez ficaram feriados em explosão da usina da Gerdau, em Ouro Preto, na região Central de Minas Gerais. A explosão ocorreu na manhã desta terça-feira (15/08). A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras em Minas Gerais (CTB-MG) demonstra sua fraterna solidariedade aos familiares das vítimas e manifesta o total repúdio a mais um crime que vitimiza pessoas em seus locais de trabalho. Em novembro do ano passado, três operários morreram na mesma usina. Segundo informações divulgadas pelo sindicato, com as mortes desta terça, foram 7 mortes na Gerdau Ouro Branco apenas nos últimos 12 meses.

Para a CTB-MG esses números expõem a grave situação de segurança e saúde do trabalhador na Gerdau. A empresa é uma das maiores companhias siderúrgicas do mundo, mas em nome do lucro coloca em risco a vida dos seus trabalhadores. “Acreditamos que não foi acidente, não foi ao acaso, porque quando morrem dois trabalhadores e a soma dos óbitos aumenta no local de trabalho demonstra que  não há segurança para se trabalhar. A Gerdau proporcionou um ambiente de risco de morte para seus trabalhadores e isso é muito grave”, repudia a presidenta da CTB-MG Valéria Morato.
   
Como resultado da ganância do lucro, da irresponsabilidade e da negligencia, vidas foram ceifadas mais uma vez. Denúncias de falta de manutenção e até os óbitos anteriores apontam que a explosão poderia ter sido evitada. A CTB-MG exige punição concreta aos responsáveis desse crime e o envolvimento do Ministério do Trabalho no caso.   

O assassinato da classe trabalhadora no Brasil tem que ser denunciado a exaustão. O nosso país é a quarta nação do mundo que mais registra acidentes durante atividades laborais, atrás apenas da China, Índia e Indonésia.

Núcleo de Aposentados da CTB se reúnem e discutem mobilizações contra a reforma da previdência




Hoje, na sede da CTB-Minas, o Núcleo de Aposentados da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras se reuniu para debater sobre a Reforma Previdenciária proposta pelo governo ilegítimo de Michel Temer. Diante dos ataques à Previdência Social, o NACTB deliberou as seguintes ações: 1)Convocar os sindicatos cetbistas para ações de mobilização dos(as) trabalhadores(as) contra a Reforma Previdenciária;  2) Propor moções de repúdio nas Câmaras Municipais, em todo o estado, para que vereadores (as) pressionem os(as) deputados (as) federais a votarem contra a Reforma.

Próxima reunião: 23/08, às 9h30, na sede da CTB-MINAS.




Entidades presentes:  Sinpro, Fetaemg, Saemg, Aseaprevis, Amabelcon.

Ato em Belo Horizonte conclama paz na Síria






A solidariedade e o pedido de paz na Síria ecoaram na Praça da Liberdade, em Belo Horizonte, na manhã desta terça (15), feriado na capital mineira. O Ato foi convocado pelo consulado da Síria e teve a presença de diversas entidades sociais e sindicais, como a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB-MG) e o Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Luta pela paz (Cebrapaz). Centenas de sírios refugiados, a comunidade árabe e lutadores pela paz chamaram atenção para os horrores da guerra que já dura seis anos. Balões brancos e vermelhos foram lançados ao céu  em uma programação exaltou a cultura síria.


A presidente da CTB-MG Valéria Morato acompanhou o ato e repudiou iniciativas de divisão dos povos e a cultura da guerra no mundo. Ela destaca também a importância do envolvimento mundial pelo fim da guerra.  “Só a união dos trabalhadores em escala mundial poderá encontrar o caminho para acabar com a barbárie imposta pelo capitalismo”, aponta Valéria.

A representante do Cebrapaz Antonieta Shirlene classificou o ato como bastante significativo. “Ataques imperialistas enfrentam a soberania dos países no mundo inteiro. Junto com Conselho Mundial da Paz, o Cebrapaz faz ações de mobilizações para chamar atenção da população para esses ataques imperialistas. O ato ontem convocado pelo cônsul sírio teve nosso pronto atendimento pela solidariedade ao povo sírio”, avalia Antonieta.


A guerra na Síria devasta o país. Mais de 400 mil pessoas já morreram, assassinadas por armas e bombas, um quarto delas mulheres e crianças.  Metade dos moradores se refugiaram em outros países, como o Brasil. 


14 de ago de 2017

Reforma política é a pauta da semana, em Brasília



Para que as mudanças no sistema eleitoral possam vigorar nas eleições de 2018, é necessário que sejam aprovadas na Câmara e no Senado até o dia 07 de outubro deste ano. Por isso, três comissões da Câmara, que analisarão a proposta, tem sessões agendadas para esta semana.
A Comissão especial, criada exclusivamente para tratar do Projeto de Emenda à Constituição (PEC) 77/2003 se reunirá nesta terça-feira (15) para concluir a votação dos três destaques que faltam nas propostas de mudanças do relatório do deputado Vicente Candido (PT-SP).
Na semana passada, os deputados aprovaram o chamado “distritão”, o financiamento público de campanhas eleitorais e o voto majoritário para eleger deputados federais e estaduais e vereadores em 2018 e 2020.
O “distritão” é uma forma de eleição que é utilizada em apenas quatro países do mundo (Afeganistão, Jordânia, Vanuatu e Pitcairn), onde o Parlamento é composto pelos candidatos mais votados, que enfraquece e desqualifica o papel dos partidos políticos. Com a disputa no formato individual, o poder econômico se fortalece ainda mais.
A proposta do relator mantinha o sistema proporcional, que além dos votos individuais, também considera a votação dos partidos para que, proporcionalmente, sejam determinados os eleitos ao Parlamento. A proposta inicial também apresentava o sistema distrital misto em 2022, com votos para os partidos em listas fechadas e votos majoritários em distritos menores que os atuais estados.
A Comissão especial também aprovou o fundo eleitoral de 0,5% do orçamento, o que significará um montante em torno de R$ 3,5 bilhões. O líder do bloco da Minoria na Câmara, deputado José Guimarães (PT/CE) disse que esse é um tema que precisa ser debatido pedagogicamente com a sociedade, pois o financiamento público de campanha permite fiscalização e transparência, que no sistema atual é encoberto pela corrupção e caixa 2.
Os destaques que serão analisados esta semana são os que avaliam a possibilidade de os candidatos comporem simultaneamente as listas preordenadas, a partir de 2022; a de o suplente de senador ser o candidato a deputado federal; e por fim a proibição das coligações partidárias nas eleições para o Legislativo (PEC 282/16).
De Brasília, Sônia Corrêa – Portal CTB

