30 de mai de 2018

Petroleiros paralisam as atividades por 72 horas




Uma manifestação ocorre na porta da Refinaria Gabriel Passos, em Betim.



A categoria dos petroleiros que atuam na Refinaria Gabriel Passos (Regap), em Betim, realizam a paralisação das atividades por 72 horas a partir desta quarta-feira (30). De acordo com o Sindicato dos Petroleiros de Minas Gerais (Sindipetro-Minas), aproximadamente 90% da operação da refinaria está parada.




A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) Minas participa da manifestação na portaria da Regap. A categoria explica que a greve não é para criar desabastecimento, mas reivindicar condições ideais de trabalho. O presidente do Sindipetro, Anselmo Braga denuncia ainda a política de preços praticada pelo presidente da Petrobrás, Pedro Parente.


De acordo com o líder sindical, o presidente da estatal prioriza o petróleo brasileiro ao capital externo, o que contribui para o aumento dos preços dos combustíveis e gás de cozinha no Brasil.
Uma nova manifestação está prevista para sexta-feira (1º), em frente a Regap.




AULA POPULAR


 Na noite da última terça-feira (29), trabalhadores e trabalhadoras de diversas categorias se concentraram na Praça Sete, em Belo Horizonte, para realizar uma aula popular sobre o que é intervenção militar e ainda esclarecer a população os motivos pelos quais tantas categorias estão em greve.




Estiveram presentes lideranças sindicais dos correios, metroviários, petroleiros, bancários, professores, jornalistas, ente tantas outras categorias.




A presidenta da CTB Minas e do Sinpro Minas, Valéria Morato ressaltou a importância da unidade e da luta para a garantia dos direitos. “Os professores da rede privada de ensino sofreram um duro ataque aos seus direitos. O patronal propôs cortes de direitos que precarizariam ainda mais as condições de trabalho e renda da categoria. Após 10 dias de lutas, conseguimos reverter o quadro e saímos vencedores”, relembrou.





As lideranças afirmaram ainda que “mexer com uma categoria, é mexer com todas” e garantiram presença e unicidade nas lutas da classe trabalhadora.



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CTB Minas realiza plenária metropolitana para deliberar ações futuras




Conjuntura e mobilização da classe trabalhadora também foram discutidos.



No final da tarde dessa terça-feira (29) as lideranças dos sindicatos da região metropolitana de Belo Horizonte filiados à Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) Minas, se reuniram na central para a realização de uma plenária.

O presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino (Contee), Gilson Reis expôs fatos importantes sobre a conjuntura atual e a relação com a conjuntura internacional. 

Para os presentes, a greve dos caminhoneiros e caminhoneiras do país teve o apoio da população pois o preço está muito alto pelo petróleo e seus derivados como o gás de cozinha que atinge toda a sociedade. Além disso, os empresários dos transportes de cargas, que incentivaram as greves, deram todo o suporte. Vista como um “lockout”, quando a paralisação é realizada pelos patrões, a fim de pressionar os funcionários, para resolverem os seus problemas e aumentarem suas margens de lucros. Assim que o governo sinalizou para resolver os problemas dos empresários das grandes corporações de imediato aceitaram a proposta do governo. O Governo negociou com os grandes empresários deixando de lado os autônomos e os trabalhadores.



A crise é reflexo da política equivocada do governo na gestão da Petrobras que retira o óleo e refina fora do país, vende o patrimônio como o pré-sal para as grandes corporações de petróleo mundial. Uma política entreguista e submetida aos interesses internacionais e aos especuladores da bolsa elevando os preços do petróleo e seus derivados, sufocando os(as) trabalhadores(as) assalariados(as) do país.

A nomeação de Pedro Parente para presidente da Petrobras, demonstra toda a política entreguista do governo do maior patrimônio brasileiro, que serviria para investir em saúde, educação, moradias populares, entre outras, para a população.

Após exposições diversas, os líderes sindicais ressaltaram o risco de não haver eleições 2018; a ameaça à soberania nacional; a necessidade de enfrentamento de todas as medidas contra a liberdade dos trabalhadores e trabalhadoras e a defesa das eleições democráticas; a importância em disputar as massas e construir uma frente ampla; além de organizar plenárias para dar o tom político à luta popular.



ENCAMINHAMENTOS

Gilson Reis propôs que as seguintes palavras de ordem sejam colocadas como padrão em todos os materiais da CTB Minas e dos cetebistas: Fora Parente e Eleições Diretas Já!



