19 de fev. de 2013

Portal da CTB está de visual novo: mais moderno e funcional



A partir desta terça-feira (19), o portal da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) ganha um visual mais moderno e funcional. A nova configuração da página aposta num maior dinamismo, de modo a oferecer a seus internautas um conteúdo cada vez mais ágil e completo, sempre a partir do viés classista que rege todos os veículos de comunicação da Central.
Segundo o secretário de Imprensa e Comunicação da CTB, Eduardo Navarro, a atualização é necessária para acompanhar o ritmo das mudanças que permeiam as novas tecnologias. “Com a velocidade que a internet impõe para a comunicação, precisamos estar atentos para continuarmos oferecendo nosso conteúdo de uma forma dinâmica e cada vez mais completa”.
Navarro explica também que, durante o processo de reconfiguração do portal, houve uma grande preocupação de ampliar o espaço para as chamadas “últimas notícias”, de modo a preservar também o caráter institucional da página.
“Não deixamos de lado aquilo que achamos fundamental: as notícias das secretarias, onde fazemos a transversalidade das notícias da CTB, e as notícias dos estados, onde concentramos as atividades de nossas estaduais e de nossos sindicatos”, explicou.
De acordo com o web designer Láldert Castello Branco, o portal passa a dispor de uma ferramenta mais atualizada e eficiente. “Ela é toda desenvolvida com o uso de modernos programas de códigos abertos, dentre eles o robusto Sistema de Gestão de Conteúdos Joomla!, considerado um dos melhores em sua categoria”, disse.
Castello Branco ressaltou ainda que a Central, ao optar pelo uso de software livre, além de dispor de uma ferramenta mais moderna, dinâmica, eficiente e de baixo custo, ajuda a disseminar a ideia de que compartilhamento e colaboração são fundamentais na internet.
O endereço do portal da CTB é www.ctb.org.br. Confira!
Fonte: Portal CTB.

13 de fev. de 2013

CTB mobiliza trabalhadores nos estados para a 7ª Marcha das Centrais e dos Movimentos Sociais


A CTB já está mobilizada para participar da 7ª Marcha das Centrais Sindicais e dos Movimentos Sociais, no próximo dia 6 de março, em Brasília.
Organizada pela CTB, CGTB, CUT, Força Sindical, NCST e UGT, a marcha, que conta com apoio dos movimentos sociais e estudantil,  promete reunir dezenas de milhares de trabalhadores da cidade e do campo, na Esplanada dos Ministérios, com o propósito de entregar uma pauta de reivindicações ao governo Federal, baseada na Agenda da Conferência Nacional da Classe Trabalhadora (Conclat).
A intenção dos sindicalistas é entregar essa pauta diretamente à presidenta Dilma Rousseff. Os representantes das centrais entendem que a data é pertinente, pelo fato de coincidir com as semanas iniciais dos trabalhos da Câmara Federal em 2013.
Além disso, entre os dias 4 e 8 de março, a cidade de Brasília também abrigará o 11º Congresso da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), entidade que poderá contribuir de maneira determinante para o sucesso da marcha.
Representantes da União Nacional dos Estudantes (UNE), da Associação Nacional dos Pós-Graduandos (ANPG), da União da Juventude Socialista (UJS) e da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES) estiveram no 5, na sede da CTB, em São Paulo, para ratificar sua participação na atividade. Por telefone, o presidente da Juventude Socialista Brasileira (JSB), Bruno da Mata, também confirmou a presença da entidade na Marcha.
Mobilização
As  estaduais da CTB estão empenhadas na mobilização e organização de grandes caravanas, que devem sair de todas as regiões do país. Segundo Wagner Gomes, presidente da CTB Nacional, a expectativa é de garantir a participação de trabalhadores das mais variadas categorias para reforçar a pauta da classe trabalhadora, com destaque para a luta em defesa do fim do Fator Previdenciário.
A CTB Nacional já preparou bandeiras, faixas, cartazes, camisetas e adesivos para garantir visibilidade para a principal reivindicação dos trabalhadores.  “A 7ª Marcha será um momento importante para a classe trabalhadora. Por isso a necessidade de um maior empenho dos sindicalistas classistas para garantir uma ampla mobilização, capaz de sensibilizar os deputados para a importância da derrubada do fator previdenciário e para a pauta da classe trabalhadora, que tanto contribuí para a construção desse país”, concluiu o presidente da CTB.
Fonte: Portal CTB.