População é informada sobre o desmonte da previdência em evento da OAB-MG

                       

Quem passou ontem (10/08) pela Praça Sete em Belo Horizonte pode receber gratuitamente atendimento jurídico e esclarecer sobre os riscos na previdência, representado pela Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 287 em tramitação no Congresso. A atividade, realizada pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/MG), contou com a participação de representantes das entidades que compõem a Frente Mineira Popular em Defesa da Previdência. Uma cartilha com as informações sobre o desmonte da previdência proposto pelo governo golpista foi distribuída. A CTB-MG, a OAB e diversas entidades do movimento social e sindical assinam o documento. 

O projeto OAB na Praça faz parte das comemorações do Dia do Advogado. A estimativa é que pelo menos 500 pessoas foram atendidas pelos advogados e puderam conversar com as lideranças sociais e sindicais sobre o que representa as propostas de Temer para o povo brasileiro.




10 de ago de 2017

Dieese e centrais avaliam os retrocessos da reforma trabalhista



O Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), em parceria com as centrais sindicais, realizou nesta quarta-feira (9), no Sinpro Minas, o encontro da 14ª jornada nacional de debates sobre a reforma trabalhista.

Na mesa de abertura, participaram representantes das diversas centrais sindicais. Diante do quadro de precarização das relações de trabalho a avaliação de todos/as foi de que a reforma trabalhista representa um grande retrocesso. “Essa reforma retrocede a década de 20 e não há outro caminho do que a luta coletiva e a unidade da classe trabalhadora”, afirmou Valéria Morato, presidenta do Sinpro Minas e presidenta eleita da CTB Minas.

Em sua exposição, Fernando Duarte, supervisor técnico do Dieese em Minas, contextualizou o tema alertando sobre o desmonte do papel social do Estado com a PEC do Teto (que limita investimentos sociais), Lei da Terceirização, reforma trabalhista e reforma da Previdência. “Há uma severa crise econômica e dificuldades nas negociações salariais com o desemprego em alta. Mesmo nesse quadro, os trabalhadores não poderão contar com a sustentação das leis trabalhistas”, afirmou.

Segundo Duarte, a reforma trabalhista e sindical veio para rebaixar direitos, uma vez que uma norma legal poderá ser negociada entre as partes. “Na hierarquia da reforma, o acordo entre patrões e empregados vai valer mais que a lei, com isso haverá muitas perdas de direitos”.

Ele também ressaltou a importância do movimento sindical que está com a sua sustentação e representação ameaçada com a reforma, pois está aberta a possibilidade de representação não-sindical dentro das empresas. “O sindicato tem uma atuação que, às vezes, os trabalhadores não percebem como a defesa e a negociação de direitos. É hora de enxergar além das propagandas dos meios de comunicação e fortalecer o sindicato”.

Fernando também falou sobre o equívoco dos empresários em ver a reforma apenas como uma maneira de reduzir custos. “Numa escola, por exemplo, o mercado consumidor interno vai cair e afetar a receita do negócio. É importante lembrar que a fonte de receita dos empresários vêm dos salários dos trabalhadores de todas as empresas”, analisa.


A gravação do evento foi divulgada na página do Sinpro Minas no Facebook:




Fonte: Sinpro-Minas

8 de ago de 2017

Mulheres saem às ruas para lembrar 11 anos da lei Maria da Penha





Nesta segunda-feira (07/08) a Lei Maria da Penha completou 11 anos e mulheres realizaram atos em todo Brasil para marcar a importância da data. As ações relembram os avanços e desafios para enfrentar a violência contra a mulher. Em Belo Horizonte, movimentos feministas ocuparam a Praça Sete e promoveram debate com a população. A CTB-MG esteve presente na atividade. Em Montes Claros, mulheres ctbistas participaram de panfletagem na tradicional feira do Major Prates.   



Os números da violência contra a mulher no Brasil ainda são alarmantes. O Instituo DataFolha, em parceria com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, divulgou um levantamento que mostra que a cada dois segundos uma mulher sofre violência. Pensando nisso, o Instituto Maria da Penha, lançou também nessa segunda uma campanha para chamar atenção para os crimes contra as mulheres. O projeto Relógios da Violência faz uma contagem minuto a minuto do número de mulheres que sofrem agressão física ou verbal no país.

Congresso UBM

 Como parte da organização do movimento feminista, terminou no último domingo (6) a décima edição do Congresso da União Brasileira das Mulheres (UBM). Com o mote em defesa da democracia e dos direitos das mulheres, o encontro também homenageou Gilse Cosenza, importante militante feminista que marcou as lutas no Brasil e em Minas Gerais que faleceu em maio deste ano. A delegação mineira contou com ctbistas para fortalecer os debates do Congresso.