Foi encaminhado então que os sindicatos ligados à CTB confeccionem materiais que coloque em debate a política do governo golpista, orientando a sociedade e a classe trabalhadora. Além de defender os metroviários; aderir à greve dos petroleiros; defender a soberania nacional e a democracia; não permitir a entrega do patrimônio brasileiro ao capital estrangeiro.



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26 de mai de 2018

Conape 2018 em defesa da democracia e de uma educação inclusiva para o Brasil sair da crise




Carta de Belo Horizonte foi discutida, aprovada e lançada, na capital mineira.





A Conferência Nacional Popular em Educação (Conape) 2018, realizada entre os dias 24 e 26 de maio, foi marcada por intensos debates sobre os rumos do país. Mais de sete mil pessoas se reuniram no Expominas, em Belo Horizonte, para definir os rumos da educação no país. Na última plenária da Conferência foi aprovada, por ampla maioria, a questão de ordem que apresenta o título "Lula Livre" para a Conape 2018.





“Vivemos um momento muito delicado para a democracia, mas as educadoras e educadores brasileiros estão atentos e firmes na resistência”, diz Marilene Betros, secretária de Políticas Educacionais da CTB. De acordo com ela, para a CTB, a educação joga um papel fundamental para o desenvolvimento de uma nação. “A realização da Conape neste momento é essencial para construirmos caminhos inovadores para o país, com democracia e uma educação inclusiva”.



Já Gilson Reis, coordenador-geral da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino (Contee), afirma que as mais de 70 entidades nacionais e as centenas de entidades estaduais e municipais do movimento educacional se reuniram “nesta conferência para confrontar a posição financista e privatista do governo federal na educação”.

Ele ressalta a importância da Carta de Minas ao contrapor a síntese do desmonte promovido na educação pelo governo golpista de Michel Temer e das propostas das educadoras e educadores. “A nossa luta é para resgatar o Plano Nacional de Educação para a construção de um conhecimento amplo, geral, sem tabus e com liberdade”.




Marilene reafirma a necessidade de união das forças progressistas e democráticas em defesa de um projeto nacional de desenvolvimento soberano e independente. “Não temos outro caminho que não seja o da unidade da classe trabalhadora com os movimentos sociais, os estudantes, artistas e intelectuais que defendem a democracia”, diz.

“Não podemos perder a perspectiva de união de todas e todos pelo Brasil”, acentua. E “uma educação democrática, laica e inclusiva é essencial para esse avanço civilizacional, com liberdade de cátedra e valorização dos profissionais dessa área fundamental para o nosso desenvolvimento”.




Para isso, a Conape deve pedir a revogação da Emenda Constitucional 95, que congela por 20 anos os salários e os investimentos nas áreas sociais, prejudicando os serviços públicos de uma forma geral, principalmente a educação e a saúde. Tanto Betros quanto Reis defendem mais investimentos na educação em todos os níveis e são contra os cortes orçamentários no Ministério da Educação. Eles defendem avanços nas universidades federais com mais pesquisas de extensão e mais verbas para as ciências.

Porque “a academia joga papel importante no processo educativo”, explica Betros. “Precisamos levar esse debate para toda a sociedade e mostrar que são necessários investimentos desde a educação infantil até o ensino superior para termos uma educação realmente inclusiva e antenada com os interesses da nação”, complementa Reis.

A CTB participa ativamente da Conape 2018 com proposições avançadas sempre “na defesa da democracia, da liberdade e da construção de uma sociedade mais justa e mais igual”, define Celina Arêas, secretária da Mulher Trabalhadora da CTB. O encerramento da Conape 2018 ocorreu neste sábado (26) após o lançamento da Carta de Minas com propostas para tirar a educação das garras dos donos de escolas, que só pensam em lucro.


Bárbara Batista – CTB Minas e Marcos Aurélio Ruy – Portal CTB



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25 de mai de 2018

Nota oficial conjunta da CTB Minas, Goiás e Espírito Santo




O cenário político e social do Brasil se agravam a cada dia desde o golpe de estado protagonizado pela grande articulação das forças conservadoras que integram banqueiros, setores do judiciário, polícia federal, meios de comunicação, federações patronais e partidos políticos sob os auspícios do STF e apoio dos Estados Unidos.