Desconto do Ipsemg terá de ser devolvido ao servidor pelo governo de Minas


Uma bomba-relógio está prestes a explodir nos cofres públicos de Minas Gerais. Tudo porque recentes decisões judiciais têm garantido a servidores receber de volta o dinheiro que entre 2002 e 2010 foi descontado mensalmente de seus salários para custear o plano médico e odontológico do Instituto de Previdência dos Servidores de Minas Gerais (Ipsemg).
Em 2010, quando foi extinta, a cobrança – de 3,2% no contracheque – rendia cerca de R$ 300 milhões por ano ao caixa do Ipsemg. Há atualmente cerca de 60 mil ações judiciais envolvendo o assunto em tramitação no estado – boa parte delas no Superior Tribunal de Justiça (STJ), em grau de recurso.
Até então, o Ipsemg contava com a morosidade do Judiciário para se ver livre da dívida. Mas agora não terá mais esse benefício. Desde o fim do ano passado, os ministros do STJ vêm decidindo pela obrigatoriedade da devolução dos recursos, independentemente de o servidor ter usado o plano de saúde. Diante do grande número de processos tratando do assunto, podem aplicar aos casos o chamado recurso repetitivo – ou seja, a mesma decisão será tomada em todos os processos.
“É firme a jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça no sentido de que o fato de os contribuintes terem ou não usufruído do serviço de saúde prestado pelo Estado de Minas Gerais é irrelevante, pois tal circunstância não retira a natureza indevida da exação cobrada”, argumentou o ministro Arnaldo Esteves Lima em voto proferido em dezembro do ano passado envolvendo uma servente que tem direito a receber pouco mais de R$ 1 mil.
O argumento usado pelos ministros é que a compulsoriedade da cobrança já foi considerada inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal (STF). “Por tal razão, a repetição do indébito tributário é devida, independentemente de ter havido ou não a utilização dos serviços de saúde pelos contribuintes. Nos termos do artigo 165 do Código Tributário Nacional, o único pressuposto para a restituição é a cobrança indevida do tributo, requisito esse devidamente preenchido no caso concreto”, afirmou o ministro Arnaldo Esteves Lima.
A decisão joga por terra o principal argumento usado pelo Estado para não devolver o dinheiro aos servidores: embora a contribuição seja compulsória, o serviço médico e odontológico estava disponível para todos os funcionários. O desconto foi criado pela Lei Complementar 64/02, sob o argumento de que o artigo 149 da Constituição Federal permite esse tipo de cobrança. No entanto, ao ser declarada inconstitucional pelo Supremo, os ministros entenderam que ela só poderia ser feita mediante vontade do servidor, e não compulsoriamente.
Incentivo
Responsável por cerca de 7,5 mil ações pedindo o ressarcimento a funcionários públicos – das quais cerca de 3 mil estão em tramitação no STJ –, o advogado Guilherme José de Oliveira Reis ressalta que o fato de as decisões serem sempre favoráveis ao servidor pode desmotivar o Estado a recorrer contra decisões desfavoráveis proferidas pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG). “Em 70% a 80% dos casos o Ipsemg ainda tem recorrido. Mas hoje eles estão evitando mais”, afirmou o advogado. Segundo ele, os próprios desembargadores do TJMG, que antes negavam o ressarcimento, têm dado decisões nesse sentido.
De acordo com Guilherme Reis, os valores para devolução variam de acordo com o montante descontado e o tempo que o servidor levou para ajuizar a ação. Isso porque a legislação permite a discussão de descontos efetuados nos últimos cinco anos. Como a cobrança vigorou de 2002 a abril de 2010, quem entrar agora, por exemplo, poderá cobrar apenas o que pagou entre fevereiro de 2008 e abril de 2010. Em seu escritório há casos desde R$ 1.069 a R$ 11,2 mil. O valor é corrigido pelo índice da caderneta de poupança.
Já estão em processo de execução 230 ações sob sua responsabilidade, enquanto outras 900 já transitaram em julgado – ou seja, não cabe mais qualquer tipo de recurso. Valores até R$ 11,3 mil são pagos em até 90 dias, por meio de requisição de pequeno valor (RPV). Acima de R$ 11,3 mil são transformados em precatórios, o que pode levar anos para receber. Por isso, há casos de clientes que preferem abrir mão do excedente para receber mais rápido.
Embargos
Em nota enviada ao Estado de Minas, a assessoria de imprensa do governo limitou-se a dizer que a Advocacia Geral do Estado (AGE) entrou com embargo declaratório contra decisão do Supremo Tribunal Federal que considerou inconstitucional a cobrança de 3,2% da remuneração para o custeio da assistência à saude pelo Ipsemg. O recurso é para esclarecer se os efeitos da inconstitucionalidade retroagem ou não. A nota diz ainda que, “no entendimento do Estado de Minas Gerais, os valores já pagos não podem ser ressarcidos, uma vez que os serviços foram efetivamente disponibilizados”.
Entenda a polêmica
Em 2002 os deputados estaduais mineiros aprovaram a Lei Complementar 64, que estabeleceu uma contribuição compulsória de 3,2% do salário dos servidores ao Ipsemg para custear atendimento médico e odontológico. O percentual fazia parte de um desconto previdenciário.
Em janeiro de 2004, o então procurador-geral da República, Cláudio Fontelles, ajuizou no Supremo Tribunal Federal (STF) uma ação direta de Inconstitucionalidade (Adin) alegando que a cobrança era ilegal, pois o artigo 149 da Constituição diz que a contribuição previdenciária só pode ser usada para gastos com previdência ou assistência social – o que exclui a saúde.
Na defesa apresentada ao Supremo, a Advocacia Geral do Estado (AGE) rebateu sob o argumento de que o desconto era feito para custear um serviço prestado pelo Estado, tratando-se então de uma contrapartida dos servidores.
Na apreciação da Adin, o então presidente do STF, Maurício Correia, negou a liminar pedida por Fonteles para suspender a cobrança imediatamente, mas apresentou indícios de que concordava com a inconstitucionalidade da cobrança. “Como se verifica, em um exame preliminar, parece-me ocorrer conflito entre a legislação estadual e os preceitos da Carta Federal”, afirmou em seu despacho.
O processo entrou na fase de envio de informações pelo governo estadual e pareceres da Procuradoria Geral da República e Advocacia Geral da União. Ambos foram contrários à cobrança.
Em março de 2005 tem início o julgamento, que é interrompido por pedido de vista. O julgamento foi retomado em junho de 2006 e agosto de 2009 – ambos adiados por novos pedidos de vista. Finalmente, em 14 de abril de 2010, foi declarada a inconstitucionalidade da cobrança em caráter compulsório. Ou seja, nenhum servidor poderia mais ser obrigado a pagar a contribuição, exceto se manifestasse interesse em continuar vinculado ao plano de saúde.
Dezesseis dias depois, o governo estadual anunciou que estaria disponível nos departamentos de pessoal de todos os órgãos da administração direta e indireta um formulário com solicitação do desligamento imediato do plano.
Em outubro de 2010, o governo entrou com um recurso (embargo de declaração) para saber se a declaração da inconstitucionalidade será retroativa à aprovação da Lei Complementar 64/2002 ou valerá apenas a partir da decisão do STF.
Desde 14 de março de 2011 o recurso está parado nas mãos do relator, ministro Luiz Fux.
Enquanto isso, várias ações começaram a chegar ao Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) pedindo a devolução do dinheiro. Diante da negativa por parte dos desembargadores, recursos foram ajuizados no Superior Tribunal de Justiça (STJ). Em vários casos já julgados, o STJ tem determinado o ressarcimento ao servidor baseado na inconstitucionalidade da cobrança e no artigo 165 do Código Tributário Nacional (CTN).
Fonte: Jornal Estado de Minas.

Lançamento da Campanha Salarial dos servidores de Valadares será dia 21


O lançamento oficial da Campanha Salarial 2013 dos servidores municipais de Governador Valadares será no dia 21 de fevereiro, às 18h, na sede administrativa do Sindicato dos Servidores Municipais de Governador Valadares (Sinsem-GV), na Rua Barão do Rio Branco, 779, Centro.
Na oportunidade, os servidores vão deliberar sobre a pauta de reivindicações que será encaminhada à prefeita Elisa Costa e à comissão de negociação da Prefeitura Municipal.
Segundo o Sindicato, o ano de 2012, mesmo com o reajuste salarial de 10% conquistado pela categoria, foi muito difícil para a maioria do funcionalismo público municipal, devido às perdas salariais acumuladas nos últimos governos, que vêm aumentando cada vez mais.
Além da defasagem salarial da maioria, os servidores de Valadares continuam recebendo no dia 10 de cada mês; houve aumento na carga horária dos professores; o Plano de Carreira não foi revisado e inúmeras outras demandas do funcionalismo não foram atendidas.
Para o presidente do Sinsem-GV, José Carlos Maia, felizmente, a maioria dos servidores já entenderam que conquistas não caem do céu e que, para serem obtidas, é preciso muita luta, coragem e participação ativa dos servidores e servidoras, somado ao trabalho árduo e sério da diretoria do Sindicato.
“O Sinsem-GV, como sempre, já está fazendo sua parte, mas é preciso aumentar nossa voz para que toda a categoria seja ouvida. O trabalho que desempenhamos pelo município deve ser valorizado e somente com união de todos conseguiremos mostrar para o Executivo nossa indignação. Salário justo e valorização só com mobilização e participação de cada servidor e servidora”, disse.
Clube
O Clube do Sinsem-GV é uma das maiores conquistas sociais do funcionalismo. Basta averiguar outras entidades representativas para perceber que pouquíssimos sindicatos de servidores municipais do Brasil possuem este beneficio.
Para o servidor filiado desfrutar desta conquista, basta comparecer à sede administrativa do Sindicato, de segunda a sexta-feira, das 8h às 11h e das 13h às 18h, e retirar seu convite gratuitamente.
O Sindicato lembra que as carteirinhas também estão sendo confeccionadas gratuitamente, bastando ao servidor apenas providenciar sua foto 3x4 e de seus dependentes, juntamente com o contracheque do mês.
Fonte: Sinsem-GV.

