26 de jan de 2012

Eleições no Sindágua: CTB repudia agressão a coordenador da Chapa 2

A CTB Minas repudia a agressão sofrida pelo coordenador de campanha da Chapa 2 - Sindágua de Todos, Sávio Bones, no último dia 24. O companheiro foi agredido por um membro da outra chapa que disputa as eleições sindicais no Sindágua em frente ao Sindicato, por ocasião da confraternização dos aposentados.
Na tentativa de burlar o Estatuto da Eleição e as decisões da Junta Eleitoral, os membros da outra chapa estavam colhendo votos dos aposentados no evento.
A Polícia Militar foi acionada para registrar a ocorrência. Os componentes da outra chapa não ficaram satisfeitos por terem que usar a ética e a correção no processo eleitoral.
A prática da tomada de decisões à revelia dos trabalhadores, que ocorre há nove anos, fez com que o coordenador da outra chapa partisse para a violência física.
A CTB e a Chapa 2 registra sua indignação com o fato. A agressão física não pode fazer parte dos embates no movimento sindical. A Chapa 2 defende o debate de ideias. Os padrões democráticos devem permear as ações no movimento sindical.
Para a CTB e a Chapa 2 atitudes como esta devem ser definitivamente expurgados. As atitudes tomadas pelos componentes da outra chapa demonstram claramente a truculência e a falta de respeito com o jogo democrático.
Não satisfeitos em agredir, a chapa adversária ainda usa o portal do Sindágua na internet para espalhar mentiras e calúnias. O dinheiro dos trabalhadores da Copasa está, mais uma vez, sendo usado para patrocinar a campanha da outra chapa. Os trabalhadores da Copasa autorizaram esses gastos?
A liberdade de expressão e opinião foi definitivamente comprometida. A outra chapa não conhece democracia e liberdade de pensamento. A Chapa 2 defende o debate e jamais apelaria para o uso da violência porque tem propostas e plano de lutas que objetivam melhores condições de trabalho e de vida para todos os trabalhadores da Copasa, indiferente de raça, credo ou orientação política.
Na falta de argumentos a outra chapa, mente, calunia e desrespeita os trabalhadores, que não aceitam de maneira alguma o uso da força física. Os trabalhadores querem um sindicato de todos, onde todas as opiniões sejam respeitadas, o que não acontece hoje.
A outra chapa quer se impor pela força, pelo confronto físico. Não podemos permitir atitudes como essa no Sindicato. O Sindágua clama por mudanças. O movimento sindical não pode permitir a truculência, a violência física e mentiras. A Chapa 2 trabalha defende uma eleição pautada pela ética, debate de ideias e, principalmente, pela correção.

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