O governo Temer que prometeu gerar empregos retirou direitos dos trabalhadores através da Reforma Trabalhista e ao mesmo tempo congelou os investimentos do estado em políticas de desenvolvimento social, notadamente na educação e na saúde. Ao contrário do prometido provocou a estagnação da economia e o crescimento vertiginoso do desemprego que segundo dados recentes do IBGE chegou ao maior índice da série histórica acumulando o assombroso número de 27 milhões de desempregados.

O desgoverno Temer com sua 'equipe econômica dos sonhos' demostra de vez sua incapacidade e absoluta incompetência para gerir o Brasil com probidade e respeito aos anseios da sociedade brasileira. Prova disso é a desaprovação desse governo de 96%.

Em meio a tudo isso, veio a política desastrosa, privatista e golpista em relação à Petrobrás. O governo Temer não só põe fim à política de conteúdo nacional como passa a priorizar os interesses dos acionistas e credores da estatal, esvaziando seu papel histórico de indutora do desenvolvimento, da pesquisa científica, e da economia com geração de empregos para o povo brasileiro. Os inúmeros aumentos nos combustíveis promovem em cadeia os aumentos de outros produtos o que provoca a perda do poder de consumo do (a) trabalhador (a) que já recebe ínfimos reajustes salariais em decorrência da baixa inflação.

Em 2015 a importação dos Estados Unidos correspondia a 41% do total e em 2017 superou 80% de toda a importação do Brasil. Nessa política não ganha o Brasil, não ganha o povo brasileiro. Perdemos em arrecadação, na capacidade empresarial da Petrobrás, perdemos a soberania energética.

A Central dos trabalhadores e trabalhadoras do Brasil defende um soberano projeto Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social que gere riqueza para o país com a exploração do Pré-Sal com vistas nos investimentos em educação, ciência e tecnologia, consolidando a vocação do Brasil como liderança regional na América Latina.

Os trabalhadores e as trabalhadoras que transportam alimentos para o povo brasileiro são os (as) que estão lutando hoje. E essa luta não pode ser tratada meramente pela redução dos preços do diesel, deve ser ampliada por melhores condições de vida e trabalho da categoria.


Exigimos a redução dos preços do diesel, da gasolina, do álcool e do gás de cozinha.

Destacamos a importância dos trabalhadores e trabalhadoras do transporte rodoviário. Os caminhoneiros e caminhoneiras, tão explorados (as) pelas grandes transportadoras, precisam de reconhecimento.

É fundamental voltarmos nossos olhos para realidade e condições de trabalho sob as quais estão submetidos esses (as) trabalhadores (as). Não é suficiente que o movimento se restrinja à modesta redução do  valor do diesel nas bombas, o que beneficia na verdade somente o patrão. Vale ressaltar que a oneração dos fretes para os caminhoneiros autônomos é tão elevada que boa parte da categoria não lucra, apenas mantém seu caminhão. É de imprescindível importância que os trabalhadores liderem de verdade o movimento grevista ampliando a pauta reivindicatória e incluindo nela a exigência de condições salariais dignas para assalariados e autônomos, seguro saúde, previdência especial, diárias de hospedagem e alimentação e a fiscalização que impeça que esse trabalhador seja submetido a jornada  exaustiva o que o leva muitos vezes tomar os chamados 'arrebites', aumentando nos riscos de acidentes fatais.

A CTB conclama os trabalhadores dos transportes à luta por melhores condições de trabalho e também pela redução dos combustíveis em geral o que beneficiará toda a classe trabalhadora. Acima de tudo conclamamos a todos (as) para exigir a mudança imediata em relação à Petrobrás para que ela volte a cumprir seu papel no desenvolvimento econômico, social, com a geração de empregos e renda para toda a sociedade brasileira.

Assinam esta nota:

Valéria Morato – Presidenta da CTB Minas e do Sinpro Minas
Railton Nascimento – Presidente da CTB Goiás e do Sinpro Goiás
Jonas de Paula – Presidente da CTB Espírito Santo e do Sinpro Espírito Santo


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CTB Minas participa da Marcha pela Educação na abertura da Conferência Nacional Popular de Educação (Conape)






Evento já é considerado a maior atividade de mobilização e luta contra o desmonte da educação brasileira.




A última quinta-feira (24) foi histórica para a população de Belo Horizonte, cerca de sete mil pessoas se concentraram na Praça da Liberdade e realizaram uma Marcha pela Educação até a Praça da Estação. O ato marcou a abertura oficial da Conferência Nacional Popular de Educação (Conape), promovida pelo Fórum Nacional Popular de Educação (FNPE), do qual faz parte a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB).