7 de fev. de 2013

Sindicato dos Vigilantes de Minas Gerais suspende greve até o dia 22/2 a pedido do Ministério do Trabalho


O Sindicato dos Vigilantes de Minas Gerais comunica que a greve iniciada no dia 4 está suspensa temporariamente a pedido do Ministério do Trabalho. Na tarde da última segunda-feira, a diretoria do Sindicato se reuniu com representantes da entidade patronal, na Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE), em Belo Horizonte.
Na reunião, o Sindicato reafirmou as reivindicações da categoria que provocaram a greve, tais como o pagamento do adicional de periculosidade de 30% e reajuste salarial com ganho real, entre outros. Após intenso debate entre as partes, foi agendada uma nova reunião entre o Sindicato e os patrões para o dia 22 deste mês.
Segundo o presidente do Sindicato dos Vigilantes de Minas Gerais, Romualdo Alves Ribeiro, o Sindicato não está desistindo da greve. “Em respeito ao Ministério do Trabalho, decidimos dar uma trégua para que a proposta da SRTE seja analisada, tanto pelo Sindicato quanto pelos patrões. Não havendo concordância até a próxima reunião, principalmente por parte dos patrões, a greve poderá ser retomada a qualquer momento”, afirmou.
Mesmo com a suspensão da greve, o Sindicato orienta aos trabalhadores para que se mantenham mobilizados. “Com a greve, os vigilantes demonstraram aos patrões sua insatisfação e que não estão para brincadeira. Essa pressão da categoria fez com que o sindicato patronal sentasse à mesa para ouvir a proposta formulada pela SRTE e aceitasse levá-la para ser apreciada em assembleia pelos patrões”, ressaltou Romualdo.
A greve de segunda-feira foi um sucesso. Em todo o Estado, dezenas de agências bancárias permaneceram fechadas durante todo o dia por falta de vigilantes. Além de Belo Horizonte, o movimento se espalhou por cidades de todas as regiões de Minas, como Sete Lagoas, Juiz de Fora, Ipatinga, Pouso Alegre e Carmo do Rio Claro. Na capital, os vigilantes promoveram manifestações em 15 bancos da área central. Em todas as agências visitadas, houve adesão de vigilantes à paralisação.
Proposta da SRTE
Após três horas de negociação, a SRTE apresentou a seguinte proposta para fechamento da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) de 2013: correção salarial de 6,20%, retroativa a 1º de janeiro de 2013, com pagamento do salário de março de 2013, devidamente reajustado, e das diferenças decorrentes da aplicação retroativa do índice aos meses de janeiro e fevereiro de 2013, em duas parcelas iguais, juntamente com os salários de abril e maio, respectivamente, até o 5º dia útil dos meses de maio e junho de 2013; ou de uma única vez, juntamente com os salários de abril, até o 5º dia útil de maio de 2013.
A SRTE também propôs o reajuste do tíquete refeição, cesta básica e plano de saúde em 6,20%; pagamento do adicional de periculosidade de 30% em substituição ao adicional do risco de vida, retroativamente a 1º de fevereiro de 2013, com pagamento do salário já acrescido do adicional de periculosidade a partir de março de 2013, até o 5º dia útil de abril de 2013, e quitação do adicional de periculosidade do mês de fevereiro de 2013, em três parcelas iguais, juntamente com os salários de abril, maio e junho, respectivamente, até o 5º dia útil dos meses de maio, junho e julho de 2013.
Além disso, a SRTE propôs a renovação das demais cláusulas e condições da CCT de 2012, com exceção da que trata do adicional do risco de vida a partir de 1º fevereiro de 2013, em conformidade com a proposta citada.
Por fim, o Ministério do Trabalho acrescentou que os trabalhadores que participaram do movimento nos dias 1º e 4 de fevereiro não sofrerão desconto salarial decorrente da ausência ao trabalho e terão garantia de emprego ou salário por 90 dias, ressalvadas as situações de pedido de demissão, dispensa por justa causa, término normal do contrato de experiência e rescisão do contrato de prestação de serviços.
Paralisações nos Estados
No dia 1º de fevereiro, vigilantes de todo o Brasil participaram das manifestações realizadas nos Estados pelo pagamento imediato do adicional de periculosidade de 30%. O resultado das manifestações foi positivo. Em alguns Estados, os patrões assumiram o compromisso de atender à reivindicação dos trabalhadores até o próximo mês de março. Caso a patronal não cumpra com o compromisso, o movimento será retomado, com greve por tempo indeterminado.
Assista ao depoimento do presidente do Sindicato no Facebook da CTB Minas ou no Youtube: http://www.youtube.com/watch?v=8nwnwSgYfzM&feature=youtu.be
Texto e fotos: Eliezer Dias.

Sinsem-GV oferece curso de inglês para associados e dependentes


O Sindicato dos Servidores Municipais de Governador Valadares (Sinsem-GV) informa que está oferecendo curso de inglês para servidores municipais e seus dependentes em parceria com a escola The Kids Club. Os servidores interessados devem apanhar a ficha de encaminhamento na secretaria do Sindicato.
O valor da mensalidade, com desconto de 30% para os associados do Sindicato, é de R$ 25,00. Já o material didático custa R$ 175,00, podendo ser dividido em duas parcelas sem juros. As aulas terão início no dia 18 de fevereiro. Os horários são os seguintes:
- Turma Junior I (7 a 10 anos): quinta-feira, das 18h às 19h30 (nova turma).
- Turma Junior (8 a 10 anos): sexta-feira, das 18h às 19h30 (continuação da turma de 2012).
- Turma de Adolescentes: sábado, das 8h às 9h30 (nível 1) e 9h30 às 11h (nível 2 - 6º a 9º ano).
A The Kids Club fica na Rua Lincoln Byrro, 550, na Vila Bretas (em frente à Mademinas), em Governador Valadares. O horário de funcionamento da escola é das 13h às 17h30. Mais informações pelo telefone: (33) 3221-1429.
Fonte: Sinsem-GV.

