14 de jun de 2016

ALMG e movimento sindical vão discutir ataques à previdência

 
Preocupados em garantir a segurança jurídica do sistema de seguridade social brasileiro, movimentos sociais, sindicais, populares e políticos mineiros lançam ofensiva contra as propostas do governo ilegítimo de Temer. O alvo são as mudanças anunciadas para a reforma da previdência. Nesta segunda-feira (13/06) estiveram reunidos representantes da CTB-MG, CUT-MG, Nova Central, CSP-Conlutas, Força Sindical e o deputado estadual Celinho do Sinttrocel (PCdoB)  na Assembleia Legislativa (ALMG). Cinco pontos centrais da famigerada reforma foram apresentados como prejuízos históricos para a classe trabalhadora. Para debater a questão será realizada Audiência Pública na ALMG sobre a previdência social no dia 23 de junho às 14 horas.
Os pontos que unificam as centrais sindicais contra a reforma da previdência do governo golpista de Temer também fazem parte do eixo da Frente Parlamentar Mineira em Defesa da Previdência Social. Os itens da reforma rechaçada pela classe trabalhadora são: 1. Idade mínima de 65 anos para aposentadoria; 2. Aumento ainda maior do tempo de contribuição das mulheres para igualar aos homens; 3. Igualar as regras da aposentadoria rural e urbana; 4. piso do INSS  inferior ao salário mínimo; 5. Aumento da contribuição do trabalhador.
A intenção dos movimentos sociais é dialogar com a sociedade sobre os riscos destas propostas. O debate irá desconstruir os mitos que sustentam essa proposta da previdência. Durante a semana, representantes das centrais irão percorrer os gabinetes dos deputados estaduais afim de convidar mais parlamentares para a defender a previdência.
No cronograma de atividades que buscam o debater as pautas nacionais que são nocivas aos trabalhadores(as) foi agendada outra audiência pública na ALMG. No dia  05 de julho, também às 14horas, acontece audiência pública sobre o PL 257/2016 que dispõe sobre a renegociação da dívida dos Estados e representa um ataque aos(as) servidores públicos(as) no Brasil.

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