“As ruas da capital mineira foram tomadas por professores, estudantes, pais de alunos, políticos e representantes de movimentos sindicais e sociais que lutam para impedir que o desmonte promovido pelo governo ilegítimo de Michel Temer liquide a educação pública brasileira. A educação é a soberania de um povo, portanto, estamos realizando o Conape com o intuito de construir um documento que contraponha a proposta do governo federal”, disse Valéria Morato, presidenta da CTB Minas.



Representantes da CTB de diversas regiões do Brasil marcaram presença na abertura da Conape, e seguiram pelas ruas da capital mineira por uma educação gratuita, laica e de qualidade.



Na Praça da Estação, os trabalhadores e as trabalhadoras receberam autoridades, representantes sindicais e de movimentos sociais onde se deu a abertura oficial da Conape.



Estiveram presentes também na abertura oficial, a senadora Fátima Bezerra e a presidenta Dilma Rousseff. Em sua fala, Dilma defendeu a valorização da educação e atacou a postura do atual governo sobre o assunto. “Nós sabemos que a segunda etapa do golpe foi a retirada dos direitos, além do congelamento da educação e da saúde por 20 anos. Zero de crescimento real. Como é possível, em um país que tem a dívida histórica, se a cada ano é necessário atender à milhões e milhões de pessoas que entram na idade escolar aos quatro anos? Foi com essa idade que nós permitimos que as crianças tivessem direito a educação infantil. Viva a educação infantil”, explanou a presidenta.



“Nós tínhamos uma regra que não era suficiente comprometer 18% da receita corrente liquida com educação, tanto é assim que no meu período nós tivemos que investir 54 bilhões a mais. Eles voltam atrás nesses 18% e sucateiam a educação. Acredito que isso faz parte do golpe, esse que é um processo de defesa da privatização integral, completa e total do ensino universitário do Brasil”, finalizou Dilma Rousseff.





A Conape 2018 recebe professores e professoras de todas as regiões do Brasil. O evento ocorre no Expominas nos dias 25 e 26 de maio.



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24 de mai de 2018

Conape 2018: docentes de todo o país chegam a Belo Horizonte para reconstruir a educação



Veja a programação completa.



Começa nesta quinta-feira (24) a Conferência Nacional Popular de Educação (Conape), realização do Fórum Nacional Popular de Educação (FNPE), criado pelo movimento educacional “para se contrapor ao desmonte promovido pelo governo golpista de Michel Temer nessa área fundamental para qualquer país crescer e desenvolver sua civilização com caráter mais humanizado”, diz Marilene Betros, secretária de Políticas Educacionais da CTB.

Veja a programação aqui.

A Conape 2018 reúne cinco mil delegadas e delegados de todos os cantos do país em Belo Horizonte até o sábado (26),serão debatidos projetos de valorização dos profissionais, o Plano Nacional de Educação, criação de um Sistema Nacional de Educação e a organização do movimento educacional, entre outros temas.

O Portal CTB ouviu diversas educadoras e educadores da central sobre as suas expectativas em relação à Conape 2018. Acompanhe a seguir os depoimentos:

Gilson Reis, coordenador-geral da Contee

“O evento já se tornou a maior atividade de mobilização e luta nacional contra o desmonte de educação brasileira. Com a presença e organização de dezenas de entidades sindicais, estudantis, acadêmicas, institucionais, enfim de todas as entidades que se preocupam com o país e com a educação.

A decisão de denunciar as várias reformas e medidas realizadas pelo governo Temer desde o golpe de Estado é o principal objetivo da Conape. A Conferência lançará um manifesto nacional em defesa da educação e contra o desmonte, além de aprofundar nossas avaliações no processo de condução e aplicação do PNE. Belo Horizonte se transforma nestes três dias na capital nacional de luta contra o golpe e o desgoverno Temer e seus aliados”.

Helmilton Beserra, presidente da CTB-PE e do Sinpro-PE

“A Conape 2018 será um momento especial para articular a mobilização dos amplos setores que lutam por uma educação inclusiva, pública e universal que é um instrumento fundamental para a construção de um novo projeto nacional de desenvolvimento para o Brasil”.