25 de jan. de 2013

Mais um metalúrgico é vítima de grave acidente de trabalho na Teksid do Brasil em Betim

Mais um grave acidente de trabalho foi registrado na metalúrgica Teksid do Brasil, empresa do Grupo Fiat, situada em Betim. Desta vez, a vítima foi o metalúrgico Pedro Tavares Neto, que trabalhava no setor de Fornos, na manhã da última quinta-feira, 24. O trabalhador foi socorrido no Hospital Santa Rita e, posteriormente, encaminhado ao Pronto Socorro João XXIII, em Belo Horizonte.
Segundo informações obtidas pelo Sindicato, o metalúrgico passou por cirurgia e encontra-se no CTI. Até o momento, seu estado de saúde não foi informado.

Tão logo tomou conhecimento do acidente, a direção do Sindicato entrou em contato com a Teksid e solicitou uma reunião em caráter de urgência para tratar do assunto. Na reunião, realizada na manhã de desta sexta-feira, 25, o Sindicato cobrou explicações sobre o acidente e pediu uma reunião com a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa) e os técnicos de segurança do trabalho da empresa para discutir as questões referentes à segurança do trabalhador da fábrica.
Em 2012, foram registrados vários acidentes graves na planta da Teksid, que resultaram em três mortes. Em todos os casos, o Sindicato cobrou da empresa mudanças e melhorias nas condições de trabalho e segurança na fábrica, para evitar novos casos de acidentes. O Sindicato também denunciou os casos e pediu providências às autoridades competentes.
417 acidentes em 4 anos
A lista de acidentes de trabalho ocorridos na planta da Teksid nos últimos anos é extensa. Conforme levantamento realizado pelo Sindicato, entre 2008 e 2012 ocorreram 417 acidentes na Teksid e na Nemak – empresas que funcionam no mesmo local. O número é baseado nos Comunicados de Acidentes de Trabalho (CATs) que foram enviadas à entidade.
Para o presidente do Sindicato, João Alves de Almeida, as empresas investem muito em tecnologia, produtividade e qualidade de seus produtos, mas não se atentam para o principal, que é a vida humana.
“A Teksid e a Nemak, particularmente, não podem continuar a tratar com descaso as condições de segurança e a vida dos trabalhadores, tampouco seguir com sua política de comprar mandatos de cipeiros e impedir o trabalho eficaz de prevenção de acidentes”, alerta.
Fonte: Sindicato dos Metalúrgicos de Betim.

24 de jan. de 2013

Reunião sobre demissões no Centro Universitário Newton Paiva acaba sem acordo


Impasse. Esse foi o resultado da tentativa de conciliação, na tarde do último dia 23, entre o Sindicato dos Professores do Estado de Minas Gerais (Sinpro Minas) e o Centro Universitário Newton Paiva, no Ministério Público do Trabalho (MPT), em Belo Horizonte. A reunião foi para discutir a demissão de 90 professores que, segundo a instituição, foram desligados por causa de uma “reestruturação”, que inclui “desligamentos e admissões”.
De acordo com a diretora Sinpro Minas, Maria das Graças de Oliveira, os 90 professores demitidos correspondem a algo próximo de 17% do quadro da instituição. “Acreditamos que esse número possa ser ainda maior”. Ela descarta que as demissões seriam fruto de dificuldade financeira e diz que o centro universitário está pagando em dia os professores.
A proposta do sindicato foi de que os professores dispensados fossem reintegrados, o que foi descartado pelo advogado da instituição, Tarcísio Alberto Giboski. “Seria inviável, a estruturação está toda montada”, disse ele durante a mediação. Outra proposta feita pelo Sinpro Minas, também descartada, foi de se fazer uma compensação financeira aos demitidos, antes da homologação.
Maria das Graças afirmou que a reunião foi frustrante. “A instituição não trouxe nenhuma proposta. Eles querem que façamos a homologação das demissões para depois conversar. Isto não existe”.
A vice-presidente do Sinpro-MG, Valéria Morato, não descartou a possibilidade de uma ação judicial com pedido de reintegração dos professores e disse que o sindicato vai procurar conversar com o Sindicato dos Auxiliares de Administração de Ensino, que conta com cerca de 40 trabalhadores demitidos, para agirem juntos.
Ontem, a procuradora do Trabalho Ana Cláudia Nascimento Gomes deu início a uma representação, que pode ou não virar denúncia.
Nova venda
Já há rumores de que as mudanças podem resultar numa possível venda da Newton Paiva, que hoje é controlada pelo grupo Splice. “Eles estariam arrumando a casa para poder vendê-la”, disse um ex-professor da instituição que preferiu não ser identificado. Outros professores disseram o mesmo. A reportagem não conseguiu confirmar os boatos com a instituição.
Uma ex-professora da Newton com mais de dez anos de casa, que preferiu não ter o nome revelado, disse que o período de demissão, que foi no final de semestre de 2012, não permitiu sua recolocação no mercado.
“Agora, só por volta de maio para participar das seleções”, lamenta. “A minha sorte é que tenho outro trabalho”.
Fonte: O Tempo Online.

Vigilantes se preparam para greve nacional, a partir do dia 4 de fevereiro, pelo adicional de periculosidade de 30%

