25 de out de 2016

"Precisamos evitar a aprovação dessa tragédia que é a PEC 241", afirma Marcelino da Rocha


A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 241 está marcada para ser votada em segundo turno pela Câmara dos Deputados nesta terça-feira, dia 25. A PEC 241, se aprovada pelo Congresso Nacional, irá congelar os investimentos públicos por 20 anos, repondo somente a correção inflacionária. A medida irá afetar investimentos em projetos sociais
Manifestações contra a PEC acontecem em todo o país. Atos contra à PEC são organizados em conjunto com entidades representativas dos estudantes, mobilizados também contra a reforma do ensino médio.
“O povo sabe que a educação e a saúde estão em precárias condições. E o que é precário hoje pode chegar ao fim em um futuro bem próximo”, alerta Marcelino da Rocha, presidente da CTB-MG e da FITMetal, em referência à PEC 241.
"Quais pessoas da área da saúde e educação pública vão suportar ficar com salários e benefícios congelados durante 20 anos? E por que o governo brasileiro, ilegítimo do Temer, continua na lógica de tirar dos pobres para dar para os ricos? Por que ao invés de prejudicar a maioria do povo brasileiro não se aprova a taxação das grandes fortunas no país, onde milionários e bilionários pagam o mesmo imposto de renda que os assalariados? Ou por que o governo não combate à sonegação que anualmente supera os 400 bilhões de reais?”, questiona Marcelino.
Segundo o dirigente sindical, a PEC 241 é um sinal negativo do ponto da inclusão social e do desenvolvimento nacional ao colocar o Brasil na oposição do projeto político que era implementado no país. Além disso, é demagogia do governo falar de contenção de custos depois de conceder 41% de reajuste para o judiciário e aumentar o número de cargos comissionados no atual governo.
Dessa forma, Marcelino convoca os metalúrgicos e metalúrgicas do país, assim como toda população, para “evitar a aprovação dessa tragédia contra o povo brasileiro”.
“Precisamos divulgar cada vez mais nas mídias sociais, realizar passeatas, manifestações, ocupar os espaços públicos, fazer o que estiver ao nosso alcance para mostrar aos deputados federais que eles não podem, mais uma vez, ludibriar a sociedade brasileira”, conclui o presidente da CTB-MG.
Com FITMetal e Portal da CTB

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