Isis Tavares, presidenta da CTB-AM e secretária das Questões de Gênero da CNTE

“Serão três dias de intensos debates para salvar a educação das garras do mercado e da falta de compromisso do Ministério da Educação desse governo golpista. A Conape é um importante acontecimento para unir as educadoras e educadores brasileiros em favor da valorização dos profissionais do setor e de mais investimentos na educação como uma das formas de tirar o país da crise e ao mesmo tempo combater a violência que cresce diariamente”.

Josandra Rupf, secretária de Educação e Cultura da CTB-ES

“O golpe de Estado de 2016 veio para acabar com a educação pública, gratuita, laica, inclusiva e de qualidade que vinha avançando nos últimos anos. Temer golpeou a nossa representatividade nas entidades de defesa da educação. Por isso, organizamos a FNPE e a Conape 2018 para, com unidade, reconstruir a educação pública brasileira, sem a qual o povo pobre sofrerá ainda mais as consequências desse capitalismo selvagem que tomou conta do Estado brasileiro”.

Lidiane Gomes, secretária de Igualdade Racial da CTB-SP e dirigente do Sinpro-Campinas

“A educação deve fazer parte das preocupações de toda a sociedade constantemente e a Conape certamente significa um momento de reflexão ampla sobre como construir uma educação que contemple a classe trabalhadora. Que signifique ampliação dos horizontes culturais e econômicos como alternativa de vida para todas e todos”.

Mara Kitamura, dirigente do Sinpro-Sorocaba

“Este é um momento importante para aprofundarmos a participação da sociedade num grande projeto para a efetivação de um Sistema Nacional de Educação voltado para os interesses do país e que corresponda aos anseios da infância e da juventude. Oferecendo uma educação de qualidade, com a participação dos profissionais da educação e da sociedade”.

Nivaldo Mota, dirigente da CTB-AL e do Sinpro-AL

"A Conape é um espaço democrático para se discutir pela base a educação no Brasil. Com o Golpe de 2016, houve um retrocesso nas políticas públicas para a educação como um todo, quando o governo golpista de Temer, tenta desconstruir o que foi feito nesse país nos últimos anos! Participei em Alagoas das discussões da Conape, agora concretizada a nível nacional, espero que seja uma organismo vivo, não só dos educadores, mas de toda a sociedade brasileira".

Railton Nascimento, presidente da CTB-GO e do Sinpro-GO

“A Conape configura-se como uma expressão maior da resistência. Diante do esvaziamento do Fórum Nacional de Educação por parte do governo golpista, a ordem mais do que nunca passou a ser resistir, dar um basta ao retrocesso. Com a exclusão de entidades nacionais de luta e representação dos trabalhadores da educação.

Temos a proposta de apresentar ao Brasil e reafirmar uma proposta de educação como política estratégica central para o desenvolvimento econômico, social e humano do país. O Brasil que queremos tem como prioridade a educação pública e de qualidade como política de Estado.

Somente a educação popular garantirá condições objetivas para a consolidação da soberania e desenvolvimento da sociedade brasileira, devolvendo ao Brasil seu lugar e papel de liderança no cenário intencional das relações exteriores no âmbito da América Latina e no mundo”.

Raimunda Gomes, secretária de Comunicação da CTB

“As entidades ligadas à educação democrática e inclusiva que têm compromisso com a construção de uma nação soberana e independente se encontrarão na Conape e juntas têm a missão de defender a efetivação do Plano Nacional de Educação para que essa área tenha a importância que merece.

A valorização profissional com respeito aos direitos das trabalhadoras e trabalhadores em educação, o piso salarial nacional e as boas condições de trabalho dependem de mais investimentos. Além de tudo isso, a Conape deve denunciar os prejuízos que o desmonte da educação pode causar no futuro do país. Mais educação, mais ciência, mais pesquisa, mais cultura, significam mais vida e possibilidade de desenvolvimento socialmente justo”.

Valéria Morato, presidenta da CTB-MG e do Sinpro-MG

“Eu considero que a realização da Conape é o momento de levar o assunto da educação para a rua, para o povo. Qual projeto de educação interessa ao povo brasileiro? Não é esse projeto que está aí hoje, implementado por esse governo ilegítimo, impopular. A Conape vai possibilitar uma reflexão e a retirada de ações para alterar esse quadro de devassa da educação”.


Fonte: Portal CTB


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Metalúrgicos e metalúrgicas da Brembo conquistam PLR 5% superior à do ano passado




 Assembleia foi realizada na tarde desta quarta-feira (23), na entrada da fábrica.