Vigilantes de todo o País deverão cruzar os braços a partir do dia 4 de fevereiro. O objetivo da greve nacional, por tempo indeterminado, é fazer com que os patrões a cumprirem imediatamente a Lei 12.740, que determina o pagamento de adicional de periculosidade de 30% aos vigilantes.
A paralisação foi aprovada por dirigentes de entidades representativas dos vigilantes de todo o País, em plenária realizada nos dias 17 e 18 de janeiro, em Belo Horizonte. Organizada pela Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV), o encontro contou com a participação de dezenas de lideranças.
Além de representantes do Sindicato dos Vigilantes de Minas Gerais e das entidades representativas do interior do Estado – Juiz de Fora, Uberlândia, Uberaba e Montes Claros, o encontro contou com a presença de dirigentes de sindicatos do Paraná, Rio de Janeiro, Ceará, Amazonas, Bahia, Rio Grande do Norte, Goiás, Maranhão, Distrito Federal, entre outros.
No entendimento das entidades, a Lei 12.740, sancionada pela presidenta Dilma Rousseff e publicada no Diário Oficial da União do dia 10 de dezembro de 2012, deve ser cumprida imediatamente a partir da sua publicação, independentemente de regulamentação.
“Após mais de dez anos de luta, não podemos permitir, agora que a conquista é real, que os patrões, que sempre ganharam e tiraram de nossas costas sua riqueza, nos neguem esse direito. Vamos exigir, inclusive, o pagamento do benefício retroativo à data de sua publicação no Diário Oficial da União”, disse o presidente do Sindicato dos Vigilantes de Minas Gerais, Romualdo Alves Ribeiro.
Diante da recusa dos patrões em cumprir a Lei, os sindicatos orientam aos trabalhadores e trabalhadoras para que não compareçam a seus locais de trabalho a partir do dia 4 de fevereiro e participem das atividades que serão promovidas pelas entidades nos Estados. Os trabalhadores que não puderem participar das manifestações devem permanecer em suas casas e não atender aos telefonemas da empresa em que trabalha.
O pessoal que trabalha no administrativo, como fiscais, gerentes e supervisores, também devem fazer a sua parte. Ou seja, cobrar dos patrões um reajuste salarial de 30%, juntar-se à luta e não comparecer ao trabalho a partir do dia 4 de fevereiro.
Fonte: Sindicato dos Vigilantes de Minas Gerais.

CTB apoia projeto que obriga empresas com 100 empregados a oferecerem vagas em creches


As empresas com pelo menos 100 funcionários poderão ser obrigadas a manter berçário ou creche para os filhos de até cinco anos dos empregados, de acordo com Projeto de Lei da senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), que tramita na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), onde aguarda relatório do senador Eduardo Suplicy (PT-SP).
A proposta permite que a exigência seja suprida por meio de convênios com creches, pré-escolas e escolas, públicas ou privadas, desde que próximas aos locais de trabalho ou por meio de reembolso, caso seja solicitado pelo empregado.
Para a secretária da Mulher da CTB, Raimunda Gomes, a Doquinha, a medida vai ao encontro das necessidades das trabalhadoras. “A carência dessa política pública é um impeditivo para que a mulher tenha sua independência econômica, pois a creche é o principal equipamento público para o atendimento adequado das necessidades da mulher para entrar e se manter no mercado de trabalho”, afirmou Doquinha.
A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) prevê atualmente que estabelecimentos com pelo menos 30 mulheres com mais de 16 anos terão local apropriado “para guardar sob vigilância e assistência” os filhos de funcionárias no período de amamentação.
A exigência pode ser suprida por meio de creches distritais mantidas, diretamente ou mediante convênios, com outras entidades públicas ou privadas, em regime comunitário, ou a cargo do Sesi, Sesc ou entidades sindicais.
“Embora tenhamos conhecimento de que muitas empresas com responsabilidade social já estão implementando programas de creches em seus estabelecimentos, não podemos depender apenas da boa vontade dos empregadores. É preciso garantir que todas as crianças possam estar junto à mãe ou ao pai, nas fases iniciais de sua vida”, afirma a senadora Grazziotin.
De acordo com o Anuário das Mulheres Brasileiras 2011, lançado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socieconômicos (Dieese) e a Secretaria de Políticas para as Mulheres (SEPM) do governo federal, a falta de creches é um dos maiores entraves para que as mulheres aumentem sua participação no mercado de trabalho.
De acordo com o anuário, em 2009, 58,8% das mulheres com mais de 16 anos, portanto, que fazem parte da população economicamente ativa (PEA) do país, estavam trabalhando. Já entre os homens com mais de 16 anos, esse percentual chegava a 81,5%. A diferença, segundo a pesquisa, deve-se, em parte, à deficiência da infraestrutura dedicada à mulher.
“Além de ser uma necessidade da mulher, é um direito da criança como parte do processo educacional. É a primeira etapa do processo desenvolvimento de seu potencial. Portanto, a creche é uma obrigação do Estado, uma necessidade da mulher e um direito da criança”, finalizou a sindicalista.
Fonte: Portal CTB.

23 de jan. de 2013

Wagner Gomes: Brasília voltará a ser ocupada pelos trabalhadores


Em entrevista ao Portal Vermelho, o presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Wagner Gomes, falou sobre a agenda de luta no primeiro trimestre de 2013 e destacou que a primeira frente de defesa será a luta pelo fim do Fator Previdenciário. Segundo ele, haverá nesta quarta-feira (23) reunião para indicar a agenda de ações.
Wagner Gomes confirmou a presença de representantes das cinco centrais sindicais reconhecidas pelo governo federal. “Essa reunião dará início às atividades do movimento sindical no país. A classe trabalhadora está aquecida para defender as mudanças e ampliar as conquistas. E neste caso, a luta pelo fim do Fator Previdenciário não ficaria de fora”.
O dirigente da CTB informou que as centrais discutirão, como indicativo, uma mobilização no dia 6 de março. Data que as centrais pretendem fazer grande ato em Brasília, com marcha até o Congresso Nacional.
“A reunião de hoje definirá a data, por enquanto o indicativo é o dia 6 de março. Além do fim do Fator Previdenciário, iremos reafirmar nossa luta pela redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais sem redução de salário e o reajuste para os aposentados”, externou o dirigente.
Segundo ele, a CTB pretende conclamar todas as categorias a preparar campanhas salariais unificadas, com a participação de todas as entidades representativas dos trabalhadores, o conjunto dos movimentos sociais, sociedade civil e forças democráticas e progressistas a participar solidariamente no esforço de mobilização nacional em torno da agenda pelo desenvolvimento com valorização do trabalho, soberania e democracia.
“As centrais estão unidas para trabalhar no sentido de viabilizar, em 2013, uma ampla mobilização nacional em torno da agenda da classe trabalhadora por um novo projeto nacional de desenvolvimento, que seja orientado por três valores fundamentais: valorização do trabalho, soberania e democracia. Ao realizar essa grande manifestação, em Brasília, reafirmamos nosso compromisso com os trabalhadores na luta o fim do Fator Previdenciário. Além disso, sinalizaremos palavras de ordem pela reforma agrária e a redução da jornada de trabalho sem redução de salários", frisou Wagner.
Política macroeconômica
Sobre a política macroeconômica do governo, Wagner destacou que a CTB, bem como demais centrais, tem como meta a consolidação de uma estratégia que vise reivindicar mudanças no setor e reforçar a defesa em torno da pauta trabalhador, pactuada durante a Conclat de 2010.
“O governo precisa aprofundar as mudanças que se propôs a fazer. Daí a importância dessa mobilização e da manutenção da unidade do movimento sindical. Porque se não tiver pressão dos trabalhadores não conseguiremos avançar nessa discussão”, afirmou.
Fonte: Portal Vermelho.

