16 de jan de 2017

Presidente da Fetaemg pede apoio de deputados federais contra a reforma da previdência



Dando continuidade às ações da Fetaemg contra a reforma da previdência social, o presidente da Federação, Vilson Luiz da Silva, reuniu-se na manhã desta quinta feira (12/01), com o deputado federal Zé Silva para dialogar sobre a possível reforma da previdência.
Vilson pediu o apoio do congressista, para que ele vote contra a PEC 287, cujo texto prevê alterações nas regras de aposentadoria que prejudicam, principalmente, a classe trabalhadora rural. Dentre as principais mudanças estão a elevação da idade mínima de aposentadoria para 65 anos e a equiparação desta idade para homens e mulheres.
O presidente Vilson está atuando massivamente para impedir que a PEC 287 seja aprovada. Ele está dialogando diretamente com os deputados que votaram à favor da PEC 55 (congelamento de gastos públicos), falando sobre os prejuízos que a reforma previdenciária trará à classe trabalhadora e solicitando o apoio dos congressistas contra a reforma.
Vilson lembra que, ao contrário do que o governo Temer defende, não existe nenhum déficit na previdência social. O que existe é um plano que visa prejudicar os trabalhadores para beneficiar políticos, grandes empresários e banqueiros. Dados da Associação Nacional dos Fiscais da Receita Federal (Anfip), do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap) e do estudo da Dra. Denise Gentil, economista da Universidade Federal do Rio de Janeiro, alertam que enquanto os economistas do governo federal apontam em 2015 um déficit de R$ 85 bilhões, no mesmo ano, as planilhas da Anfip anunciaram um superávit de R$ 24 bilhões. Ou seja, a reforma da previdência é desnecessária.
Por isso, a Fetaemg é contra essa perversidade e vem atuando para impedir que a reforma seja aprovada e com isso, os direitos de trabalhadores e trabalhadoras sejam mantidos. Só com justiça social os trabalhadores do campo e da cidade poderão viver de forma digna. Faça parte desta luta. Junte-se a nós! E diga não à Reforma da Previdência Social.
Fonte: Fetaemg

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