Os trabalhadores e trabalhadoras da metalúrgica Brembo, em Betim, aprovaram a proposta de Participação nos Lucros ou Resultados (PLR) de 2018, negociada entre o Sindicato, a Comissão de Trabalhadores e a empresa.

O Acordo Coletivo prevê o pagamento de uma PLR no valor total de R$ 4.100,00, dividido em duas parcelas. A primeira, de R$ 3.600,00, deverá ser paga até 2 de julho. A segunda, de R$ 500,00, condicionada ao cumprimento das metas, deverá ser quitada até 31 janeiro de 2019.

Para o diretor do Sindicato dos Metalúrgicos Emerson Rodrigues Santos, que trabalha na fábrica e participou das negociações, diante das dificuldades impostas pela crise econômica e pela reforma trabalhista, o acordo é favorável aos trabalhadores.



"Mesmo com todas as dificuldades conjunturais, conseguimos um reajuste de 5% na PLR deste ano, comparada à do ano passado. Por isso, agradecemos o empenho da Comissão de Trabalhadores e o apoio dos colegas metalúrgicos e metalúrgicas, que foram fundamentais", disse o diretor do Sindicato.

Na assembleia, os trabalhadores e trabalhadoras também aprovaram o desconto negocial de 3%, na primeira parcela, para manutenção do Sindicato e das atividades sindicais.



Hi-Lex

Após a reunião entre o Sindicato e a empresa, realizada na última terça-feira (22), nesta quinta-feira (24), será realizada uma assembleia, às 9h, na qual os trabalhadores irão debater e deliberar sobre a proposta construída entre as partes.

Tekfor

Nesta quinta-feira (24), será realizada a primeira reunião de negociação entre o Sindicato e a representação da empresa. A reunião será às 13h30.

Gestamp 

A primeira reunião de negociação da PLR/2018 entre o Sindicato e a empresa será na próxima sexta-feira (25), às 9h.


Fonte: Sindicato dos Metalúrgicos.



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CTB realiza Encontro Estadual da Comunicação e reúne dirigentes sindicais e profissionais de comunicação de Minas Gerais, Goiás e Espírito Santo





Rede única de comunicação será criada com o intuito de levar informações em todos os cantos do país.




A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil, na ocasião representada pela secretária de comunicação Raimunda Gomes, conhecida como Doquinha, realizou durante a manhã de ontem (23) uma reunião com os profissionais de comunicação dos sindicatos cetebistas e dirigentes sindicais. A dirigente afirmou que tem realizado esse evento em diversos estados brasileiros com o objetivo de formar uma rede única de comunicação.



“A comunicação no movimento sindical é muito fragmentada, portanto, nosso objetivo é centralizar a informação para que possamos ultrapassar limites e fronteiras, levando notícias sob a ótica do trabalhador e da trabalhadora do país”, disse Doquinha.



A imprensa sindical e as mídias alternativas têm ganhado público a partir do crescimento das mídias sociais e outros canais de comunicação gratuitos. Para acompanhar esse crescimento, a dirigente da CTB nacional propôs a criação da rede a partir das publicações já realizadas pelas entidades sindicais, gerando mais visibilidade a essas informações no portal CTB.



“Fortalecer a comunicação e construir uma rede para avançarmos em espaços que, às vezes, o movimento sindical não consegue alcançar. Seremos mais ousados e teremos a CTB como polo aglutinador dessas informações”, explicou Doquinha.



Para a presidenta da CTB Minas, Valéria Morato, é imprescindível essa atuação conjunta entre a imprensa, não só mineira como de todo o Sudeste.



No Encontro em Minas Gerais, diversas propostas foram feitas durante o debate. Um encontro regional ocorrerá em breve, com participação ampla de dirigentes sindicais e profissionais da comunicação.

*Fotos: Comunicação CTB Sudeste



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18 de mai de 2018

Sindicato dos Metalúrgicos avança nas negociações de participação nos lucros ou resultados de 2018



As negociações da Participação nos Lucros ou Resultados (PLR) de 2018 com empresas da base têm a avançado a cada dia na base de atuação do Sindicato dos Metalúrgicos de Betim e Região.


Na última quarta-feira (16), o Sindicato dos Metalúrgicos começou a negociar com mais uma empresa, a metalúrgica Magna, de São Joaquim de Bicas. Na primeira rodada, a representação da Magna apresentou a primeira proposta de metas a serem cumpridas pelos empregados.