21 de jan. de 2013

Governo substituirá carteira de trabalho por cartão eletrônico


O governo federal pretende fazer uso da tecnologia para substituir o atual modelo de carteira de trabalho. O formato tradicional deve ser superado por um cartão eletrônico, que poderá entrar em vigor no início de 2014.
O projeto está na Câmara de Gestão e o cartão recebeu o nome de Escrituração Fiscal Digital Social (EFD Social). A presidenta Dilma Rousseff já deu seu aval para que a novidade se torne uma realidade.
O EFD Social permitirá que o trabalhador acompanhe se a empresa está fazendo seus depósitos de contribuição previdenciária e Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) normalmente, assim como o recolhimento do Imposto de Renda.
Informações sobre locais e períodos em que esteve empregado ficarão disponíveis online para consulta pessoal. Em entrevista à Agência Estado,  o ministro do Trabalho, Brizola Neto, afirmou que o novo modelo deve ajudar a coibir fraudes.
A ideia só poderá seguir adiante se for criada uma base única com dados de Ministério do Trabalho, Receita Federal, INSS e Caixa. As informações que as empresas precisavam repassar a essas entidades separadamente serão unificadas em apenas uma declaração.
Também se pretende diminuir o uso de papel, a exemplo da folha de pagamentos, que hoje precisa ser impressa mensalmente e guardada por cinco anos pela empresa, e do livro de registro de empregados.
Fonte: Portal CTB.

Comissão Organizadora define tema do 3º Congresso Nacional da CTB


Reunida na sede da CTB nesta segunda-feira (21), em São Paulo, a Comissão Organizadora do 3º Congresso Nacional da entidade definiu o tema central do evento: “Avançar nas mudanças com valorização do trabalho”.
Além da definição do tema central, a Comissão oficializou uma série de datas que servirão para nortear o trabalho de todas as CTBs estaduais durante o período que antecede o Congresso.
Durante as próximas semanas, a Secretaria Geral irá expedir uma circular a todos os sindicatos filiados, por meio da qual os prazos e critérios para participação serão detalhados.
A reunião desta segunda-feira reafirmou as datas em que deverão ser realizadas as etapas estaduais do Congresso: entre 16 de abril e 15 de junho. Da mesma forma, confirmou que o 3º Congresso será realizado entre 22 e 24 de agosto, na cidade de São Paulo. Antes, será realizado um seminário internacional, marcado também para a capital paulista, entre os dias 20 e 21 de agosto.
A Comissão confirmou também o Centro de Convenções do Anhembi como o espaço escolhido para a realização do Congresso. Todos os detalhes referentes à hospedagem e deslocamentos já estão devidamente confirmados. No total, o evento contará com a participação de 1.500 delegados e delegadas, de todos os estados da Federação e do Distrito Federal.
A partir da definição do tema central do Congresso, durante as próximas semanas será finalizada a redação de sua tese central. Até a primeira semana de março, todas as CTBs estaduais receberão o texto, de modo que haja tempo hábil para a realização de assembleias e também para a escolha de delegados.
Comissão Organizadora
Nove dirigentes compõem a Comissão encarregada de organizar o 3º Congresso da CTB. Eles são assessorados por Júlio Floriano, Cristiane Oliveira, Umberto Martins e Henrique Darde. Confira abaixo a lista:
Wagner Gomes – Presidente
Pascoal Carneiro – Secretário-geral
Nivaldo Santana – Vice-presidente
Gilda Almeida – Secretária-adjunta de Finanças
Raimunda Gomes – Secretária da Mulher Trabalhadora
Joílson Cardoso – Secretário de Relações Institucionais
Sergio de Miranda – Secretário de Política Agrícola e Agrária
Eduardo Navarro – Secretário de Imprensa e Comunicação
Severino Almeida – Secretário de Relações Internacionais
Fonte: Portal CTB.

17 de jan. de 2013

UNE lança sua própria Comissão da Verdade na próxima sexta-feira


A União Nacional dos Estudantes (UNE) realiza, entre os dias 18 e 21 de janeiro, o seu 14º Conselho Nacional de Entidades de Base (Coneb) em Recife.
Com a participação de quatro mil universitários de todo o país, o encontro terá, na sua abertura, o lançamento da Comissão da Verdade dos estudantes. A iniciativa pretende trazer luz ao desaparecimento, perseguição, tortura e morte de jovens brasileiros durante o período da ditadura militar.
O coordenador da Comissão Nacional da Verdade Cláudio Fonteles, o ex-ministro dos Direitos Humanos Paulo Vanucchi e o presidente da Comissão de Anistia, Paulo Abrão, estão entre os convidados da abertura, que acontece às 18h no auditório do Centro de Ciências Sociais Aplicadas (CCSA) da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).
Além do lançamento da comissão estudantil, o ato terá a exibição de dois filmes que documentam a vida de dois jovens perseguidos e mortos pela ditadura no Brasil.
“Repare bem”, da diretora e atriz portuguesa Maria de Medeiros, traz revelações e relatos da família do militante Eduardo Leite, o Bacuri. Já “Arquivo Honestino Guimarães”, da diretora Paula Damasceno, apresenta a trajetória do estudante que foi presidente da UNE e declarado desaparecido no início dos anos 1970.
O Coneb da UNE traz o tema: “A luta pela Reforma Universitária: do manifesto de Córdoba aos nossos dias”. O encontro antecede a Bienal da UNE, maior festival estudantil universitário da América Latina, que acontecerá nas cidades de Recife e Olinda entre os dias 22 e 26 de janeiro.
Fonte: Portal CTB.

CTB inicia 2013 presente nas lutas da juventude


A Juventude da CTB, ao mesmo tempo que faz os preparativos para o ano do 3º Congresso da CTB, inicia 2013 com pé direito, participando de diversas atividades sindicais e juvenis. Dentre elas, destacam-se os preparativos nos Estados para os Encontros da Juventude da CTB, a participação na articulação das juventudes que prepara a Jornada de Lutas da Juventude, em março, a presença no Curso Nacional CES/CTB e a sequência de eventos estudantis que ocorrerão em Recife, Pernambuco, chamados pela UNE e a Ubes.
Essa semana, o secretário Nacional de Juventude da CTB, Paulo Vinícius, participa do 2º Curso Nacional de Gestão Sindical e do 5º Curso Nacional de Formadores do  CES (Centro de Estudos Sindicais), em Guarulhos (SP),  no dia 17, para falar sobre o tema juventude.
No dia 19, a CTB participa como palestrante no 14º Conselho Nacional de Entidades de Base da União Nacional dos Estudantes, o maior de sua história, superando os 3500 Centros Acadêmicos inscritos. O evento antecederá a 8ª Bienal de Cultura e Arte da UNE - A Volta da Asa Branca, que homenageia  através do Rei do Baião, Luiz Gonzaga, a riquíssima cultura nordestina, patrimônio da brasilidade.
Na Bienal, a Juventude da CTB estará representada pelo diretor da Executiva Nacional da CTB, Vítor Espinoza. A Secretaria Nacional de Juventude da CTB também vai compor a mesa Juventude na Luta por um novo Brasil, no dia 19, que contará com as presenças do coordenador da Juventude do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra, Raul Amorim; da representante da Secretaria de Juventude da Central Única dos Trabalhadores, Léa Marques Silva; e do secretário de Juventude da Força Sindical, Jefferson Tiego da Silva.
Por ocasião do 2º Encontro Nacional de Grêmios da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas também no dia 19 de janeiro, o secretário de Juventude da CTB-PE e do Sinpro, Wallace Melo, representará o Coletivo Nacional de Juventude da CTB, compondo a mesa que debaterá o Pronatec e a formação profissional, no Centro Tecnológico de Pernambuco, em Recife. O objetivo é fazer um balanço crítico e unificar proposições para avançar o programa com o protagonismo dos estudantes secundaristas e dos trabalhadores.
“A presença da CTB nessas importantes atividades da juventude são importantes sinais da politização do movimento estudantil brasileiro, em busca da unidade estratégica entre estudantes e trabalhadores. O ano de 2013 viverá em março uma grande jornada de lutas da juventude, exatamente por essa busca de unidade para aprofundar as mudanças em nosso país e democratizar o Brasil”, destaca o secretário da Juventude da CTB.
Fonte: Portal CTB.

Isenção do Imposto de Renda sobre PLR é vitória dos sindicatos

O anúncio da isenção do Imposto de Renda (IR) sobre Participação nos Lucros e Resultados (PLR) até R$ 6 mil, feito pelo governo Dilma no final do ano passado, é uma vitória do movimento sindical e da classe trabalhadora brasileira, que cobraram a iniciativa do governo durante todo o ano passado.
As centrais queriam a isenção total, mas é preciso reconhecer que a decisão do Executivo contempla 80% dos benefícios conquistados a título de PLR. Para ganhos superiores a R$ 6 mil será usada uma escala progressiva de alíquotas: entre R$ 6.000,01 e R$ 9 mil, a incidência do IR será de 7,5%; de R$ 9.000,01 a R$ 12 mil, 15%, e de R$ 12.000,01 a R$ 15 mil, 22,5%. Para valores acima de R$ 15 mil, a incidência será de 27,5%.
A isenção parcial do IR neste caso revela a importância da mobilização classista para transformar em realidade as justas demandas dos trabalhadores e trabalhadoras. 
Neste sentido, a CTB conclama desde já todos os sindicatos e entidades filiadas a iniciar a mobilização para a grande manifestação em Brasília convocada pelas centrais sindicais para 6 de março, com o objetivo de defender as bandeiras imediatas e históricas do sindicalismo contempladas no projeto nacional das centrais, destacando o fim do Fator Previdenciário, a reforma agrária e a redução da jornada de trabalho sem redução de salários.
Fonte: Portal CTB.

Abertas as inscrições para o Prouni do 1° semestre de 2013


As inscrições para o Prouni (Programa Universidade para Todos) do primeiro semestre de 2013 já podem ser realizadas pelo site www.siteprouni.mec.gov.br. O cadastro pode ser feito até as 23h59 da próxima segunda-feira (21). Segundo o MEC (Ministério da Educação), o sistema oferece 162.329 bolsas: são 108.686 bolsas integrais e 53.643 parciais (50% da mensalidade).
Para concorrer às bolsas de estudo, o aluno precisa ter feito o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) 2012, alcançado o mínimo de 450 pontos e não pode ter zerado a redação. Para o cadastro, o aluno deve informar o número de inscrição e senha do Enem 2012 e o número do CPF (Cadastro de Pessoa Física).
Segundo o MEC, todas as instituições participantes do Prouni devem oferecer acesso gratuito à internet para os candidatos que desejarem se inscrever. Haverá reserva de vagas para candidatos com deficiência e também para os autodeclarados indígenas, pardos ou pretos.
Durante o período de inscrição, o candidato poderá alterar suas opções. O sistema irá considerar válida a última inscrição confirmada. Uma vez por dia, a partir do segundo dia de inscrição, o sistema mostrará a nota de corte (menor nota para ficar entre os potencialmente pré-selecionados) para cada curso com base no número de bolsas disponíveis e no total dos candidatos inscritos naquele curso, por modalidade de concorrência.
Quem pode concorrer
Podem participar do Prouni estudantes que fizeram o ensino médio integralmente em escola pública ou que tenham sido bolsistas em instituição de ensino particular, também de forma integral.
Professores da rede pública em efetivo exercício do magistério da educação básica, integrantes de quadro de pessoal permanente de instituição pública, estão dispensados do requisito de renda, exclusivamente para bolsas em cursos de licenciatura.
O programa oferece bolsas de estudo integrais – para estudantes com renda per capita familiar de até 1,5 salário mínimo por mês – e parciais de 50% – para estudantes com renda de até 3 salários mínimos por pessoa.
Os candidatos não podem possuir outro diploma de ensino superior nem estar matriculados em nenhuma faculdade.
Na seleção, os candidatos poderão escolher até duas opções de curso em instituições de ensino superior conveniadas de todo o país. Os interessados que tiverem as maiores notas em cada curso levam a vaga. Caso um estudante não tenha nota suficiente para preencher a sua primeira opção de curso, ele passa a concorrer à segunda opção, e assim sucessivamente.
Calendário
O processo terá duas chamadas de aprovados: no dia 24 de janeiro e 8 de fevereiro. Segundo a portaria, “o estudante pré-selecionado deverá comparecer à respectiva IES (instituição de ensino superior) para aferição das informações prestadas em sua ficha de inscrição e eventual participação em processo seletivo próprio da IES, quando for o caso”. As datas para comprovação são as seguintes: Primeira chamada de 24 a 31 de janeiro e segunda chamada: 8 a 19 de fevereiro.
Os estudantes que não forem aprovados em nenhuma das duas chamadas poderão manifestar interesse em participar da lista de espera nos dias 24 e 25 de fevereiro. Também serão efetuadas duas convocações da lista de espera.
Fonte: UOL.