Para informar aos trabalhadores sobre o início das negociações, diretores do Sindicato estiveram na entrada da fábrica na tarde desta quinta-feira (17), na troca de turnos (fotos). A próxima reunião com a empresa será no dia 23.



De acordo com o diretor do Sindicato Paulo Moreira dos Santos, o "Paulinho Febem", que participou da primeira reunião de negociação, a expectativa é de que as negociações deste ano com a Magna superem as do ano passado, garantindo aos metalúrgicos e metalúrgicas um bom acordo.

"Este ano, reunimos uma Comissão de Trabalhadores bem representativa, experiente e que conhece o processo produtivo da fábrica, para, juntamente com o Sindicato, conseguirmos avançar nas conquistas. Nesse sentido, esperamos que o conjunto dos trabalhadores acompanhe de perto o processo para alcançarmos nosso objetivo", observou o diretor do Sindicato.

Segundo Paulinho, tão importante quanto conseguir uma boa compensação financeira nas negociações da PLR, é se estabelecer metas possíveis de serem alcançadas, de forma que o trabalhador possa receber o valor total acordado no final do período.



FCA/Fiat

Na última terça-feira (15), o Sindicato também começou a negociar a PLR com a FCA/Fiat. Nesta sexta (18), está marcada a segunda reunião com a montadora. A agenda também prevê negociações nos dias 22, 25 e 30 de maio.

O Sindicato está negociando, ainda, com a Brembo, Mann+Hummel, Protominas e Stola. As próximas reuniões com a Brembo serão nos dias 21 e 22.



Acordos fechados

Até o momento, a diretoria do Sindicato fechou acordos com cinco grandes empresas, a  GE Power Conversion, Maxtrack, Metform, LM Came e Terex, aprovados pelos trabalhadores em assembleia e plebiscitos.

Nos próximos dias, o Sindicato espera começar a negociar com a Alton Metalurgia, Bemec, Comau, Denso Rotantes, Dimfer, Fornac, Hi-Lex, Keiper, Metalsider, Metalúrgica JVA, Modelaço, Nemak, Neumayer Tekfor, Pam, Rebarba Minas, SAE Towers, Sila, Soldering, Teksid, Toshiba e Usicron, que já receberam o ofício da entidade solicitando o agendamento da primeira reunião.

Fonte: Sindicato dos Metalúrgicos.


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15 de mai de 2018

Sindicato dos Metalúrgicos dá início às negociações da PLR 2018 com a FCA/Fiat




As próximas reuniões com a representação da montadora já estão marcadas. Serão nos dias 18, 22, 25 e 30 de maio.


Diretores do Sindicato dos Metalúrgicos e da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) Minas estiveram nas portarias da FCA/Fiat na tarde desta terça-feira (15) para informar aos trabalhadores e trabalhadoras sobre o início das negociações da Participação nos Lucros ou Resultados (PLR) de 2018 com a empresa.

A primeira reunião ocorreu na manhã de hoje, quando as partes trataram de questões conjunturais e apresentaram suas expectativas a respeito das negociações deste ano.




Diante do atual cenário, pós reforma trabalhista, que retirou uma série de direitos dos trabalhadores, o presidente do Sindicato, João Alves de Almeida, considera que, mais do que nunca, a participação dos metalúrgicos e metalúrgicas será fundamental para o sucesso na mesa de negociações.



"Ao mesmo tempo, ter o Sindicato à frente das negociações é imprescindível, pois, com a prevalência do negociado sobre o legislado, os trabalhadores precisam contar com a experiência da diretoria da entidade para lutar por um bom acordo", afirmou João Alves.


Fonte: Sindicato dos Metalúrgicos.

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14 de mai de 2018

Presidenta da CTB Minas participa de assembleia com os professores do Sinpro-SP





Valéria Morato falou sobre a importância de impedir que a Nova Legislação trabalhista seja implementada.


A presidenta da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) Minas, Valéria Morato, participou no último sábado (9) de um ato na Câmara dos Vereadores de São Paulo. A categoria da educação está em campanha salarial, e o Sindicato tem realizado uma conscientização para a importância da Convenção Coletiva.