8 de jan. de 2013

Fetaemg firma parceria para comercialização de produtos da agricultura familiar

Numa demonstração de que a Feira de Agricultura Familiar de Minas Gerais (AgriMinas) está cumprindo o seu papel, a Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado de Minas Gerais (Fetaemg) firmou parceria com a rede de supermercados Martplus para a comercialização de produtos da agricultura familiar nas gôndolas dos 77 supermercados que hoje congregam a rede Martplus na capital mineira.
De acordo com o gerente operacional do Martplus, Rogério Andrade, há um interesse muito grande dos consumidores por produtos produzidos artesanalmente e a agricultura familiar tem produtos de qualidade, com forte potencial para o mercado.
“Nós temos hoje nas lojas áreas para receber esses produtos regionais valorizando a diversificação de Minas Gerais através de suas regiões e de encontro à necessidade do consumidor em resgatar os sabores do campo. Essa parceria é para desenvolvermos isso, buscando dentro da agricultura familiar todas as opções para abastecer as lojas e ter um produto diferenciado que remeta as origens da população, principalmente da capital”, explica Andrade.
Valorização
O interesse pelos produtos da agricultura familiar surgiu a partir de visitas de representantes da rede Martplus à AgriMinas, que puderam conhecer e comprovar o diferencial dos produtos, resultando, inclusive, no fechamento de negócios com agricultores.
O integrante da Conspiração Gastronômica Eduardo Maya diz que a ideia é valorizar e dar nome aos produtos e o consumidor já tem consciência da importância para a saúde de um produto de qualidade e assim, valoriza o que é produzido no campo sem uso de agrotóxico ou conservante.
Maya diz que a parceria do Martplus com a Fetaemg  já comprova que há muito espaço para os produtos da agricultura familiar no mercado. “Eu acho que ao colocarmos esses produtos nessa rede de supermercados, que está entre as dez maiores do Brasil, nós vamos conseguir cada vez mais valorizar os pequenos produtores”.
O presidente da Fetaemg, Vilson Luiz da Silva, diz que já não há mais dúvidas de que a AgriMinas está abrindo portas e para ocupar esse espaço o agricultor precisa estar a cada dia mais organizado. Vilson diz ainda que a ideia é criar o selo AgriMinas para a identificação dos produtos, o que pode ampliar ainda mais a abertura de mercados.
Fonte: Fetaemg

3 de jan. de 2013

Vamos intensificar a luta em 2013 para que Minas caminhe junto com o Brasil

O grande potencial econômico de Minas, baseado nas indústrias de mineração e automobilística, tem mantido em alta o nível de atividade econômica e o baixo desemprego. Também nos beneficiamos da onda de prosperidade da construção civil, nascida dos incentivos do governo federal.
A agroindústria, outro setor de destaque da economia mineira, tem avançado muito, principalmente os complexos do café, cana e soja, voltados para o mercado externo. Nossa agricultura familiar supre boa parte da produção de alimentos básicos.
Acrescente-se que nas principais cidades mineiras estão em execução ou foram concluídas diversas obras públicas, com recursos principalmente do governo federal. No entanto, não temos um projeto de desenvolvimento para o Estado.
Pode-se afirmar que o governo de Minas carece de uma política estruturante para desenvolver a economia, promovendo sua diversificação, ganhos de produtividade, inovação tecnológica, consolidação e crescimento do mercado interno, levando-se em conta nossas vantagens pela geografia, recursos naturais e história. Uma política sintonizada com o projeto nacional, ou seja, em sintonia com o Brasil.
Mas não é isso o que estão correndo. O governo de Minas, por exemplo, foi contra a redução do preço da energia elétrica proposta pela presidenta Dilma. Além disso, não existe investimento estadual em infra-estrutura, outra grande deficiência no Estado.
Mineiros mais conscientes
A gestão tucana praticamente não considera o mercado interno num Estado que possui cerca de 20 milhões de habitantes, a segunda maior população do Brasil. O projeto tucano somente promove o setor exportador ligado às grandes corporações e ao agronegócio, desprezando as políticas de promoção e incentivo ao desenvolvimento regional e os mercados locais e nacional.
É um governo que não faz política social e de distribuição de renda. O crescimento econômico do último período não se traduziu em melhores salários e condições de vida mais dignas. Não fortalece o serviço público e promove a terceirização e privatização.
Contudo, os mineiros estão cada vez mais conscientes do papel progressista e avançado do governo Federal e do prejuízo para o povo que representa o governo tucano de Minas.
A CTB Minas terá como eixo do seu trabalho em 2013 a construção da unidade dos trabalhadores e do povo para derrotar a direita e avançar rumo a um projeto de desenvolvimento com valorização dos trabalhadores. 
Fonte: CTB Minas.

2013: desafios exigirão unidade e mobilização

Mais um ano se encerra com êxito da mobilização dos trabalhadores e trabalhadoras, que encararam muitas lutas em defesa dos direitos da classe trabalhadora e pela manutenção de suas conquistas.
Iniciamos 2012 firmes na defesa de um movimento sindical forte e unitário, e na luta por um novo projeto para o país. Tendo como base a lógica do crescimento com distribuição e inclusão social.  Mas para fazer frente a esses desafios, reafirmamos a necessidade de alcançarmos uma nova fase para nossa Central, visando intensificar nosso protagonismo político, crescimento e consolidação.
A crise que perturba a economia mundial, e que conduz o sistema capitalista financeiro a uma encruzilhada histórica, também atinge nosso país. A estratégia de construção de um bloco regional no continente, com destaque para a América do Sul, tem possibilitado aos países da região uma maior autonomia no cenário internacional e um mecanismo concreto para enfrentar a crise.
No entanto, a ofensiva do capital é internacional, fazendo com que a política financeira brasileira continue conservadora, e não haja avanço no atendimento de reivindicações importantes da classe trabalhadora, como a redução da jornada de trabalho, a aprovação da Convenção 158 da OLT, a reforma agrária, a regulamentação e restrição da terceirização, entre outras.
Isso demonstra as limitações do governo nas questões relacionadas aos trabalhadores, e a necessidade de ampla mobilização dos trabalhadores para avançar nas conquistas.
Além disso, o movimento sindical termina o ano de 2012 sem conseguir ver votado o fim do fator previdenciário, bandeira de luta da classe trabalhadora, contudo, já anuncia a disposição de montar uma agenda de mobilização e eventos para pautar as questões trabalhistas junto ao governo federal e o parlamento em 2013.
Tramitam no Congresso Nacional outros projetos prioritários para a sociedade e, em especial, para a classe trabalhadora, entre eles a regulamentação e restrição da terceirização – que precarizam as condições de trabalho; a campanha pela aprovação da Portaria 186 – que impede a criação de sindicatos fantasmas. (...)
Postos estes desafios, a CTB chama a atenção para a necessidade de manter a unidade em defesa da pauta trabalhista, como matérias de interesse de toda a sociedade, direcionada para o desenvolvimento do país e melhor distribuição de renda, como a redução da jornada de trabalho sem redução salarial, o fim do fator previdenciário, uma política de valorização das aposentadorias, aumento para o servidor público (...), entre outros. A luta continua. Feliz 2013!
Fonte: Portal CTB.