A líder sindical relatou como ocorreu a campanha salarial da categoria, em Minas Gerais. “Fiz um breve relato aos trabalhadores e trabalhadoras presentes sobre a ação do Sinpro Minas, relatei sobre as duas paralisações e os 10 dias de greve da rede privada de ensino do estado mineiro. A greve demonstrou que os professores e professoras vão se manter unidos e resistentes para a não implementação da reforma trabalhista”, disse Valéria Morato.



“É possível enfrentar esse desmonte do governo ilegítimo e essa afronta aos trabalhadores e trabalhadoras. Só a resistência e a unidade vão fazer com que os trabalhadores consigam vencer essa reforma trabalhista de forma que ela não seja aplicada”, concluiu a presidenta da CTB Minas.

A proposta enviada pelo Sinpro SP, em comum acordo com a categoria, prevê aumento de apenas 3%, diluídos em dois anos, além da inflação e participação nos resultados. A pauta propõe ainda o início da discussão de dois temas: hora-tecnológica e ampliação da licença maternidade.

De acordo com a diretoria do Sinpro SP, o sindicato patronal optou pelo litígio e pretende eliminar ou modificar 40% da Convenção Coletiva, rejeitou uma proposta conciliatória no Tribunal Regional do Trabalho (TRT) e inviabilizou a continuidade das negociações, rompendo uma tradição de diálogo que vinha sendo respeitada há muitos anos.


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3 de mai de 2018

CTB Minas participa de assembleia de Campanha Salarial do Sindifogos, em Santo Antônio do Monte



Patrões não sentaram para discutir a pauta salarial dos trabalhadores e enviaram proposta de reajuste de 1,81%.




A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) Minas participou nessa segunda-feira (30) da assembleia para discutir a pauta da Campanha Salarial dos (as) trabalhadores (as) das fábricas de fogos de artifício em Santo Antônio do Monte e região.



Os donos das empresas de fogos de artifício têm aplicado a nova legislação trabalhista de acordo com o que é conveniente, foi uma das denúncias feitas durante a assembleia. De acordo com a diretoria do Sindifogos, a categoria enviou a entidade patronal uma proposta com o aumento de 6%.



O salário passaria de R$1.069,00 para 1.113,00, a cesta básica deixaria de ser R$ 90,00 e seria R$ 93,71 e a PLR aumentaria de R$ 160,00 para R$ 166,42. Entretanto, a diretoria do Sindicato não obteve resposta alguma e em seguida soubemos pelos funcionários das fábricas que haveria um reajuste de apenas 1,81%. A diretoria do Sindifogos repudia a exclusão durante a negociação e a categoria não concorda com as condições impostas pelos patrões”, disse o presidente do Sindicato licenciado Antônio Camargos dos Santos.



O dirigente da CTB Minas, José Antônio de Lacerda (Jota) fez um breve resumo sobre a conjuntura atual brasileira e falou aos trabalhadores e trabalhadoras presentes sobre a necessidade de lutar por seus direitos. “Nós só estamos aqui para garantir conquistas da classe trabalhadora, nós queremos conversar, queremos negociar porque não trabalhamos com causas individuais, o movimento sindical atua em prol do coletivo. Portanto, acho válido sim que haja tentativas de negociação mesmo sabendo que os patrões desrespeitam a entidade sindical que representa a categoria. Esse é, inclusive, mais um motivo para lutar por seus direitos”, afirmou Jota.



A trabalhadora Débora Aparecida de Oliveira, afastada das funções devido a problemas de saúde, fez sérias denúncias contra os donos das fábricas de fogos de artifício. Ela explica que após a vigência da nova legislação trabalhista, os patrões têm admitido mão de obra sem qualquer tipo de contrato (seja CLT ou contrato de trabalho). 



“Com o índice de desemprego tão alto, os trabalhadores têm aceitado propostas como essa. É interessante ressaltar também que uniformes e equipamentos de segurança não são tratados como prioridade por esses patrões, tornando a realidade da categoria ainda mais arriscada. Hoje vamos trabalhar e não sabemos se vamos voltar para a casa. Devido a cobrança por produtividade é possível encontrar acúmulo de materiais em diversos locais de trabalho, o que por lei é proibido”, revelou Débora.



Os (as) trabalhadores (as) presentes decidiram por enviar uma nova proposta com o aumento de 4%, passando então para R$ 1.092,00 o salário base, a cesta básica passaria para R$ 91,94 e a PLR ficaria R$ 163,28. A direção do sindicato com o apoio da CTB Minas irá fazer uma grande mobilização da categoria e resistir a ofensiva dos empresários.




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